{"article":{"id":220,"title":"A Autoria do Alcor\u00e3o","slug":"a-autoria-do-alcoro","word":"\/uploads\/articles\/pr_The Authorship of the Quran.docx","pdf":"\/uploads\/articles\/pr_The Authorship of the Quran.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/nodes\/view\/type:article\/slug:a-autoria-do-alcoro","hint":"","body":"<h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: xx-large;\">A Autoria do Alcor&atilde;o&nbsp;<\/span><\/h1>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">As Palavras de um Humano?<\/span><\/h1>\r\n<p class=\"w-body-text-1\">&nbsp;<img style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/www.vetogate.com\/upload\/photo\/news\/112\/3\/500x282o\/843.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Embora esteja provado que o texto do Alcor&atilde;o permaneceu intacto at&eacute; hoje, como podemos estar certos de que as palavras realmente se originaram de Deus e n&atilde;o de alguma outra fonte?&nbsp; Isso nos leva a olhar para a autenticidade, autoridade ou fonte do Alcor&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; autoria do Alcor&atilde;o, os mu&ccedil;ulmanos acreditam que ele foi revelado verbatim (ou seja, palavra por palavra) por Deus, a Muhammad, que Deus o exalte.&nbsp; Os n&atilde;o-mu&ccedil;ulmanos, entretanto, que n&atilde;o concordam com essa opini&atilde;o, n&atilde;o discordam dos mu&ccedil;ulmanos com rela&ccedil;&atilde;o ao fato de que, pelo menos, o primeiro a recitar o Alcor&atilde;o ter sido Muhammad, um &aacute;rabe de Meca no s&eacute;culo 7 E.C e de, como provado acima, n&atilde;o ter havido mudan&ccedil;as nos registros de suas recita&ccedil;&otilde;es desde ent&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A reivindica&ccedil;&atilde;o dos mu&ccedil;ulmanos de &ldquo;evid&ecirc;ncia interna&rdquo; para a autoria divina do Alcor&atilde;o, ou seja, as declara&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o a isso no pr&oacute;prio Alcor&atilde;o (vers&iacute;culos 4:82; 6:19; 6:92; 27:6; 45:2, etc.), &eacute; compreensivelmente vista com ceticismo, j&aacute; que praticamente qualquer um pode citar passagens de sua escritura para reivindicar que a escritura em quest&atilde;o &eacute; revela&ccedil;&atilde;o de Deus. N&oacute;s somos for&ccedil;ados pela raz&atilde;o e objetividade a procurar em outro lugar por &ldquo;evid&ecirc;ncia externa&rdquo; da fonte ou autoridade divina do Alcor&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A estrutura proposta para a apresenta&ccedil;&atilde;o dessa &ldquo;evid&ecirc;ncia externa&rdquo; &eacute; um processo de elimina&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s do qual n&oacute;s obteremos a resposta da quest&atilde;o &ndash; &ldquo;Quem &eacute; o autor do Alcor&atilde;o?&rdquo; - ao eliminar todas as respostas alternativas a essa quest&atilde;o que s&atilde;o definitivamente implaus&iacute;veis.&nbsp; Em outras palavras, o autor ou fonte definitivo ou (pelo menos) mais prov&aacute;vel do Alcor&atilde;o &eacute; identificado pela elimina&ccedil;&atilde;o de candidatos alternativos inaceit&aacute;veis.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Existem v&aacute;rias opini&otilde;es contradit&oacute;rias mantidas por alguns n&atilde;o-mu&ccedil;ulmanos como a fonte do Alcor&atilde;o.&nbsp; A lista a seguir de &ldquo;poss&iacute;veis&rdquo; autores reflete as teorias principais:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-bullet\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">1)&nbsp;&nbsp;&nbsp; Muhammad.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-bullet\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">2)&nbsp;&nbsp;&nbsp; Algum outro poeta(s), erudito(s), etc., &aacute;rabe.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-bullet\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">3)&nbsp;&nbsp;&nbsp; Algum erudito(s), ou poeta(s) ou personalidade(s) religiosa(s) n&atilde;o-&aacute;rabe.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-bullet\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">4)&nbsp;&nbsp;&nbsp; Monges ou rabinos (ou seja, fontes b&iacute;blicas ou judaico-crist&atilde;s).<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-bullet\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">5)&nbsp;&nbsp;&nbsp; Satan&aacute;s (ou outro &ldquo;esp&iacute;rito&rdquo; ou &ldquo;alien&iacute;gena&rdquo; enganador, etc.).<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-bullet\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">6)&nbsp;&nbsp;&nbsp; Deus.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">N&oacute;s podemos come&ccedil;ar a examinar a partir de um estudo detalhado do Alcor&atilde;o e da hist&oacute;ria o qu&atilde;o plaus&iacute;veis s&atilde;o essas teorias.<\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Muhammad: Iletrado e N&atilde;o Instru&iacute;do<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O fato de que Muhammad n&atilde;o podia nem ler nem escrever (Alcor&atilde;o 29:48) &eacute; bem conhecido e n&atilde;o &eacute; contestado nem mesmo por historiadores contempor&acirc;neos e atuais n&atilde;o-mu&ccedil;ulmanos.&nbsp; Ele n&atilde;o recebeu qualquer tipo de ensino.&nbsp; Ele nunca foi conhecido por compor poesia ou prosa.&nbsp; O Alcor&atilde;o, com suas leis abrangentes e livre de todas as inconsist&ecirc;ncias, tem sua grandeza reconhecida at&eacute; por eruditos n&atilde;o-mu&ccedil;ulmanos.<a title=\" &nbsp;Ver Fredrick Denny, Islam, NY: Harper &amp; Row, 1987, p.88; Dr. Maurice Bucaille, The Bible, the Quran and Science, Indianapolis: American Trust Publications, 1983, p.163; e H.A.R. Gibb, Wither Islam, NY: A.M.S. Press, 1932, p.350; etc.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/17\/#_ftn13734\">[1]<\/a>&nbsp; O seu conte&uacute;do trata de legisla&ccedil;&atilde;o religiosa, pol&iacute;tica, econ&ocirc;mica e social, hist&oacute;ria, opini&otilde;es sobre o universo, coisas vivas, pensamento, transa&ccedil;&otilde;es humanas, guerra, paz, casamento, adora&ccedil;&atilde;o, neg&oacute;cios e tudo relacionado &agrave; vida &ndash; sem princ&iacute;pios contradit&oacute;rios.&nbsp; O Alcor&atilde;o nunca foi editado ou revisado j&aacute; que nunca precisou de revis&atilde;o ou corre&ccedil;&atilde;o.&nbsp; Como assuntos t&atilde;o vastos foram expostos com tal precis&atilde;o por um &aacute;rabe do s&eacute;culo 7 sem educa&ccedil;&atilde;o formal ou mesmo a habilidade de ler o escasso material que podia haver sobre esses assuntos em seu ambiente?&nbsp; Onde e quando a hist&oacute;ria produziu um autor iletrado de uma escritura como essa?<\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A Integridade Conhecida de Muhammad<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A sinceridade, autenticidade e integridade de Muhammad eram t&atilde;o bem conhecidas que ele at&eacute; tinha o apelido de&nbsp;<em>&ldquo;Al-Amin&rdquo;<\/em>&nbsp;(O Confi&aacute;vel) em sua comunidade pr&eacute;-isl&acirc;mica.&nbsp; Nem uma &uacute;nica mentira dita por ele foi registrada, e muitos orientalistas ocidentais modernos j&aacute; admitiram que ao contr&aacute;rio de qualquer fraude deliberada, &eacute; ineg&aacute;vel que o Profeta tinha uma convic&ccedil;&atilde;o profundamente sincera de que o que foi revelado a ele veio do pr&oacute;prio Deus.&nbsp;<a title=\" Ver, por exemplo, H.A.R. Gibb, Mohammedanism, Londres: Oxford University Press, 1962, p.25\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/17\/#_ftn13735\">[2]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Se sua integridade estivesse em quest&atilde;o, e se ele supostamente tivesse sido motivado pelo desejo de gl&oacute;ria pessoal ao produzir o Alcor&atilde;o, por que ent&atilde;o ele negaria a autoria e ao contr&aacute;rio alegasse que veio de Deus, especialmente quando os pag&atilde;os de Meca tinham reconhecido que ningu&eacute;m poderia produzir essa escritura (Alcor&atilde;o 2:23-24, 17:88, etc.), mas somente se maravilhar com ela?&nbsp; Seus inimigos at&eacute; ofereceram a ele o reinado sobre Meca e quaisquer riquezas que ele desejasse se ele parasse de recitar.&nbsp; Se fosse verdade que ele desejava sua gl&oacute;ria pessoal e lideran&ccedil;a, por que ele declinaria a oferta quando ela lhe foi apresentada e preferiria viver uma vida de humildade, simplicidade, persegui&ccedil;&atilde;o, san&ccedil;&otilde;es e at&eacute; ataques hostis por aqueles que se sentiram amea&ccedil;ados pela Mensagem do Deus &Uacute;nico?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Al&eacute;m disso, o qu&atilde;o razo&aacute;vel &eacute; acreditar que o iletrado Muhammad fosse o autor do Alcor&atilde;o para benef&iacute;cio pessoal e ent&atilde;o dentro do Alcor&atilde;o se corrigir e se reprovar?&nbsp; Por exemplo:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Tornou-se austero e voltou as costas quando o cego foi ter com ele...&rdquo; (Alcor&atilde;o 80:1-2)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">E tamb&eacute;m,<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;&hellip;temais, acaso, mais as pessoas, sabendo que Deus &eacute; mais digno de que O temas?&rdquo;&nbsp; (Alcor&atilde;o 33:37)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Existem outros vers&iacute;culos aos quais podemos nos referir, como o cap&iacute;tulo 18, vers&iacute;culo 23-24, e outros.&nbsp; Por que ele se embara&ccedil;aria quando ele poderia simplesmente omitir ou modificar favoravelmente tais vers&iacute;culos no Alcor&atilde;o?&nbsp; Eles certamente n&atilde;o o favoreciam se seus objetivos fossem poder e prest&iacute;gio.&nbsp; A exist&ecirc;ncia de tais vers&iacute;culos apenas provam que Muhammad era de fato um sincero e verdadeiro Mensageiro de Deus!<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<hr size=\"2\" \/>\r\n<\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Footnotes:<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/17\/#_ftnref13734\">[1]<\/a>&nbsp;&nbsp;Ver Fredrick Denny, Islam, NY: Harper &amp; Row, 1987, p.88; Dr. Maurice Bucaille, The Bible, the Quran and Science, Indianapolis: American Trust Publications, 1983, p.163; e H.A.R. Gibb, Wither Islam, NY: A.M.S. Press, 1932, p.350; etc.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/17\/#_ftnref13735\">[2]<\/a>&nbsp;Ver, por exemplo, H.A.R. Gibb, Mohammedanism, Londres: Oxford University Press, 1962, p.25<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">As Palavras de um Poeta ou um Mestre?<\/span><\/h1>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O Estilo do Alcor&atilde;o<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Existe uma enorme diferen&ccedil;a entre o estilo do Alcor&atilde;o e o pr&oacute;prio estilo de Muhammad, como registrado nos livros de Hadith.&nbsp; As diferen&ccedil;as entre os dois em todos os aspectos - estilo e conte&uacute;do - s&atilde;o evidentes.&nbsp; Os ditos de Muhammad (Hadith) s&atilde;o conversacionais, orat&oacute;rios, e expositivos, de um tipo com o qual os &aacute;rabes estavam familiarizados.&nbsp; Em contraste, o estilo do Alcor&atilde;o &eacute; impositivo:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;N&oacute;s criamos os c&eacute;us e a terra...&rdquo;&nbsp; (Alcor&atilde;o 15:85, 44:38, 46:3, 50:38)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Tamb&eacute;m,<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Dize!...&rdquo;<a title=\"1 Isso tamb&eacute;m &eacute; mencionado em muitos lugares no Alcor&atilde;o para citar aqui. Veja Alcor&atilde;o 112,113,114 para um exemplo (E).\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftn13736\">[1]<\/a><\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Tamb&eacute;m,<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;...se o Alcor&atilde;o viesse de outro sen&atilde;o Deus, encontrar&iacute;eis nele muitas discrep&acirc;ncias.&rdquo; (Alcor&atilde;o 4:82)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Tamb&eacute;m,<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;...Dize ent&atilde;o: &lsquo;Trazei um cap&iacute;tulo como esse e chamai, se puderes, outro sen&atilde;o Deus...&rsquo;&rdquo; (Alcor&atilde;o l0:38)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Tamb&eacute;m,<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;...ent&atilde;o trazei um cap&iacute;tulo como esse...e se n&atilde;o puderes &ndash; e certamente n&atilde;o podereis, ent&atilde;o...&rdquo;&nbsp;&nbsp; (Alcor&atilde;o 2:23-24)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Que ser humano fal&iacute;vel escreveria um livro e desafiaria a humanidade a encontrar discrep&acirc;ncias nele, como faz o autor do Alcor&atilde;o (Alcor&atilde;o 4:82)? Um estudante ap&oacute;s fazer uma prova acrescentaria uma nota ao examinador dizendo &ldquo;Leia minhas respostas com cuidado e encontre discrep&acirc;ncias ou erros se for capaz!&rdquo;? &nbsp;O estilo do Alcor&atilde;o &eacute; simplesmente o do Criador, que Tudo Sabe.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Al&eacute;m disso, o Alcor&atilde;o &eacute; uma obra-prima liter&aacute;ria &aacute;rabe que continua inigual&aacute;vel em sua eloq&uuml;&ecirc;ncia.&nbsp; Seu estilo r&iacute;tmico, rima, profundidade de express&atilde;o quase obsessiva, majestade, e&nbsp;<em>&ldquo;sinfonia inimit&aacute;vel, os sons que movem homens &agrave;s l&aacute;grimas e &ecirc;xtase&rdquo;<\/em><a title=\" Marmaduke Pickthall, The Meaning of the Glorious Quran, New York: The Muslim World League, 1977, p.vii.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftn13737\">[2]<\/a><em>,&nbsp;<\/em>abalaram as funda&ccedil;&otilde;es de uma sociedade que se orgulhava de suas habilidades em orat&oacute;ria.&nbsp; As competi&ccedil;&otilde;es eram feitas todos os anos em Meca para quem pudesse recitar os trechos mais longos e eloq&uuml;entes de mem&oacute;ria.&nbsp; Quando o Alcor&atilde;o foi revelado, todas essas competi&ccedil;&otilde;es terminaram, uma vez que n&atilde;o havia mais competi&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Como o milagre do bast&atilde;o de Mois&eacute;s, que se transformou em uma cobra de verdade superando a habilidade de todos os magos do Fara&oacute; na &eacute;poca em que os eg&iacute;pcios se destacavam por seu dom&iacute;nio da feiti&ccedil;aria e magia, e os milagres de Jesus curando o cego e ressuscitando o morto que superaram a habilidade de todos os m&eacute;dicos em uma &eacute;poca em que os judeus se destacavam por seu dom&iacute;nio da medicina, o Alcor&atilde;o foi o milagre do Profeta Muhammad.<a title=\" Saheeh Al-Bukhari Vol.6, Hadith No.504; Saheeh Muslim Vol.1, Hadith No.283.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftn13738\">[3]<\/a>&nbsp; Como tais express&otilde;es magn&iacute;ficas e inigual&aacute;veis emanaram de um homem que, por 40 anos, n&atilde;o era conhecido por ter essa habilidade?<\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Semelhan&ccedil;as e Discrep&acirc;ncias entre o Alcor&atilde;o e a B&iacute;blia<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A mera exist&ecirc;ncia de semelhan&ccedil;as entre dois livros &eacute; insuficiente para provar que um tenha sido copiado do outro.&nbsp; Ambos podem ter obtido a informa&ccedil;&atilde;o de uma terceira fonte comum, que &eacute; respons&aacute;vel pela semelhan&ccedil;a entre eles.&nbsp; Esse, de fato, &eacute; o argumento do Alcor&atilde;o de que Deus &eacute; a Fonte de toda revela&ccedil;&atilde;o aut&ecirc;ntica (Alcor&atilde;o 4:47).<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Alguns eruditos destacaram que os &uacute;nicos crist&atilde;os que o Profeta, que Deus o exalte, encontrou pessoalmente antes de sua miss&atilde;o n&atilde;o passaram tempo suficiente com ele para ensinar suas escrituras, e nenhum outro registro hist&oacute;rico menciona algu&eacute;m que tenha ensinado ao Profeta dentre os judeus e crist&atilde;os.<a title=\" Bilal Philips, Usool at-Tafseer, Sharjah: Dar al-Fatah, 1997, p.127-128.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftn13739\">[4]<\/a>&nbsp; Al&eacute;m disso, os &aacute;rabes de seu tempo estavam muito ansiosos para desacredit&aacute;-lo.&nbsp; Assim, se houvesse qualquer professor secreto, eles provavelmente o teriam exposto.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Al&eacute;m do mais, o Alcor&atilde;o poderia ter sido copiado da B&iacute;blia se eles apresentam s&eacute;rias diferen&ccedil;as no credo?&nbsp; Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s doutrinas como os conceitos de Deus e miss&atilde;o prof&eacute;tica, pecado e perd&atilde;o, o Alcor&atilde;o difere de forma significativa da B&iacute;blia.&nbsp; O Alcor&atilde;o de fato se endere&ccedil;a aos judeus e crist&atilde;os diretamente ao corrigir o que afirma que s&atilde;o corrup&ccedil;&otilde;es em suas pr&oacute;prias escrituras.&nbsp; O interessante &eacute; que as revela&ccedil;&otilde;es cor&acirc;nicas de problemas doutrin&aacute;rios com o Cristianismo foram enviadas em sua maior parte durante o per&iacute;odo mecano, anterior &agrave; imigra&ccedil;&atilde;o do Profeta a Medina, onde ele teria encontrado muito mais eruditos judeus e crist&atilde;os.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">At&eacute; no caso de narra&ccedil;&atilde;o comum em ambas as escrituras, discrep&acirc;ncias vitais podem ser observadas.&nbsp; Por exemplo, o Alcor&atilde;o, ao contr&aacute;rio da B&iacute;blia:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">- n&atilde;o culpa as mulheres pelo erro cometido por Ad&atilde;o e Eva (que Deus os exalte) ao desobedecer Deus no Jardim do &Eacute;den. (Compare G&ecirc;nesis 3:12-17 com Alcor&atilde;o 91:7-8 e 2:35-37);<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">- enfatiza que Ad&atilde;o e Eva se arrependeram perante Deus (Alcor&atilde;o 7:23) e foram perdoados por Ele (Alcor&atilde;o 2:37);<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">- menciona que a morada eventual de Ad&atilde;o e Eva na Terra j&aacute; era parte do plano de Deus mesmo antes de Ele t&ecirc;-los criado (Alcor&atilde;o 2:30), e n&atilde;o uma esp&eacute;cie de puni&ccedil;&atilde;o (G&ecirc;nesis 3:17-19).<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Outras varia&ccedil;&otilde;es significativas podem ser vistas nas est&oacute;rias de Salom&atilde;o<a title=\" por exemplo, o Alcor&atilde;o rejeita que esse Profeta algum dia foi adorador de &iacute;dolos &ndash; compare Alcor&atilde;o 2:102 com 1 Reis 11:4.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftn13740\">[5]<\/a>, Abra&atilde;o<a title=\" por exemplo, o Alcor&atilde;o descreve o relato da est&oacute;ria da ordem de Deus para sacrificar seu filho como ocorrendo em um sonho com seu filho como participante volunt&aacute;rio antes de ser salvo pela interven&ccedil;&atilde;o de Deus, enquanto a B&iacute;blia conta sobre Deus falando d\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftn13741\">[6]<\/a>, Ismael e Isaque, Lot, No&eacute;<a title=\" A B&iacute;blia descreve o Grande Dil&uacute;vio como cobrindo toda a Terra enquanto o Alcor&atilde;o descreve o dil&uacute;vio como apenas um evento local, uma descri&ccedil;&atilde;o que &eacute; mais consistente com a evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica &ndash; compare Alcor&atilde;o 25:37 com G&ecirc;nesis 7:23.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftn13742\">[7]<\/a>, Mois&eacute;s e Jesus<a title=\" Uma diferen&ccedil;a cr&iacute;tica &eacute; a insist&ecirc;ncia do Alcor&atilde;o de que Jesus nunca foi verdadeiramente crucificado.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftn13743\">[8]<\/a>&nbsp;(que Deus o exalte).<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O Alcor&atilde;o tamb&eacute;m menciona uma boa quantidade de informa&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica sobre a qual a B&iacute;blia &eacute; completamente silenciosa.&nbsp; De que parte da B&iacute;blia as est&oacute;rias a seguir foram copiadas?<\/span><\/p>\r\n<ul style=\"text-align: justify;\">\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">As est&oacute;rias do povo de Ad e Tamude, e seus Profetas, Hud e Saleh.<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">O di&aacute;logo entre o Profeta No&eacute; e seu filho antes do dil&uacute;vio (Alcor&atilde;o 11:42-43).<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">O di&aacute;logo entre Abra&atilde;o e seu pai (Alcor&atilde;o 6:74), assim como o entre ele e um rei (Alcor&atilde;o 2:258), e entre ele e seu povo (Alcor&atilde;o 22:70-102; 29:16-18; 37:83-98; 21:57).<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">A men&ccedil;&atilde;o da cidade de Iram (Alcor&atilde;o 89:7).<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">O Fara&oacute; do &Ecirc;xodo ser afogado, com o seu corpo preservado como um sinal para os povos das futuras gera&ccedil;&otilde;es (Alcor&atilde;o 10:90-92).<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">Os milagres de Jesus falando do ber&ccedil;o (Alcor&atilde;o 3:46), e o de ter produzido (pela vontade de Deus) um p&aacute;ssaro do barro (Alcor&atilde;o 3:49), etc.<\/span><\/li>\r\n<\/ul>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Para exemplos adicionais, veja as seguintes refer&ecirc;ncias do Alcor&atilde;o: 21:69, 2:260, e 3:37.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<hr size=\"2\" \/>\r\n<\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Footnotes:<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><sup>1&nbsp;<\/sup>Isso tamb&eacute;m &eacute; mencionado em muitos lugares no Alcor&atilde;o para citar aqui. Veja Alcor&atilde;o 112,113,114 para um exemplo (E).<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftnref13737\">[2]<\/a>&nbsp;Marmaduke Pickthall, The Meaning of the Glorious Quran, New York: The Muslim World League, 1977, p.vii.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftnref13738\">[3]<\/a>&nbsp;<em>Saheeh Al-Bukhari<\/em>&nbsp;Vol.6, Hadith No.504;&nbsp;<em>Saheeh Muslim<\/em>&nbsp;Vol.1, Hadith No.283.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftnref13739\">[4]<\/a>&nbsp;Bilal Philips, Usool at-Tafseer, Sharjah: Dar al-Fatah, 1997, p.127-128.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftnref13740\">[5]<\/a>&nbsp;por exemplo, o Alcor&atilde;o rejeita que esse Profeta algum dia foi adorador de &iacute;dolos &ndash; compare Alcor&atilde;o 2:102 com 1 Reis 11:4.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftnref13741\">[6]<\/a>&nbsp;por exemplo, o Alcor&atilde;o descreve o relato da est&oacute;ria da ordem de Deus para sacrificar seu filho como ocorrendo em um sonho com seu filho como participante volunt&aacute;rio antes de ser salvo pela interven&ccedil;&atilde;o de Deus, enquanto a B&iacute;blia conta sobre Deus falando diretamente a ele e seu filho como estando alheio aos seus plano &ndash; compare Alcor&atilde;o 37:99-111 com G&ecirc;nesis 22:1-19<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftnref13742\">[7]<\/a>&nbsp;A B&iacute;blia descreve o Grande Dil&uacute;vio como cobrindo toda a Terra enquanto o Alcor&atilde;o descreve o dil&uacute;vio como apenas um evento local, uma descri&ccedil;&atilde;o que &eacute; mais consistente com a evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica &ndash; compare Alcor&atilde;o 25:37 com G&ecirc;nesis 7:23.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/16\/#_ftnref13743\">[8]<\/a>&nbsp;Uma diferen&ccedil;a cr&iacute;tica &eacute; a insist&ecirc;ncia do Alcor&atilde;o de que Jesus nunca foi verdadeiramente crucificado.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Foram as Palavras de Satan&aacute;s ou Deus?<\/span><\/h1>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Ensinamentos Cor&acirc;nicos sobre Satan&aacute;s e sobre Moralidade<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Alguns alegam que o Alcor&atilde;o foi o trabalho do dem&ocirc;nio.<a title=\" Ver Islam and the West: the Making of an Image, de Norman Daniel, UK: Edinburgh University Press, 1989, p.83, 94, etc.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftn13744\">[1]<\/a>&nbsp; Vamos examinar quanto sentido (ou falta de sentido) tem essa alega&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Se ele &eacute; o autor ou inspirou o Alcor&atilde;o, por que Satan&aacute;s se amaldi&ccedil;oaria e chamaria a si pr&oacute;prio o pior inimigo do homem (Alcor&atilde;o 35:6; 36:60)? Por que Satan&aacute;s ordenaria que antes de recitar o Alcor&atilde;o, deve-se primeiro dizer:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;...Eu busco ref&uacute;gio em Deus de Satan&aacute;s, o amaldi&ccedil;oado.&rdquo; (Alcor&atilde;o 16:98)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Como poderia Satan&aacute;s condenar t&atilde;o veementemente a si pr&oacute;prio?&nbsp; &Eacute; aceit&aacute;vel ao bom senso manter a opini&atilde;o de que Satan&aacute;s pediria &agrave;s pessoas para fazerem o bem, terem moral e serem virtuosas, adorarem somente a Deus, n&atilde;o seguirem Satan&aacute;s ou seus sussurros, e evitarem e lutarem contra o mal?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Manter essa opini&atilde;o &eacute; claramente contr&aacute;rio &agrave; raz&atilde;o, j&aacute; que Satan&aacute;s s&oacute; se enfraqueceu atrav&eacute;s desses meios se ele &eacute; o autor.&nbsp; At&eacute; a B&iacute;blia atesta:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-hadeeth-or-bible\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;...se Satan&aacute;s se tem levantado contra si mesmo, e est&aacute; dividido, tampouco pode ele subsistir;&rdquo; (Marcos 3:26)<a title=\" Citado em H.M. Njozi, The Sources of the Quran: A Critical Review of the Authorship Theories, Saudi Arabia: WAMY Publications, 1991, p.96\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftn13745\">[2]<\/a><\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Esse argumento se aplica a quaisquer &ldquo;for&ccedil;as sat&acirc;nicas&rdquo;, sejam elas &ldquo;esp&iacute;ritos malignos&rdquo;, &ldquo;alien&iacute;genas enganadores&rdquo;, etc.<\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Os Conte&uacute;dos Factuais e Informa&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica do Alcor&atilde;o<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Dentro do Alcor&atilde;o est&atilde;o registrados fatos sobre tempos antigos que n&atilde;o era conhecidos dos contempor&acirc;neos de Muhammad e mesmo de historiadores na primeira metade do s&eacute;culo 20.&nbsp; Nos vers&iacute;culos n&oacute;s tamb&eacute;m encontramos refer&ecirc;ncias a maravilhas cient&iacute;ficas, algumas descobertas ou confirmadas apenas recentemente, com rela&ccedil;&atilde;o ao universo, biologia, embriologia, astronomia, f&iacute;sica, geografia, meteorologia, medicina, hist&oacute;ria, oceanografia, etc.&nbsp; Abaixo est&atilde;o alguns exemplos de descobertas cient&iacute;ficas modernas mencionadas no Alcor&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<ul style=\"text-align: justify;\">\r\n<li><span style=\"font-size: large;\"><strong>A Cidade Perdida de Iram. (Alcor&atilde;o 89:7)<\/strong><\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\"><strong>As abelhas oper&aacute;rias serem f&ecirc;meas. (Alcor&atilde;o 16:68)<\/strong><\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\"><strong>As montanhas como &ldquo;estacas&rdquo; e estabilizadores. (Alcor&atilde;o 78:6-7)<\/strong><\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\"><strong>A forma esf&eacute;rica da Terra. (Alcor&atilde;o 7:54; 36:37; 31:29)<\/strong><\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\"><strong>O universo em expans&atilde;o. (Alcor&atilde;o 51:47)<\/strong><\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\"><strong>O &ldquo;Big-Bang&rdquo;. (Alcor&atilde;o 21:30)<\/strong><\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\"><strong>Que em um determinado ponto no tempo, todo o universo n&atilde;o era mais do que uma nuvem de &ldquo;fuma&ccedil;a&rdquo;. (Alcor&atilde;o 41:11)<\/strong><\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\"><strong>A descri&ccedil;&atilde;o cor&acirc;nica do desenvolvimento do embri&atilde;o humano. (Alcor&atilde;o 23:12-14)<\/strong><\/span><\/li>\r\n<\/ul>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Os leitores que estiverem interessados em mais exemplos, refiram-se a &ldquo;A B&iacute;blia, o Alcor&atilde;o e a Ci&ecirc;ncia&rdquo; de Maurice Bucaille<a title=\" Maurice Bucaille, The Bible, the Quran and Science, Indianapolis: American Trust Publications, 1978\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftn13746\">[3]<\/a>,&nbsp; &ldquo;Struggling to Surrender&rdquo; p.33-38, de Jeffery Lang<a title=\" Jeffrey Lang, Struggling to Surrender, Maryland: Amana Publications, 1994\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftn13747\">[4]<\/a>, &ldquo;The Quranic Phenomenon&rdquo; de Malik Bennabi<a title=\" Malik Bennabi, The Quranic Phenomenon, traduzido por A.B. Kirkary, Indianapolis: American Trust Publications, 1983\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftn13748\">[5]<\/a>, &ldquo;The Developing Human&rdquo;, terceira edi&ccedil;&atilde;o, de Keith L.Moore<a title=\" Keith Moore, The Developing Human, terceira edi&ccedil;&atilde;o, Philadelphia: W.B. Saunders Co., 1982\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftn13749\">[6]<\/a>, &ldquo;Um Breve Guia Ilustrado para Compreender o Isl&atilde;&rdquo;, de I. A.Ibrahim<a title=\" &nbsp;I.A. Ibrahim, A Brief Illustrated Guide to Understanding Islam, Houston: Darussalam Publishers, 1997\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftn13750\">[7]<\/a>, &ldquo;The Sources of the Quran&rdquo; de Hamza Mustapha Njozi<a title=\" Citado em H.M. Njozi, The Sources of the Quran: A Critical Review of the Authorship Theories, Saudi Arabia: WAMY Publications, 1991, p.96 WAMY Publications, 1991\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftn13751\">[8]<\/a>, &ldquo;The Basis of Muslim Beliefs&rdquo;<a title=\"10 Gary Miller, The Basis of Muslim Beliefs, Kuala Lampur: Departamento do Primeiro Ministro Prime &ndash; Divis&atilde;o de Assuntos Isl&acirc;micos, 1995\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftn13752\">[9]<\/a>&nbsp;e &ldquo;The Amazing Quran&rdquo;<a title=\"11 (http:\/\/users.erols.com\/ameen\/amazingq.htm)\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftn13753\">[10]<\/a>&nbsp;de Gary Miller, etc.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Quantos cientistas e g&ecirc;nios modernos bem treinados com a ajuda de equipamento de alta tecnologia, sat&eacute;lites, telesc&oacute;pios, microsc&oacute;pios e computadores foram necess&aacute;rios para descobrir os fatos cient&iacute;ficos mencionados no Alcor&atilde;o, e quanto tempo?&nbsp; &Eacute; conceb&iacute;vel que um ser humano h&aacute; mais de 1.400 anos pudesse ter produzido uma escritura com essa informa&ccedil;&atilde;o, ainda mais se nunca recebeu educa&ccedil;&atilde;o?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Embora a inabilidade do homem em abranger todos os mist&eacute;rios e complexidades da cria&ccedil;&atilde;o esteja mencionada no Alcor&atilde;o (67:3-4), a revela&ccedil;&atilde;o parece apontar para v&aacute;rios fen&ocirc;menos naturais como se urgindo os seres humanos a questionar e verificar o que &eacute; dito &ndash; mais uma vez, em uma atitude de autoconfian&ccedil;a que s&oacute; se pode supor que o autor esteja de fato desafiando a nossa descren&ccedil;a.&nbsp; Para ser generoso com os c&eacute;ticos, talvez uma ou duas das revela&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas sejam resultado de uma boa adivinha&ccedil;&atilde;o ou coincid&ecirc;ncia, mas qual &eacute; a probabilidade de que todas elas sejam?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Comparar as declara&ccedil;&otilde;es cor&acirc;nicas que lidam com o universo f&iacute;sico com certas no&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas nos leva a descobrir semelhan&ccedil;as profundas.&nbsp; Mas, de forma mais not&aacute;vel, como o Dr. Maurice Bucaille observa, o Alcor&atilde;o se distingue de todos os outros trabalhos da Antig&uuml;idade que descrevem ou tentam explicar os trabalhos da natureza no sentido de que evita conceitos errados.&nbsp; Porque no Alcor&atilde;o, s&atilde;o tratados muitos assuntos que t&ecirc;m rela&ccedil;&atilde;o com o conhecimento moderno sem uma &uacute;nica declara&ccedil;&atilde;o contradit&oacute;ria com o que foi estabelecido pela ci&ecirc;ncia atual.<a title=\"12 Maurice Bucaille, The Bible, the Quran and Science, Indianapolis: American Trust Publications, 1978\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftn13754\">[11]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O Dr. Bucaille chega ao ponto de concluir o seu estudo com o seguinte coment&aacute;rio:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">&ldquo;Em vista do n&iacute;vel de conhecimento na &eacute;poca de Muhammad, &eacute; inconceb&iacute;vel que muitas declara&ccedil;&otilde;es no Alcor&atilde;o que est&atilde;o conectadas com a ci&ecirc;ncia pudessem ser o trabalho de um homem.&nbsp; &Eacute;, al&eacute;m do mais, perfeitamente leg&iacute;timo, n&atilde;o apenas considerar o Alcor&atilde;o como uma express&atilde;o de Revela&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m coloc&aacute;-lo em uma posi&ccedil;&atilde;o muito especial, com base na garantia de autenticidade que fornece e a presen&ccedil;a nele de declara&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas que, quando estudadas hoje, parecem um desafio &agrave; explica&ccedil;&atilde;o em termos humanos.&rdquo;<a title=\"13 [76] ibid., p.163.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftn13755\">[12]<\/a><\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Conclus&otilde;es<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Ao examinar a poss&iacute;vel fonte do Alcor&atilde;o n&oacute;s cobrimos os seguintes pontos:<\/span><\/p>\r\n<ul style=\"text-align: justify;\">\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">Muhammad ser iletrado<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">A integridade de Muhammad<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">O Estilo do Alcor&atilde;o<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">Discrep&acirc;ncias entre o Alcor&atilde;o e a B&iacute;blia<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">Ensinamentos cor&acirc;nicos sobre Satan&aacute;s e sobre moralidade, e<\/span><\/li>\r\n<li><span style=\"font-size: large;\">Os conte&uacute;dos factuais e informa&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica do Alcor&atilde;o<\/span><\/li>\r\n<\/ul>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Esses pontos foram apresentados para nos ajudar em nosso &ldquo;processo de elimina&ccedil;&atilde;o&rdquo; de fontes ou autores inaceit&aacute;veis do Alcor&atilde;o, como se segue:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Muhammad :<\/strong>&nbsp;N&oacute;s podemos come&ccedil;ar eliminando Muhammad da lista de poss&iacute;veis autores do Alcor&atilde;o.&nbsp; Simplesmente n&atilde;o h&aacute; meio de que ele seja o autor do Alcor&atilde;o em vista dos pontos 1, 2, 3, 5 e 6 apresentados acima.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Outro Poeta(s), Erudito(s) &Aacute;rabe, etc.:<\/strong>&nbsp;N&oacute;s tamb&eacute;m podemos eliminar qualquer outro &aacute;rabe da lista de poss&iacute;veis autores em vista dos pontos 2, 3 e 6 (pelo menos).<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Algum N&atilde;o-&Aacute;rabe:<\/strong>&nbsp;As raz&otilde;es para elimina&ccedil;&atilde;o de qualquer &aacute;rabe da lista tamb&eacute;m elimina qualquer erudito, poeta ou personalidade religiosa n&atilde;o-&aacute;rabe.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Monges Crist&atilde;os ou Rabinos Judeus (ou seja, fontes judaico-crist&atilde;s):<\/strong>Essa fonte alternativa do Alcor&atilde;o n&atilde;o &eacute; razo&aacute;vel em vista dos pontos 1, 2, 3, 4 e 6.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Satan&aacute;s (ou outros esp&iacute;ritos ou alien&iacute;genas, ou qualquer um a seu lado, etc.):<\/strong>&nbsp;Essa opini&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; inaceit&aacute;vel em vista dos pontos discutidos, especialmente o 5.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Deus:<\/strong>&nbsp;Na aus&ecirc;ncia de qualquer alternativa mais aceit&aacute;vel como fonte e autor ao Alcor&atilde;o, se &eacute; mais ou menos for&ccedil;ado pela raz&atilde;o a aceitar o Alcor&atilde;o pelo que ele alega ser &ndash; revela&ccedil;&atilde;o de Deus atrav&eacute;s de Seu Profeta Muhammad, que Deus o exalte. Essa posi&ccedil;&atilde;o parece razo&aacute;vel n&atilde;o s&oacute; porque &eacute; a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o pode ser objetivamente eliminada, mas porque &eacute; razo&aacute;vel esperar que um livro com tais qualidades e conte&uacute;dos venha do Criador e Orientador do homem.&nbsp;&nbsp;De todas as fontes poss&iacute;veis do Alcor&atilde;o, tamb&eacute;m &eacute; a &uacute;nica &uacute;ltima alternativa - Deus - que clama no pr&oacute;prio Alcor&atilde;o ser o autor da escritura.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A posi&ccedil;&atilde;o, portanto, que coloca Deus como o autor do Alcor&atilde;o se mant&eacute;m, e o desafio (ou teste de falsifica&ccedil;&atilde;o, Alcor&atilde;o 4:82) permanece aberto a qualquer um para desqualificar a reivindica&ccedil;&atilde;o do Alcor&atilde;o de ser uma revela&ccedil;&atilde;o de Deus.&nbsp; Tendo n&oacute;s mesmos empreendido essas tarefas, a disputa dos mu&ccedil;ulmanos de que o Alcor&atilde;o &eacute; a Palavra de Deus n&atilde;o parece apenas o produto de f&eacute; cega mas, de fato, um produto de julgamento muito embasado e razo&aacute;vel a luz de todas as evid&ecirc;ncias dispon&iacute;veis. De fato, ap&oacute;s ter acessado as evid&ecirc;ncias, seria f&eacute; cega dizer o contr&aacute;rio!<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Nota:<\/strong>&nbsp;A evid&ecirc;ncia da Autoria Divina do Alcor&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; evid&ecirc;ncia para a exist&ecirc;ncia do Divino.&nbsp; Deus deve existir, a menos que se possa produzir um autor mais razoavelmente aceit&aacute;vel do Alcor&atilde;o!<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<hr size=\"2\" \/>\r\n<\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Footnotes:<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftnref13744\">[1]<\/a>&nbsp;Ver Islam and the West: the Making of an Image, de Norman Daniel, UK: Edinburgh University Press, 1989, p.83, 94, etc.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftnref13745\">[2]<\/a>&nbsp;Citado em H.M. Njozi, The Sources of the Quran: A Critical Review of the Authorship Theories, Saudi Arabia: WAMY Publications, 1991, p.96<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftnref13746\">[3]<\/a>&nbsp;Maurice Bucaille, The Bible, the Quran and Science, Indianapolis: American Trust Publications, 1978<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftnref13747\">[4]<\/a>&nbsp;Jeffrey Lang, Struggling to Surrender, Maryland: Amana Publications, 1994<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftnref13748\">[5]<\/a>&nbsp;Malik Bennabi, The Quranic Phenomenon, traduzido por A.B. Kirkary, Indianapolis: American Trust Publications, 1983<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftnref13749\">[6]<\/a>&nbsp;Keith Moore, The Developing Human, terceira edi&ccedil;&atilde;o, Philadelphia: W.B. Saunders Co., 1982<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftnref13750\">[7]<\/a>&nbsp;&nbsp;I.A. Ibrahim, A Brief Illustrated Guide to Understanding Islam, Houston: Darussalam Publishers, 1997<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/15\/#_ftnref13751\">[8]<\/a>&nbsp;Citado em H.M. Njozi, The Sources of the Quran: A Critical Review of the Authorship Theories, Saudi Arabia: WAMY Publications, 1991, p.96 WAMY Publications, 1991<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">10&nbsp;Gary Miller, The Basis of Muslim Beliefs, Kuala Lampur: Departamento do Primeiro Ministro Prime &ndash; Divis&atilde;o de Assuntos Isl&acirc;micos, 1995<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">11&nbsp;(http:\/\/users.erols.com\/ameen\/amazingq.htm)<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">12&nbsp;Maurice Bucaille, The Bible, the Quran and Science, Indianapolis: American Trust Publications, 1978<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">13&nbsp;[76] ibid., p.163.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><\/h1>","excerpt":"","terms":null,"visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":26467,"lft":200,"rght":201,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2014-07-26T22:26:00.000000Z","updated_at":"2026-05-26T16:10:33.000000Z","language_id":15,"user_id":7,"author_id":2082,"publisher_id":0,"category_id":15,"parent_id":136,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"iiie.net","category_name":"About Quran and Hadith","category_slug":"About-Quran-and-Hadith","get_date":"2014-07-26","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pr_The Authorship of the Quran.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pr_The Authorship of the Quran.docx"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/ben\/api\/articles\/a-autoria-do-alcoro"}