{"article":{"id":4533,"title":"Teu para\u00edso,teu inferno","slug":"teu-paraisoteu-inferno","word":"\/uploads\/articles\/pt_AMDNA_Teu_Para_so_teu_inferno.doc","pdf":"\/uploads\/articles\/pt_AMDNA_Teu_Para_so_teu_inferno.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/node\/type:node\/slug:teu-paraisoteu-inferno","hint":"<p dir=\"rtl\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\">\u0627\u0633\u0645 \u0627\u0644\u0645\u0642\u0627\u0644: \u062c\u0646\u062a\u0643 \u0648\u0646\u0627\u0631\u0643<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<hr \/>\r\n<div dir=\"rtl\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><span class=\"divx1\">\u0627\u0644\u0643\u0627\u062a\u0628: <\/span>\u0623\u0645\u064a\u0646 \u0627\u0644\u062f\u064a\u0646 \u0645\u062d\u0645\u062f \u0625\u0628\u0631\u0627\u0647\u064a\u0645<\/span><\/span><\/div>\r\n\r\n<hr \/>\r\n<p dir=\"rtl\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><span class=\"divx1\">\u0627\u0644\u0644\u063a\u0629: <\/span>\u0628\u0631\u062a\u063a\u0627\u0644\u064a<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<hr \/>\r\n<p dir=\"rtl\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><span class=\"divx1\">\u0646\u0628\u0630\u0629 \u0645\u062e\u062a\u0635\u0631\u0629: <\/span>\u0645\u0642\u0627\u0644\u0629 \u0628\u0627\u0644\u0644\u063a\u0629 \u0627\u0644\u0628\u0631\u062a\u063a\u0627\u0644\u064a\u0629 \u064a\u062a\u062d\u062f\u062b \u0641\u064a\u0647\u0627 \u0627\u0644\u0643\u0627\u062a\u0628 \u0639\u0646 \u0641\u0636\u0644 \u0628\u0631 \u0627\u0644\u0648\u0627\u0644\u062f\u064a\u0646 \u0648\u0645\u0643\u0627\u0646\u062a\u0647\u0627 \u0641\u0649 \u0627\u0644\u0625\u0633\u0644\u0627\u0645 \u0648\u0623\u0646\u0647\u0645\u0627 \u0628\u0627\u0628 \u0644\u0644\u0625\u0646\u0633\u0627\u0646 \u0625\u0645\u0627 \u0623\u0646 \u064a\u0648\u0635\u0644\u0647 \u0627\u0644\u0649 \u0627\u0644\u062c\u0646\u0629 \u0623\u0648 \u0625\u0644\u0649 \u0627\u0644\u0646\u0627\u0631\u060c \u0645\u0633\u062a\u062f\u0644\u0627 \u0639\u0644\u0649 \u0630\u0627\u0644\u0643 \u0628\u0622\u064a\u0627\u062a \u0627\u0644\u0642\u0631\u0622\u0646 \u0648\u0623\u062d\u0627\u062f\u064a\u062b \u0627\u0644\u0646\u0628\u064a - \u0635\u0644\u0649 \u0627\u0644\u0644\u0647 \u0639\u0644\u064a\u0647 \u0648\u0633\u0644\u0645\u200b -.<\/span><\/span><\/p>\r\n","body":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">A L M A D I N A<\/span><br \/>\r\n<strong><span style=\"color:#FF0000;\">TEU PARA&Iacute;SO, TEU INFERNO<\/span><\/strong><br \/>\r\n<span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Por: Sheikh Aminuddin Mohamad<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Certa vez algu&eacute;m perguntou ao Profeta Muhammad, S.A.W.: &ldquo;Qual &eacute; o direito dos pais sobre os seus filhos&rdquo;?<br \/>\r\nO Profeta S.A.W. respondeu: &ldquo;Eles s&atilde;o o teu Para&iacute;so ou o teu Inferno&rdquo;. (Ibn Majah)<br \/>\r\nEste eloquente hadith (orienta&ccedil;&atilde;o do Profeta) responde em meia d&uacute;zia de palavras, n&atilde;o s&oacute; &agrave; pergunta feita, mas tamb&eacute;m apresenta o motivo.<br \/>\r\nHonrar os nossos pais e cuidar deles no melhor das nossas capacidades, &eacute; nossa obriga&ccedil;&atilde;o, e nisso encontraremos a satisfa&ccedil;&atilde;o de Deus. Por outro lado, desrespeit&aacute;-los e desobedecer &agrave;s suas ordens ou recomenda&ccedil;&otilde;es, leva-nos &agrave;s portas do Inferno.<br \/>\r\n&Eacute; devido &agrave; import&acirc;ncia deste tema, que o Al-Qur&rsquo;&aacute;n nos ordena que observemos os nossos deveres para com os pais, logo a seguir aos deveres para com Deus.<br \/>\r\nDeus diz no Al-Qur&rsquo;&aacute;n, Cap. 31, Vers. 14:<br \/>\r\n&ldquo;Mostrai gratid&atilde;o a Mim e a vossos pais; para junto de mim ser&aacute; o retorno final&rdquo;.<br \/>\r\nNuma outra passagem no Cap. 17, Vers. 23, diz:<br \/>\r\n&ldquo;O teu Senhor ordenou que n&atilde;o adores a ningu&eacute;m sen&atilde;o a Ele; e que sejas bondoso para com teus pais, se um deles ou ambos atingirem a velhice, em tua companhia. N&atilde;o diga &ldquo;uff&rdquo;, nem os maltrates; outrossim, dirija-lhes palavras generosas. E por miseric&oacute;rdia (isto &eacute;, ternura), estende sobre eles a asa da humildade, e diz: &ldquo;&Oacute; Senhor meu! Tenha pena deles, como eles tiveram pena de mim, criando-me desde pequenino&rdquo;.<br \/>\r\nA met&aacute;fora &ldquo;Estende sobre eles a asa da humildade&rdquo; inspira-se no p&aacute;ssaro que, por compaix&atilde;o, estende as suas asas sobre as suas crias, protegendo-as das adversidades.<br \/>\r\nOs vers&iacute;culos atr&aacute;s citados merecem uma reflex&atilde;o. &Eacute; facto que a rela&ccedil;&atilde;o entre pais e filhos &eacute; algo &uacute;nico e diferente de todas as outras rela&ccedil;&otilde;es humanas. Os pais sacrificam tudo a favor dos seus filhos, e nutrem um desejo genu&iacute;no que eles sejam melhores que os pais em todos os aspectos, sem esperar seja o que for em retorno.<br \/>\r\nDe facto, o amor dos pais &eacute; uma parte do amor divino. Enquanto o amor dos pais &eacute; quase instintivo, a forma como n&oacute;s tratamos os nossos pais, foi deixado ao nosso crit&eacute;rio, podendo optar por honr&aacute;-los e ser-lhes obedientes, ou escolher o contr&aacute;rio. Da&iacute; a refer&ecirc;ncia ao Para&iacute;so ou ao Inferno.<br \/>\r\n&Eacute; atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio da nossa op&ccedil;&atilde;o que escolhemos o caminho do Inferno. Nunca podemos pensar que j&aacute; fizemos tudo o que t&iacute;nhamos a fazer a favor dos nossos pais.<br \/>\r\nEste &eacute; um conceito de fam&iacute;lia muito diferente do que n&oacute;s vemos hoje em dia, em que algumas pessoas assemelham a fam&iacute;lia ao ninho de passarinho.<br \/>\r\nOs passarinhos, t&atilde;o pequeninos que s&atilde;o, ficam no ninho, sendo cuidados pelos pais. Logo que eles crescem, deixam o ninho para viverem a sua pr&oacute;pria vida. Claro que os p&aacute;ssaros j&aacute; crescidos n&atilde;o reconhecem nem cuidam dos pais, dos av&oacute;s, dos tios ou quaisquer outros parentes, pois para eles est&aacute; tudo bem, j&aacute; que n&atilde;o t&ecirc;m que criar uma sociedade ou edificar uma civiliza&ccedil;&atilde;o.<br \/>\r\nInfelizmente, esta situa&ccedil;&atilde;o reflecte a realidade da vida nos nossos dias, que atingiu o n&iacute;vel dos p&aacute;ssaros e das bestas. Agora o pai &eacute; &ldquo;o velho&rdquo;, e o gritos de guerra do jovem s&atilde;o: &ldquo;esta &eacute; a minha vida&rdquo; e &ldquo;deixa-me em paz&rdquo;. E tanto a estrutura legal como os media tamb&eacute;m apoiam esta tese.<br \/>\r\nA estrutura da fam&iacute;lia est&aacute; de tal maneira desintegrada que se torna irreconhec&iacute;vel, pois as rela&ccedil;&otilde;es humanas foram completamente destru&iacute;das. Os velhos vivem uma vida triste em lares da terceira idade e j&aacute; ningu&eacute;m confia em ningu&eacute;m.<br \/>\r\nComparando &agrave; triste situa&ccedil;&atilde;o que hoje se vive, a vida familiar nas sociedades mu&ccedil;ulmanas ainda continua sendo uma grande b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o obstante o estado geral de decl&iacute;nio social nas sociedades mu&ccedil;ulmanas, pois agora a fam&iacute;lia mu&ccedil;ulmana est&aacute; sob investida em todas as direc&ccedil;&otilde;es. Em nome dos Direitos da Crian&ccedil;a, a linha central de ataque incita-as a rebelarem-se contra os pais, pondo em causa a sua autoridade.<br \/>\r\n&Eacute; recomend&aacute;vel que nos lembremos a n&oacute;s e aos nossos filhos, os ensinamentos issl&acirc;micos acerca dos pais. Eis aqui alguns dos ensinamentos:<br \/>\r\n- Devemos honrar e respeitar os pais em todas as circunst&acirc;ncias, pois isso &eacute; um direito seu, ainda<br \/>\r\n&nbsp; que eles n&atilde;o sejam mu&ccedil;ulmanos.<br \/>\r\n&nbsp; Na nossa conduta para com eles, n&atilde;o devemos proferir nenhuma palavra, ou demonstrar alguma<br \/>\r\n&nbsp; forma de irrita&ccedil;&atilde;o para com eles. Perante eles devemos ter uma atitude humilde.<br \/>\r\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; - Devemos ser obedientes dentro dos limites do Sharia, pois o Profeta Muhammad S.A.W. diz:<br \/>\r\n&nbsp; &ldquo;N&atilde;o h&aacute; obedi&ecirc;ncia &agrave; criatura quando o Criador estiver a ser desobedecido.<br \/>\r\n- Dentro dos limites do Sharia, a pessoa deve-lhes obedi&ecirc;ncia, ainda que eles tenham sido injustos<br \/>\r\n&nbsp; no passado.<br \/>\r\n- As obriga&ccedil;&otilde;es do Sharia n&atilde;o est&atilde;o sujeitas &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o dos pais, enquanto que os actos volunt&aacute;-<br \/>\r\n&nbsp; rios est&atilde;o. Por exemplo, os te&oacute;logos defendem que, viajar para longe de casa a fim de convidar<br \/>\r\n&nbsp; as pessoas a abra&ccedil;arem o Isslam, apesar de ser um acto altamente virtuoso, &eacute; sobretudo um acto<br \/>\r\n&nbsp; acto volunt&aacute;rio, pelo que est&aacute; sujeito &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o dos pais.<br \/>\r\n- Faz tamb&eacute;m parte dos seus direitos, orar a seu favor, tanto quando ainda estiverem vivos, como<br \/>\r\n&nbsp; depois da sua morte.<br \/>\r\n- A boa conduta para com os pais deve igualmente ser estendida aos seus amigos e familiares.<br \/>\r\n- Enquanto fazemos tudo isto com um senso profundo de gratid&atilde;o, e na perspectiva de recompensa<br \/>\r\n&nbsp; na outra vida, &eacute; igualmente importante lembrar que o bom ou mau comportamento para com os<br \/>\r\n&nbsp; pais, tamb&eacute;m traz a respectiva recompensa e castigo neste Mundo.<br \/>\r\n&nbsp; Os que afligem os seus pais, tamb&eacute;m ser&atilde;o afligidos, e os que lhes proporcionam alegria, tamb&eacute;m<br \/>\r\n&nbsp; ter&atilde;o alegria nesta vida, pois bem diz o ditado: &ldquo;C&aacute; se faz, c&aacute; se paga&rdquo;. &nbsp;<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n","excerpt":"","terms":"","visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":4723,"lft":8839,"rght":8840,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2016-08-07T21:23:38.000000Z","updated_at":"2026-04-12T20:50:21.000000Z","language_id":15,"user_id":2,"author_id":763,"publisher_id":41,"category_id":23,"parent_id":null,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"\u0623\u0645\u064a\u0646 \u0627\u0644\u062f\u064a\u0646 \u0645\u062d\u0645\u062f \u0625\u0628\u0631\u0627\u0647\u064a\u0645","category_name":"Jurisprudence","category_slug":"Jurisprudence","get_date":"2016-08-07","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt_AMDNA_Teu_Para_so_teu_inferno.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt_AMDNA_Teu_Para_so_teu_inferno.doc"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/index.php\/bas\/api\/articles\/teu-paraisoteu-inferno"}