{"article":{"id":3179,"title":"--- Bilal Ibn Rabah ---","slug":"----bilal-ibn-rabah----","word":"\/uploads\/articles\/pt-Bilal Ibn Rabah.docx","pdf":"\/uploads\/articles\/pt-Bilal Ibn Rabah.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/nodes\/view\/type:article\/slug:----bilal-ibn-rabah----","hint":"","body":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: xx-large;\"><strong><strong><strong>Bilal Ibn Rabah<\/strong><\/strong><\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong><img style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/articles\/images\/Bilal_Ibn_Rabah_(part_1_of_2)._001.jpg\" alt=\"Bilal-Ibn-Rabah1.jpg\" \/><br \/><\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>(parte 1 de 2): Da escravid&atilde;o &agrave; liberdade<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><em>&ldquo;Estava presente... quando Mohammad, o mensageiro de Deus, caminhava na terra.<\/em>&nbsp;<em>Ouvi o que ele disse e vi o que ele disse...&rdquo; Assim come&ccedil;a um livro baseado na vida de um dos companheiros mais pr&oacute;ximos do profeta Muhammad - Bilal Ibn Rabah.<\/em><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Bilal era um escravo negro, quase certamente o filho de escravos, e acredita-se que era da Abiss&iacute;nia (agora conhecida como Eti&oacute;pia).&nbsp; Nascido em servid&atilde;o, provavelmente nunca esperou que a vida lhe oferecesse mais do que trabalho duro e dor.&nbsp; Entretanto, Bilal andou pela terra em uma &eacute;poca muito importante.&nbsp; Era um escravo na cidade de Meca quando um homem iletrado come&ccedil;ou a chamar as pessoas para adorar o Deus &Uacute;nico.&nbsp; Esse homem era Muhammad, o Mensageiro de Deus, que Deus o louve, e sua mensagem era para toda a humanidade.&nbsp;<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Quando uma pessoa &eacute; pobre ou destitu&iacute;da, faminta ou tem medo, ou tem marcas de espancamento e destru&iacute;do, uma mensagem imbu&iacute;da com os conceitos de miseric&oacute;rdia, perd&atilde;o e justi&ccedil;a &eacute; muito atraente.&nbsp; Os destitu&iacute;dos eram exatamente o tipo de pessoas que corriam para o lado do profeta Muhammad, ansiosos por conforto em suas palavras e atos.&nbsp; Bilal, possivelmente o primeiro africano a se converter ao Isl&atilde;, aceitou a mensagem de todo o cora&ccedil;&atilde;o.&nbsp; A vida para Bilal era fazer valer a pena algo importante.&nbsp; Como um homem se afogando que se agarra a uma corda que o levar&aacute; para a seguran&ccedil;a, Bilal se agarrou &agrave;s palavras do Deus &Uacute;nico e elas foram essenciais para salvar sua vida.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Bilal ouvia a mensagem de Muhammad, que Deus &eacute; &Uacute;nico, o Todo-Poderoso, Misericordioso, mas tamb&eacute;m ouvia as palavras de seu dono.&nbsp; Umayya ibn Khalaf, um mecano rico, estava preocupado que seu sustento baseado na idolatria seria prejudicado pela mensagem de Muhammad.&nbsp; Falou com outros que tamb&eacute;m estavam preocupados com as mudan&ccedil;as no cen&aacute;rio pol&iacute;tico e religioso de Meca, dizendo: &ldquo;Muhammad nunca foi um mentiroso, m&aacute;gico ou louco, mas temos que descrev&ecirc;-lo dessa forma at&eacute; que afastemos dele aqueles que correm para sua religi&atilde;o.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">De acordo com o bi&oacute;grafo Ibn Ishaq e outros<a title=\" Ibn Hisham &amp; Talqih Fuham Alil Athar p61.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4722\/#_ftn22872\">[1]<\/a>, Bilal sofreu terrivelmente por sua aceita&ccedil;&atilde;o imediata da mensagem de Muhammad.&nbsp; Conta-se que lhe batiam sem miseric&oacute;rdia, arrastado pelas ruas e vales de Meca pelo pesco&ccedil;o e sujeito a longos per&iacute;odos sem comida ou &aacute;gua.&nbsp; Relata-se que seu dono Umayya ibn Khalaf &ldquo;na parte mais quente do dia o deitou de costas no ch&atilde;o do vale, colocou uma grande pedra sobre seu peito e disse &lsquo;ficar&aacute; a&iacute; at&eacute; que morra ou negue Muhammad e adore al-Lat e al-&rsquo;Uzza&rsquo;&rdquo;<a title=\"Idolatria pelo povo de Meca. \" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4722\/#_ftn22873\">[2]<\/a>.&nbsp; Bilal n&atilde;o renunciou ao Isl&atilde; e no meio de seu sofrimento pronunciou uma &uacute;nica palavra -&nbsp;<em>Ahad<\/em><em>&nbsp;<\/em>(significando Deus &Uacute;nico)&nbsp;<a title=\"A palavra &aacute;rabe Ahad &eacute; usada no lugar da palavra em portugu&ecirc;s um ou da palavra &aacute;rabe wahad por causa de seu significado - n&atilde;o apenas o n&uacute;mero, mas Deus &Uacute;nico.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4722\/#_ftn22874\">[3]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Not&iacute;cias do escravo que clamou que &ldquo;Deus &eacute; &Uacute;nico!&rdquo; mesmo no meio de tortura logo alcan&ccedil;ou o profeta Muhammad e seus companheiros.&nbsp; Abu Bakr, o amigo mais pr&oacute;ximo do profeta Muhammad e um negociante rico de status equivalente ao de Umaya, foi enviado para investigar.&nbsp;&nbsp; Chegou ao vale onde Bilal estava sendo torturado para divers&atilde;o. Abu Bakr n&atilde;o perdeu sua paci&ecirc;ncia, porque n&atilde;o era o seu comportamento, mas argumentou com os torturadores.&nbsp; Disse para Umaya: &ldquo;N&atilde;o teme a Deus pelo tratamento dado a esse pobre homem?&rdquo;&nbsp; Ele respondeu dizendo: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; um dos que o corromperam, ent&atilde;o o salve desse sofrimento!&rdquo; Abu Bakr respondeu: &ldquo;Ent&atilde;o o venda para mim. Diga seu pre&ccedil;o.&rdquo; Umaya era um homem de neg&oacute;cios e n&atilde;o podia abrir m&atilde;o de um lucro. Ent&atilde;o vendeu Bilal por um bom pre&ccedil;o. Para humilhar Bilal, acrescentou: &ldquo;Eu o teria vendido a voc&ecirc; mesmo que me oferecesse somente uma on&ccedil;a de ouro.&rdquo;&nbsp; Abu Bakr respondeu: &ldquo;Eu o teria comprado de voc&ecirc; mesmo que tivesse pedido cem on&ccedil;as.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Bilal recebeu cuidados e recuperou a sa&uacute;de.&nbsp; Quando se recuperou foi levado ao profeta Muhammad e ficou do seu lado dando apoio e chamando outros para o Isl&atilde;. Na &eacute;poca do profeta Muhammad a escravid&atilde;o era uma institui&ccedil;&atilde;o enraizada em todo o mundo.&nbsp; As leis do Isl&atilde; buscaram emancipar os escravos. Deus menciona no Alcor&atilde;o que a expia&ccedil;&atilde;o para muitos pecados &eacute; libertar um escravo e &eacute; considerado um ato de piedade.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Bilal amava estar na companhia do profeta Muhammad e se tornou excepcionalmente pr&oacute;ximo dele.&nbsp; V&aacute;rias tradi&ccedil;&otilde;es mencionam que Bilal tinha a honra de acordar o profeta todas as manh&atilde;s e de passar o maior tempo poss&iacute;vel em sua companhia.&nbsp; A hist&oacute;ria de Bilal geralmente &eacute; usada para demonstrar a import&acirc;ncia do pluralismo e da igualdade racial no Isl&atilde;.&nbsp; O mais importante &eacute; um exemplo de a virtude ser a medida de um homem, ao inv&eacute;s de ra&ccedil;a, etnia ou status social.&nbsp;<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Em parte 2 aprenderemos mais sobre Bilal, a migra&ccedil;&atilde;o mu&ccedil;ulmana para Medina e a grande honra concedida a Bilal, o escravo liberto da Abiss&iacute;nia.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<hr size=\"2\" \/>\r\n<\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Notas de rodap&eacute;:<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4722\/#_ftnref22872\">[1]<\/a>&nbsp;Ibn Hisham &amp; Talqih Fuham Alil Athar p61.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4722\/#_ftnref22873\">[2]<\/a>Idolatria pelo povo de Meca.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4722\/#_ftnref22874\">[3]<\/a>A palavra &aacute;rabe Ahad &eacute; usada no lugar da palavra em portugu&ecirc;s&nbsp;<em>um<\/em>&nbsp;ou da palavra &aacute;rabe<em>wahad<\/em>&nbsp;por causa de seu significado - n&atilde;o apenas o n&uacute;mero, mas&nbsp;<em>Deus &Uacute;nico<\/em>.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>(parte 2 de 2): O primeiro muezzin do Isl&atilde;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A aceita&ccedil;&atilde;o do Isl&atilde; por Bilal Ibn Rabah &eacute; uma hist&oacute;ria poderosa, envolvendo escravid&atilde;o, convers&atilde;o, tortura e resgate.&nbsp; Toca aspectos do racismo, &eacute; uma li&ccedil;&atilde;o sobre pluralismo e nos ensina que a piedade &eacute; a &uacute;nica maneira de medir o valor de uma pessoa. A hist&oacute;ria de Bilal &eacute; tamb&eacute;m a hist&oacute;ria do adhan, ou chamada para a ora&ccedil;&atilde;o, porque Bilal tamb&eacute;m foi o primeiro muezzin do Isl&atilde;<a title=\" Aquele que chama os crentes para a ora&ccedil;&atilde;o.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftn22972\">[1]<\/a>.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Em todo o mundo, um dos s&iacute;mbolos mais comoventes do Isl&atilde; &eacute; a chamada melodiosa para a ora&ccedil;&atilde;o. Seu som sublime ecoa atrav&eacute;s de cidades e prados, praias, em campos f&eacute;rteis e em vales est&eacute;reis.&nbsp; Uma vez ouvido, o som do adhan nunca &eacute; esquecido e muitas pessoas entraram na religi&atilde;o do Isl&atilde; simplesmente ao ouvir esse som cheio de alma.&nbsp; O&nbsp;<em>adhan<\/em>, que significa an&uacute;ncio, &eacute; mencionado apenas uma vez no Alcor&atilde;o, mas desempenha uma parte fundamental na vida de um mu&ccedil;ulmano.&nbsp;<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Aqueles que nascem no Isl&atilde; geralmente &eacute; o primeiro som que ouvem.&nbsp; Imediatamente ap&oacute;s o nascimento, o pai ou qualquer outro mu&ccedil;ulmano importante na vida da crian&ccedil;a, segura o rec&eacute;m-nascido e sussurra as palavras do adhan em seu ouvido direito.&nbsp; A hora da ora&ccedil;&atilde;o &eacute; anunciada cinco vezes ao dia, de altos minaretes ou rel&oacute;gios e computadores.&nbsp; Quando um mu&ccedil;ulmano ouve o adhan, come&ccedil;a a prepara&ccedil;&atilde;o para a ora&ccedil;&atilde;o. Bilal, por causa de sua bela voz, teve a honra de ser o primeiro homem no mundo a chamar o&nbsp;<em>adhan<\/em>&nbsp;e chamar os adoradores para a ora&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;&Oacute; crentes, quando fordes convocados, para a Ora&ccedil;&atilde;o da Sexta-feira, recorrei &agrave; recorda&ccedil;&atilde;o de Deus e abandonai os vossos neg&oacute;cios; isso ser&aacute; prefer&iacute;vel, se quereis saber.&rdquo; (Alcor&atilde;o 62:9)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">No ano 622 o profeta Muhammad, Bilal e a maior parte da comunidade mu&ccedil;ulmana em fuga migrou para Medina.&nbsp; Foi l&aacute; que o profeta Muhammad, que Deus o exalte, come&ccedil;ou o trabalho de estabelecer a na&ccedil;&atilde;o mu&ccedil;ulmana. Bilal estava a seu lado sempre que poss&iacute;vel e como disse um comentador: &ldquo;Todo evento na vida de Muhammad era um evento na vida de Bilal&rdquo;&nbsp;<a title=\" H.A.L Craig.&nbsp; (http:\/\/www.alhamra.com\/Excerpts\/BilalExcerpt.htm)\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftn22973\">[2]<\/a>.&nbsp; Diz-se que Bilal era t&atilde;o pr&oacute;ximo ao profeta Muhammad que tinha o dever de acord&aacute;-lo pela manh&atilde;.<a title=\" Barry Hoberman (http:\/\/www.saudiaramcoworld.com\/issue\/198304\/the.first.muezzin.htm)\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftn22974\">[3]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">De acordo com as tradi&ccedil;&otilde;es aut&ecirc;nticas, o profeta Muhammad estava preocupado e ansioso para encontrar uma forma de convocar os mu&ccedil;ulmanos para a ora&ccedil;&atilde;o. Queria algo &uacute;nico. Foi aqui que Abdullah bin Zaid, um dos companheiros, informou ao profeta sobre um sonho que tinha tido.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">&ldquo;Nele aparecia para mim em um sonho um homem usando duas vestimentas verdes, em cuja m&atilde;o estava um sino. Disse: &ldquo;&Oacute; servo de Deus, voc&ecirc; vai vender esse sino?&rdquo;. Ele disse: &ldquo;O que voc&ecirc; far&aacute; com isso?&rdquo; Eu disse: &ldquo;Chamaremos as pessoas para a ora&ccedil;&atilde;o com ele.&rdquo;&nbsp; Ele disse: &ldquo;Posso mostrar algo melhor?&rdquo; Eu disse: &ldquo;Sim.&rdquo;&nbsp; Ele disse: &ldquo;Diga Allaahu akbar Allaah akbar &hellip;&rdquo;<a title=\" Ahmad, At-Tirmidhi, Abu Dawood, &amp; Ibn Majah\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftn22975\">[4]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Deus &eacute; Grande!&nbsp; Deus &eacute; Grande!&nbsp; Testemunho que n&atilde;o h&aacute; verdadeira divindade, exceto Deus.&nbsp; Testemunho que Muhammad &eacute; o Mensageiro de Deus.&nbsp; Venha para a ora&ccedil;&atilde;o!&nbsp; Venha para a ora&ccedil;&atilde;o!&nbsp; Venha para a salva&ccedil;&atilde;o! Venha para a salva&ccedil;&atilde;o! Deus &eacute; Grande! Deus &eacute; Grande!&nbsp; N&atilde;o h&aacute; verdadeira divindade, exceto Deus.<a title=\"Tradu&ccedil;&atilde;o para o portugu&ecirc;s\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftn22976\">[5]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A tradi&ccedil;&atilde;o continua.&nbsp; &ldquo;O profeta Muhammad ouviu a descri&ccedil;&atilde;o do sonho e disse: &ldquo;Esse &eacute; um sonho verdadeiro (significando um sonho enviado por Deus).&nbsp; Pegue Bilal e diga o que viu e ensine as palavras para que ele possa fazer o chamado, porque ele tem uma voz bonita.&rdquo;&nbsp; Ent&atilde;o fui at&eacute; Bilal, contei a ele meu sonho e ele fez o chamado para a ora&ccedil;&atilde;o.&nbsp; Umar ibn al-Khattab ouviu o chamado enquanto estava em sua casa, saiu, arrastando seu manto e dizendo: &ldquo;Por Aquele que o enviou com a verdade, &Oacute; Mensageiro de Deus, tive o mesmo sonho.&rdquo;&nbsp; O profeta Muhammad ficou satisfeito e disse: &ldquo;Louvado seja Deus.&rdquo;<a title=\" Ahmad, At-Tirmidhi, Abu Dawood, &amp; Ibn Majah\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftn22977\">[6]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Na d&eacute;cada ap&oacute;s a migra&ccedil;&atilde;o, Bilal acompanhou o profeta Muhammad em todas as suas expedi&ccedil;&otilde;es militares e teve a honra de carregar a lan&ccedil;a do profeta Muhammad. Lutou na batalha de Badr e como consequ&ecirc;ncia matou seu antigo dono, Umaya ibn Khalaf. &nbsp;Bilal tamb&eacute;m estava presente na batalha de Uhud e na batalha de Trench.<a title=\" H.A.L Craig.&nbsp; (http:\/\/www.alhamra.com\/Excerpts\/BilalExcerpt.htm)\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftn22978\">[7]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A vida de Bilal ap&oacute;s sua convers&atilde;o ao Isl&atilde; teve muitos momentos de grande alegria. Entretanto, sua maior honra deve ter sido em 630 EC, em uma ocasi&atilde;o considerada como um dos momentos mais consagrados na hist&oacute;ria isl&acirc;mica.&nbsp; Depois que os ex&eacute;rcitos mu&ccedil;ulmanos tinham conquistado Meca, Bilal ascendeu ao topo da Caaba, a casa de Deus, para chamar os crentes para a ora&ccedil;&atilde;o.&nbsp; Essa foi a primeira vez que o chamado para a ora&ccedil;&atilde;o foi ouvido dentro da cidade mais sagrada do Isl&atilde;.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Depois da morte do profeta Muhammad, Bilal nunca mais se sentiu o mesmo.&nbsp; Um dia ap&oacute;s a morte do profeta, Bilal foi fazer o adhan usual para a ora&ccedil;&atilde;o da manh&atilde;.&nbsp; Enquanto fazia o adhan se abateu e l&aacute;grimas come&ccedil;aram a rolar por seu rosto.&nbsp; Conseguiu terminar o resto do adhan em voz baixa.&nbsp; Depois disso, Bilal parou de chamar o&nbsp;<em>adhan<\/em>&nbsp;em Medina.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">As mem&oacute;rias de Medina eram muito dif&iacute;ceis e ele partiu.&nbsp; Posteriormente, ao visitar Medina a pedido dos netos do profeta Muhammad, concordou em fazer o<em>adhan<\/em>.&nbsp; Mem&oacute;rias antigas que estavam em seu cora&ccedil;&atilde;o foram reavivadas e aqueles que tinham experimentado os dias dourados como profeta Muhammad n&atilde;o conseguiram segurar suas l&aacute;grimas.&nbsp;<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Acredita-se que Bilal morreu na S&iacute;ria entre 638 e 642 EC. O Imam al-Suyuti&nbsp;em seu&nbsp;livro &lsquo;Tarikh al-Khulafa&rsquo;&nbsp;escreve, &ldquo;Ele (Bilal) morreu em Damasco quando estava com sessenta anos.&rdquo; Outros s&atilde;o de opini&atilde;o que ele morreu em Medina.&nbsp; Estamos certos que sua morada eterna &eacute; o para&iacute;so, porque o profeta Muhammad, que Deus o exalte, chamou Bilal de &ldquo;um homem do para&iacute;so&rdquo;<a title=\" Saheeh Muslim\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftn22979\">[8]<\/a>.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<hr size=\"2\" \/>\r\n<\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Notas de rodap&eacute;:<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftnref22972\">[1]<\/a>&nbsp;Aquele que chama os crentes para a ora&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftnref22973\">[2]<\/a>&nbsp;H.A.L Craig.&nbsp; (http:\/\/www.alhamra.com\/Excerpts\/BilalExcerpt.htm)<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftnref22974\">[3]<\/a>&nbsp;Barry Hoberman<\/span><br \/><span style=\"font-size: large;\"> (http:\/\/www.saudiaramcoworld.com\/issue\/198304\/the.first.muezzin.htm)<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftnref22975\">[4]<\/a>&nbsp;<em>Ahmad, At-Tirmidhi, Abu Dawood, &amp; Ibn Majah<\/em><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftnref22976\">[5]<\/a>Tradu&ccedil;&atilde;o para o portugu&ecirc;s<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftnref22977\">[6]<\/a>&nbsp;<em>Ahmad, At-Tirmidhi, Abu Dawood, &amp; Ibn Majah<\/em><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftnref22978\">[7]<\/a>&nbsp;H.A.L Craig.&nbsp; (http:\/\/www.alhamra.com\/Excerpts\/BilalExcerpt.htm)<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/4744\/#_ftnref22979\">[8]<\/a>&nbsp;<em>Saheeh Muslim<\/em><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","excerpt":"","terms":null,"visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":7459,"lft":6176,"rght":6177,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2014-12-16T22:46:00.000000Z","updated_at":"2026-04-06T04:54:56.000000Z","language_id":15,"user_id":13,"author_id":723,"publisher_id":0,"category_id":20,"parent_id":3176,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"\u0639\u0627\u0626\u0634\u0629 \u0633\u062a\u0627\u0633\u064a","category_name":"Biographies & Scholars","category_slug":"Biographies-Scholars","get_date":"2014-12-16","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt-Bilal Ibn Rabah.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt-Bilal Ibn Rabah.docx"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/index.php\/com\/api\/articles\/----bilal-ibn-rabah----"}