{"article":{"id":4617,"title":"O QUE DIZ O ISL\u00c3O ACERCA DO TERRORISMO","slug":"o-que-diz-o-islao-acerca-do-terrorismouu","word":"\/uploads\/articles\/pt_what_islam_says_about_terrorism.doc","pdf":"\/uploads\/articles\/pt_what_islam_says_about_terrorism.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/node\/type:node\/slug:o-que-diz-o-islao-acerca-do-terrorismouu","hint":"","body":"<p style=\"text-align: center;\"><br \/>\r\n<span style=\"color:#FF0000;\"><span style=\"font-size: 16px;\"><strong><span style=\"font-size: 22px;\">O QUE DIZ O ISL&Atilde;O ACERCA DO TERRORISMO<\/span><\/strong><\/span><\/span><br \/>\r\n<span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">] Portugu&ecirc;s [<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">\u0645\u0627\u0630\u0627 \u064a\u0642\u0648\u0644 \u0627\u0644\u0625\u0633\u0644\u0627\u0645 \u0639\u0646 \u0627\u0644\u0625\u0631\u0647\u0627\u0628\u061f<br \/>\r\n&nbsp;[\u0627\u0644\u0644\u063a\u0629 \u0627\u0644\u0628\u0631\u062a\u063a\u0627\u0644\u064a\u0629 ]<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">&nbsp;Revis&atilde;o: Lic. Muh&aacute;mmad Isa Garc&iacute;a<br \/>\r\n\u0645\u0631\u0627\u062c\u0639\u0629: \u0645\u062d\u0645\u062f \u0639\u064a\u0633\u0649 \u063a\u0627\u0631\u0633\u064a\u0627<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><br \/>\r\n<span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Escrit&oacute;rio de Dawa na Rabwah - Riyadh<br \/>\r\n&nbsp;\u0627\u0644\u0645\u0643\u062a\u0628 \u0627\u0644\u062a\u0639\u0627\u0648\u0646\u064a \u0644\u0644\u062f\u0639\u0648\u0629 \u0648\u062a\u0648\u0639\u064a\u0629 \u0627\u0644\u062c\u0627\u0644\u064a\u0627\u062a \u0628\u0627\u0644\u0631\u0628\u0648\u0629 \u0628\u0645\u062f\u064a\u0646\u0629 \u0627\u0644\u0631\u064a\u0627\u0636<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">1430 &ndash; 2009<br \/>\r\n&nbsp;<br \/>\r\n&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><br \/>\r\n<span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Uma das distintas caracter&iacute;sticas dos tempos em que vivemos &eacute; a esmagadora presen&ccedil;a de viol&ecirc;ncia nas nossas sociedades. Se &eacute; uma bomba que explode num supermercado, ou o desvio de um avi&atilde;o onde pessoas inocentes s&atilde;o feitas ref&eacute;ns para que o resgate consiga extremidades pol&iacute;ticas, vivemos numa idade onde a manipula&ccedil;&atilde;o de grupos &eacute;tnicos (seitas) e a perda de vidas inocentes tem-se tornado comum.<br \/>\r\nTal &eacute; a natureza patente da viol&ecirc;ncia que n&atilde;o se conhecem limites.<br \/>\r\nEsse &ldquo;terrorismo&rdquo; &eacute; considerado como uma das principais barreiras &agrave; paz e &agrave; seguran&ccedil;a das nossas sociedades. A palavra terrorismo entrou em uso somente algumas d&eacute;cadas atr&aacute;s. Um dos infelizes resultados desta nova terminologia, &eacute; que limita a defini&ccedil;&atilde;o do terrorismo &agrave;queles actos perpetrados por pequenos grupos ou indiv&iacute;duos.<br \/>\r\nO terrorismo de facto, &eacute; um interesse global e manifesta-se em v&aacute;rias formas. Aos seus autores n&atilde;o cabe nenhum estere&oacute;tipo. Aqueles que acreditam que vidas humanas s&atilde;o baratas e que t&ecirc;m o poder de prender vidas humanas aparecem em n&iacute;veis diferentes nas nossas sociedades. Pode ser o empregado frustrado que mata os seus colegas a sangue-frio ou o cidad&atilde;o oprimido de uma terra ocupada que exala a sua raiva fazendo explodir um autocarro escolar cheio de crian&ccedil;as inocentes. Esses s&atilde;o os terroristas que nos provocam raiva e revuls&atilde;o.<br \/>\r\nIr&oacute;nicos s&atilde;o os pol&iacute;ticos que usam animosidades &eacute;tnicas antiqu&iacute;ssimas entre povos para fixar as suas posi&ccedil;&otilde;es. O chefe de Estado que requisita o &ldquo;O tapete bomba&rdquo; de cidades inteiras e dos conselhos exaltados que condenam milh&otilde;es de civis &agrave; morte&nbsp; segurando a arma ilegal das san&ccedil;&otilde;es, raramente s&atilde;o punidos pelos seus crimes contra a humanidade.<br \/>\r\n&Eacute; esta defini&ccedil;&atilde;o estreita de terrorismo que fez com que os mu&ccedil;ulmanos fossem associados a actos de destrui&ccedil;&atilde;o e de terror. Em consequ&ecirc;ncia eles pr&oacute;prios tornaram-se v&iacute;timas de odiosa viol&ecirc;ncia e de terror. A religi&atilde;o do Isl&atilde;o &eacute; dada como respons&aacute;vel pelos actos dos n&atilde;o-Mu&ccedil;ulmanos! Pode ser poss&iacute;vel que o Isl&atilde;o, cuja luz terminou com as idades escuras na Europa, seja agora respons&aacute;vel pela idade do terror?? Poderia uma f&eacute; que tem cerca de um bili&atilde;o de seguidores no mundo inteiro e cerca de 7 milh&otilde;es na Am&eacute;rica, realmente ordenar a matan&ccedil;a e a mutila&ccedil;&atilde;o de povos inocentes? Poderia o Isl&atilde;o, cujo o nome pr&oacute;prio representa &ldquo;Paz&rdquo; e &ldquo;Submiss&atilde;o a Deus&rdquo;, incentivar seus seguidores a trabalhar para a morte e a destrui&ccedil;&atilde;o? &Eacute; poss&iacute;vel?<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">A santidade da vida humana:<br \/>\r\nO Sagrado Alcor&atilde;o diz:<br \/>\r\n&ldquo; &hellip;n&atilde;o tirem a vida, que Deus fez sagrada, excepto pela justi&ccedil;a ou lei: assim Deus o comanda, para que raciocineis.&rdquo; [Alcor&atilde;o 16:151]<br \/>\r\nO Isl&atilde;o considera que todas as formas de vida s&atilde;o sagradas. No entanto, a santidade da vida humana &eacute;-lhe acordada um lugar especial. O primeiro direito b&aacute;sico dos direitos humanos &eacute; o direito de viver.<br \/>\r\nO Sagrado Alcor&atilde;o diz:<br \/>\r\n&ldquo; &hellip; E se algu&eacute;m matou uma pessoa &ndash; a menos que fosse homic&iacute;dio ou&nbsp; difus&atilde;o de corrup&ccedil;&atilde;o na terra, seria como se matasse todos os povos do mundo inteiro e se algu&eacute;m salvou uma vida seria como se tivesse salvo toda a humanidade&rdquo; [Alcor&atilde;o 5:32]<br \/>\r\nTal &eacute; o valor de uma &uacute;nica vida humana que o Alcor&atilde;o, iguala a tomada injusta de uma vida humana com a matan&ccedil;a de toda a humanidade. Assim, o Alcor&atilde;o proibe o homic&iacute;dio em termos claros. A tomada da vida de um criminoso pela ordem do estado para administrar justi&ccedil;a &eacute; exigida para confirmar as regras da lei, a paz e a seguran&ccedil;a da sociedade. Somente uma corte apropriada e competente pode decidir se um indiv&iacute;duo perdeu direito &agrave; vida negligenciando o direito &agrave; vida e &agrave; paz de outros seres humanos.<br \/>\r\nAs &eacute;ticas da guerra:<br \/>\r\nMesmo num estado de guerra, o Isl&atilde;o ordena que se trate o inimigo nobremente no campo de batalha. O Isl&atilde;o extraiu uma linha de distin&ccedil;&atilde;o entre os combatentes e os n&atilde;o-combatentes do pa&iacute;s inimigo. A popula&ccedil;&atilde;o dos n&atilde;o-combatentes &eacute; referida como mulheres, crian&ccedil;as, o velho, o fraco, etc&hellip;<br \/>\r\nO profeta Muhammad (Que a paz e b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os de Allah estejam com ele) Costumava proibir os soldados de matar mulheres e crian&ccedil;as e recomendava-lhes: &ldquo; &hellip; N&atilde;o mutilem, n&atilde;o traiam, n&atilde;o sejam excessivos e n&atilde;o matem um rec&eacute;m-nascido; [2]. O profeta Muhammad tamb&eacute;m proibiu a puni&ccedil;&atilde;o com fogo. [3]<br \/>\r\nAssim, os n&atilde;o-combatentes t&ecirc;m seguran&ccedil;a garantida de vida mesmo se o seu pa&iacute;s est&aacute; em guerra com um estado isl&acirc;mico.<br \/>\r\nJihad<br \/>\r\nEnquanto o Isl&atilde;o for mal entendido no mundo ocidental, talvez nenhum outro termo isl&acirc;mico evoque reac&ccedil;&otilde;es fortes como a palavra &ldquo;jihad&rdquo;. O termo &ldquo;jihad&rdquo; tem sido muito abusado, para conjurar imagens estranhas de viol&ecirc;ncia em mu&ccedil;ulmanos, for&ccedil;ando povos a submeter-se no ponto da espada. Este mito foi perpetuado ao longo dos s&eacute;culos de desconfian&ccedil;a durante e ap&oacute;s as cruzadas.<br \/>\r\nInfelizmente, sobrevive at&eacute; hoje.<br \/>\r\nA palavra Jihad vem da palavra de raiz &ldquo;jahada&rdquo;, que significa esfor&ccedil;o. Consequentemente, o Jihad &eacute; literalmente um acto de esfor&ccedil;o. O profeta Muhammad (paz e b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os de Allah estejam com ele) disse que o grande Jihad &eacute; se esfor&ccedil;ar contra as sugest&otilde;es insidiosas de sua pr&oacute;pria alma. Assim, o Jihad refere primeiramente ao esfor&ccedil;o interno da virtude de uma pessoa e da sua submiss&atilde;o a Deus em todos os aspectos da vida.<br \/>\r\nEm segundo lugar, o Jihad refere o esfor&ccedil;o contra a injusti&ccedil;a. O Isl&atilde;o, como muitas outras religi&otilde;es, permite a autodefesa armada, ou retribui&ccedil;&atilde;o de encontro &agrave; tirania, &agrave; explora&ccedil;&atilde;o, e &agrave; opress&atilde;o.<br \/>\r\nO sagrado Alcor&atilde;o diz:<br \/>\r\n&ldquo;E por que n&atilde;o deve o Um lutar pela causa de Deus e daqueles que s&atilde;o fracos, mal-tratados (e oprimidos)? - Homens, mulheres, e crian&ccedil;as, cujo o grito &eacute; &ldquo;Nosso senhor! Salvai-nos desta cidade, cujos povos s&atilde;o opressores; e Levantai para n&oacute;s um que nos proteger&aacute;; e Levantai para n&oacute;s um que nos ajudar&aacute;! &ldquo; [Alcor&atilde;o 4:75]<br \/>\r\nAssim, o Isl&atilde;o ordena aos crentes a esfor&ccedil;arrem-se ao m&aacute;ximo, a purificarem-se, assim como estabelecer a paz e a justi&ccedil;a na sociedade. Um mu&ccedil;ulmano n&atilde;o pode descansar enquando vir injusti&ccedil;a e opress&atilde;o &agrave; sua volta.<br \/>\r\nComo Martin Luther King Jr. disse:<br \/>\r\n&ldquo;Nesta gera&ccedil;&atilde;o, n&oacute;s temos que nos arrepender, n&atilde;o meramente pelas palavras e as ac&ccedil;&otilde;es detest&aacute;veis de pessoas m&aacute;s, mas pelo apelativo sil&ecirc;ncio das pessoas boas.&rdquo;<br \/>\r\nO Isl&atilde;o ordena acima de tudo os mu&ccedil;ulmanos a trabalhar activamente para manter o contrapeso em tudo o que Deus criou. De qualquer modo independentemente da causa ser leg&iacute;tima ou n&atilde;o, o Sagrado Alcor&atilde;o nunca desculpa a matan&ccedil;a de povos inocentes. Aterrorizar a popula&ccedil;&atilde;o civil n&atilde;o pode nunca ser denominado como o Jihad e nunca ser reconciliado com o ensino do Isl&atilde;o.<br \/>\r\nHist&oacute;ria da toler&acirc;ncia:<br \/>\r\nMesmo os eruditos ocidentais repudiaram o mito de que os mu&ccedil;ulmanos for&ccedil;avam outros a converterem-se. O grande historiador De Lacy O&#39;Leary escreveu: &ldquo;A hist&oacute;ria torna-lo claro, que a lenda de fan&agrave;ticos mu&ccedil;ulmanos, varrendo atrav&eacute;s do mundo e for&ccedil;ando o Isl&atilde;o no ponto da espada em cima de povos conquistados &eacute; um dos mais fant&agrave;sticos e absurdos mitos que os historiadores t&ecirc;m vindo a repetir.&rdquo; [4]<br \/>\r\nOs mu&ccedil;ulmanos governaram Espanha por aproximadamente 800 anos. Durante este tempo, at&eacute; serem for&ccedil;ados a sair, os n&atilde;o-Mu&ccedil;ulmanos estavam vivos e procriavam-se. Adicionalmente, as minorias Judaicas e Crist&atilde;s sobreviveram em terras mu&ccedil;ulmanas do M&eacute;dio Oriente por s&eacute;culos. Os pa&iacute;ses tais como Egipto, Marrocos, Palestina, L&iacute;bano, Syria, e Jordania todos t&ecirc;m ima significativa popula&ccedil;&atilde;o Crist&atilde; e Judaica.<br \/>\r\nIsto n&atilde;o &eacute; surpresa para um mu&ccedil;ulmano, porque sua f&eacute; proibe-o de for&ccedil;ar outro a considerar o seu ponto de vista.<br \/>\r\nO Sagrado Alcor&atilde;o diz:<br \/>\r\n&ldquo;Deixe que n&atilde;o haja nenhuma obriga&ccedil;&atilde;o na religi&atilde;o: A verdade est&aacute; para fora desobstru&iacute;da do erro: quem quer que rejeita o mal e acredita em Deus, agarrou o mais de confiante punho que nunca quebra. E Deus tudo ouve e tudo sabe. [Alcor&atilde;o 2:256]<br \/>\r\nIsl&atilde;o- O Grande Unificador:<br \/>\r\nLonge de ser um dogma militante, Isl&atilde;o &eacute; uma maneira de vida que transcende a ra&ccedil;a e a afilia&ccedil;&atilde;o &eacute;tnica. O sagrado Alcor&atilde;o lembra-nos repetidamente de nossa origem comum:<br \/>\r\n&ldquo;Oh Humanidade! N&oacute;s cri&aacute;-mo-vos de um &uacute;nico (par), de um macho e de uma f&ecirc;mea, e fizemo-vos em na&ccedil;&otilde;es e em tribos, para que se possam conhecer (n&atilde;o para se desprezarem). Verdadeiramente o mais honrado de v&oacute;s &agrave; vista de Deus &eacute; (quem &eacute;) o mais &iacute;ntegro de v&oacute;s. E Deus tem o conhecimento de tudo e tudo Lhe &eacute; familiar.&rdquo; [Alcor&atilde;o 49:13]<br \/>\r\nAssim, &eacute; a universalidade dos seus ensinos que faz do Isl&atilde;o, a religi&atilde;o com mais r&aacute;pido crescimento no mundo. Num mundo cheio de conflitos, divis&atilde;o profunda entre seres humanos, um mundo que &eacute; amea&ccedil;ado com o terrorismo perpetrado por indiv&iacute;duos e por estados, Isl&atilde;o &eacute; um farol de luz que oferece esperan&ccedil;as para o futuro.<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n","excerpt":"","terms":"","visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":19690,"lft":6240,"rght":6241,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2016-08-17T22:32:05.000000Z","updated_at":"2026-05-29T14:51:14.000000Z","language_id":15,"user_id":2,"author_id":48,"publisher_id":48,"category_id":4,"parent_id":3193,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"www.islamic-invitation.com","category_name":"Misconceptions","category_slug":"Misconceptions","get_date":"2016-08-17","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt_what_islam_says_about_terrorism.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt_what_islam_says_about_terrorism.doc"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/com\/api\/articles\/o-que-diz-o-islao-acerca-do-terrorismouu"}