{"article":{"id":268,"title":"Os Milagres de Muhammad","slug":"os-milagres-de-muhammad","word":"\/uploads\/articles\/pr-The Miracles of Muhammad.docx","pdf":"\/uploads\/articles\/pr-The Miracles of Muhammad.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/nodes\/view\/type:article\/slug:os-milagres-de-muhammad","hint":"","body":"<h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: xx-large;\">Os Milagres de Muhammad<\/span><\/h1>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Evid&ecirc;ncia 6: Milagres de Muhammad<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Al&eacute;m do maior milagre dado a ele, o Alcor&atilde;o, o Profeta Muhammad realizou muitos milagres f&iacute;sicos testemunhados por seus contempor&acirc;neos. Eles foram centenas e, em alguns casos, milhares.<a title=\" Os milagres passam de mil. Veja &lsquo;Muqaddima Sharh&rsquo; Saheeh Muslim&rsquo; de&nbsp; al-Nawawi e &lsquo;al-Madkhal&rsquo; de al-Baihaqi.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/150\/#_ftn14111\">[1]<\/a>&nbsp; Os relatos de milagres chegaram at&eacute; n&oacute;s atrav&eacute;s de m&eacute;todos fortes e confi&aacute;veis de transmiss&atilde;o, que n&atilde;o foram equiparados na hist&oacute;ria mundial.&nbsp; &Eacute; como se os milagres fossem realizados na frente de nossos olhos.&nbsp; O m&eacute;todo meticuloso de transmiss&atilde;o &eacute; o que nos convence que Muhammad de fato realizou esses grandes milagres com a ajuda divina e, portanto, podemos acreditar quando ele disse,&nbsp;<em>&lsquo;Eu sou Mensageiro de Deus.&rsquo;<\/em><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Os maiores milagres de Muhammad foram testemunhados por milhares de crentes e c&eacute;ticos, ap&oacute;s o que vers&iacute;culos do Alcor&atilde;o foram revelados mencionando os eventos sobrenaturais.&nbsp; O Alcor&atilde;o tornou alguns milagres eternos ao grav&aacute;-los na consci&ecirc;ncia dos crentes.&nbsp; Os antigos detratores simplesmente se mantinham em sil&ecirc;ncio quando esses vers&iacute;culos eram recitados.&nbsp; Se esses milagres n&atilde;o tivessem ocorrido, eles teriam aproveitado a oportunidade para desmentir Muhammad.&nbsp; Mas o oposto aconteceu.&nbsp; Os crentes ficaram mais certos da verdade de Muhammad e do Alcor&atilde;o.&nbsp; O fato de que os crentes ficaram mais fortes em sua f&eacute; e o sil&ecirc;ncio dos descrentes, que n&atilde;o negaram a sua ocorr&ecirc;ncia, &eacute; reconhecimento de ambos os lados de que os milagres ocorreram exatamente como o Alcor&atilde;o descreve.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Nessa se&ccedil;&atilde;o discutiremos alguns dos milagres f&iacute;sicos realizados por Muhammad, que Deus o exalte.<\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Milagres v&ecirc;m de Poder Divino<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Um milagre &eacute; um dos fatores que fortalecem a reivindica&ccedil;&atilde;o de um profeta de Deus. Os milagres n&atilde;o devem ser a ess&ecirc;ncia da cren&ccedil;a, j&aacute; que eventos sobrenaturais tamb&eacute;m podem ocorrer atrav&eacute;s do uso de magia e de dem&ocirc;nios.&nbsp;&nbsp;A verdade da miss&atilde;o prof&eacute;tica &eacute; clara e evidente na pr&oacute;pria mensagem trazida, j&aacute; que Deus instilou a capacidade, embora limitada, nos humanos, para reconhecerem a verdade como ela &eacute;, especificamente no caso do monote&iacute;smo. Mas para fortalecer ainda mais o argumento da Miss&atilde;o Prof&eacute;tica, Deus realizou milagres nas m&atilde;os de Seus Profetas, de Mois&eacute;s, Jesus a Muhammad.&nbsp;&nbsp;Por essa raz&atilde;o, Deus n&atilde;o produziu milagres diante da exig&ecirc;ncia dos habitantes de Meca, mas o Deus S&aacute;bio deu a Muhammad os milagres que Ele desejava no momento que Ele escolheu:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;E dizem: &lsquo;N&atilde;o creremos em ti, a menos que nos fa&ccedil;as brotar um manancial da terra, ou que possuas um jardim de tamareiras e videiras, em meio ao qual fa&ccedil;as brotar rios abundantes. Ou que fa&ccedil;as cair os c&eacute;us em peda&ccedil;os sobre n&oacute;s, como disseste (que aconteceria), ou nos apresentes Deus e os anjos em pessoa, ou que possuas uma casa adornada com ouro, ou que escales o c&eacute;us. &nbsp;&nbsp;Mas jamais creremos na tua ascens&atilde;o, at&eacute; que nos apresentes um livro que possamos ler.&rsquo;&nbsp; Dize-lhes: &lsquo;Glorificado seja o meu Senhor! Sou, porventura, algo mais do que um Mensageiro humano?&rsquo;&rsquo;&rsquo; (Alcor&atilde;o 17:90-93)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A resposta foi:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;E n&atilde;o enviamos os sinais somente porque os primitivos os desmentiram. Hav&iacute;amos apresentado ao povo de Tamud a camela como um sinal evidente, e eles a trataram erradamente; por&eacute;m, jamais enviamos sinais, sen&atilde;o para adverti-los.&rdquo; (Alcor&atilde;o 17:59)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Quando demandaram de forma ostensiva, Deus em Sua sabedoria sabia que eles n&atilde;o acreditariam, ent&atilde;o Ele se recusou a mostrar-lhes milagres:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Juraram solenemente por Deus que, se lhes chegasse um sinal, creriam nele. Dize-lhes: Os sinais s&oacute; est&atilde;o em poder de Deus. Por&eacute;m, quem poder&aacute; fazer-vos compreender que, ainda que isto se verificasse, n&atilde;o creriam? Assim confundimos seus cora&ccedil;&otilde;es e seus olhos, tal como fizemos quando disso duvidaram pela primeira vez, e os abandonamos, vacilantes, em sua transgress&atilde;o.&rdquo;&nbsp;<\/strong><strong>(Alcor&atilde;o 6:109-110)<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">N&oacute;s reunimos aqui alguns dos maiores milagres f&iacute;sicos realizados pelo Profeta Muhammad.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<hr size=\"2\" \/>\r\n<\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Footnotes:<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/150\/#_ftnref14111\">[1]<\/a>&nbsp;Os milagres passam de mil. Veja&nbsp;&lsquo;<em>Muqaddima Sharh<\/em>&rsquo;&nbsp;<em>Saheeh Muslim<\/em>&rsquo; de&nbsp;&nbsp;<em>al-Nawawi<\/em>&nbsp;e &lsquo;<em>al-Madkhal<\/em>&rsquo; de&nbsp;<em>al-Baihaqi.<\/em><\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Divis&atilde;o da Lua<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Uma das vezes em que Deus realizou milagres nas m&atilde;os do Profeta foi quando os habitantes de Meca exigiram ver um milagre de Muhammad para mostrar sua autenticidade.&nbsp; Deus dividiu a lua em duas metades separadas e depois as reuniu.&nbsp; O Alcor&atilde;o registrou o evento:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;A Hora (do Ju&iacute;zo) se aproxima, e a lua se fendeu.&rdquo; (Alcor&atilde;o 54:1)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O Profeta Muhammad recitava esses vers&iacute;culos do Alcor&atilde;o em grandes congrega&ccedil;&otilde;es da ora&ccedil;&atilde;o semanal de sexta-feira e nas ora&ccedil;&otilde;es bianuais do Eid.<a title=\" Saheeh Muslim.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftn14112\">[1]<\/a>&nbsp; Se o evento nunca tivesse acontecido, os pr&oacute;prios mu&ccedil;ulmanos teriam duvidado de sua religi&atilde;o e muitos a teriam abandonado!&nbsp; Os habitantes de Meca teriam dito, &lsquo;Hei, seu profeta &eacute; um mentiroso, a lua nunca se dividiu e n&oacute;s nunca a vimos dividida!&rsquo;&nbsp; Ao contr&aacute;rio, os crentes ficaram mais fortes em sua f&eacute; e a &uacute;nica explica&ccedil;&atilde;o que os habitantes de Meca puderam arranjar foi que era &lsquo;um passe de m&aacute;gica!&rsquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;A Hora (do Ju&iacute;zo) se aproxima, e a lua se fendeu.&rdquo;&nbsp; Por&eacute;m, se presenciam algum sinal, afastam-se, dizendo: &Eacute; magia reiterada! E o rejeitam, e persistem em suas lux&uacute;rias; por&eacute;m, cada coisa ter&aacute; o seu fim.&rdquo;&nbsp;<\/strong><strong>(Alcor&atilde;o 54:1-3)<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A divis&atilde;o da lua &eacute; confirmada por testemunhos oculares transmitidos atrav&eacute;s de uma cadeia ininterrupta de eruditos confi&aacute;veis. Foram tantos que &eacute; imposs&iacute;vel que sejam falsos (<em>hadith mutawatir<\/em>).<a title=\" Ver &lsquo;Nadhm al-Mutanathira min al-Hadith al-Mutawatir,&rsquo; de al-Kattani p. 215.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftn14113\">[2]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Um c&eacute;tico pode perguntar se n&oacute;s temos qualquer evid&ecirc;ncia hist&oacute;rica independente para sugerir que a lua alguma vez se dividiu.&nbsp; Afinal, as pessoas ao redor do mundo devem ter visto esse evento maravilhoso e t&ecirc;-lo registrado.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A resposta a essa quest&atilde;o &eacute; dada em duas partes.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Primeiro, as pessoas ao redor do mundo n&atilde;o poderiam t&ecirc;-lo visto j&aacute; que seria dia, tarde da noite ou muito cedo pela manh&atilde; em muitas partes do mundo.&nbsp; A tabela a seguir dar&aacute; ao leitor alguma id&eacute;ia dos hor&aacute;rios correspondentes &agrave;s 9 da noite em Meca em algumas partes do mundo:<\/span><\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td width=\"171\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Pa&iacute;s<\/strong><\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<td width=\"124\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Hora<\/strong><\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td width=\"171\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">Meca<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<td width=\"124\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">21:00 hs.<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td width=\"171\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">&Iacute;ndia<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<td width=\"124\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">23:30 hs.<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td width=\"171\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">Perth (Austr&aacute;lia)<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<td width=\"124\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">2:00 hs.<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td width=\"171\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">Reykjavik (Isl&acirc;ndia)<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<td width=\"124\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">18:00 hs.<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td width=\"171\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">Washington D.C.<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<td width=\"124\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">14:00 hs.<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td width=\"171\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">Rio de Janeiro<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<td width=\"124\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">15:00 hs.<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td width=\"171\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">T&oacute;quio<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<td width=\"124\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">3:00 hs.<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td width=\"171\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">Beijing<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<td width=\"124\" valign=\"top\">\r\n<p class=\"w-body-text-1\"><span style=\"font-size: large;\">2:00 hs.<\/span><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<\/div>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Al&eacute;m disso, n&atilde;o &eacute; prov&aacute;vel que um grande n&uacute;mero de pessoas nas terras pr&oacute;ximas estivessem observando a lua no mesmo exato momento.&nbsp; Elas n&atilde;o tinham raz&atilde;o para isso.&nbsp; Mesmo se algu&eacute;m o fez, n&atilde;o significa necessariamente que as pessoas acreditaram nele e mantiveram um registro escrito, especialmente quando muitas civiliza&ccedil;&otilde;es na &eacute;poca n&atilde;o preservavam sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria por escrito.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Segundo, n&oacute;s temos uma corrobora&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica, independente e muito surpreendente do evento, de um rei da &Iacute;ndia daquela &eacute;poca.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Querala &eacute; um estado da &Iacute;ndia.&nbsp; O estado se estende 580 quil&ocirc;metros ao longo da Costa do Malabar no lado sudoeste da pen&iacute;nsula indiana.<a title=\" &ldquo;Kerala.&rdquo; Enciclop&eacute;dia Brit&acirc;nica de Encyclop&aelig;dia Britannica Premium Service.&nbsp; (http:\/\/www.britannica.com\/eb\/article-9111226)\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftn14114\">[3]<\/a>&nbsp; O rei Chakrawati Farmas de Malabar era um rei da dinastia Chera, Cheraman Perumal de Cranganor.&nbsp; Est&aacute; registrado que ele viu a divis&atilde;o da lua.&nbsp; O incidente est&aacute; documentado em um manuscrito mantido na India Office Library (<em>Biblioteca da &Iacute;ndia<\/em>, em tradu&ccedil;&atilde;o livre), em Londres, com n&uacute;mero de refer&ecirc;ncia &ldquo;Arabic, 2807, 152-173&rdquo;.<a title=\" &Eacute; citado no livro &ldquo;Muhammad Rasulullah,&rdquo; de Muhammad Hamidullah: &ldquo;Existe uma antiga tradi&ccedil;&atilde;o em Malabar, costa sudoeste da &Iacute;ndia, que Chakrawati Farmas, um de seus reis, observou a divis&atilde;o da lua, o milagre celebrado do Sagrado Profeta, em Meca, e sabend\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftn14115\">[4]<\/a>&nbsp; Um grupo de mercadores mu&ccedil;ulmanos que passava por Malabar em seu caminho para a China falou com o rei sobre como Deus apoiou o profeta &aacute;rabe com o milagre da divis&atilde;o da lua.&nbsp; O rei, chocado, disse que ele tamb&eacute;m o tinha visto com os seus pr&oacute;prios olhos. Ele delegou o poder ao seu filho e partiu para a Ar&aacute;bia para encontrar o Profeta em pessoa.&nbsp;&nbsp;O rei de Malabar encontrou o Profeta, fez os dois testemunhos de f&eacute;, aprendeu os fundamentos da f&eacute;, mas morreu no caminho de volta e foi enterrado na cidade do porto de Zafar, I&ecirc;men.<a title=\" &lsquo;Zafar: b&iacute;blico Sefar, cl&aacute;ssico Safar, antigo lugar &aacute;rabe localizado a sudoeste de Iarim, no sul do I&ecirc;men.&nbsp; Foi a capital dos Himiaritas, uma tribo que governou boa parte do sul da Ar&aacute;bia de 115 BC at&eacute; por volta de 525 AD. At&eacute; a conquista Persa (c. 575 A\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftn14116\">[5]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Diz-se que o grupo era liderado por um mu&ccedil;ulmano, Malik bin Dinar, e continuou at&eacute; Cranganor, a capital Chera, e construiu a primeira e mais antiga mesquita da &Iacute;ndia no ano de 629 EC, que continua a existir at&eacute; hoje.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">&nbsp;<img style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/articles_pt\/images\/The_Miracles_of_Muhammad_(part_2_of_3)_001.jpg\" alt=\"\" \/><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p class=\"w-caption\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Uma foto da Mesquita Cheraman Juma, a mesquita mais antiga da &Iacute;ndia datando de 629 EC, antes da reforma.&nbsp; Imagem cortesia de&nbsp; www.islamicvoice.com.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">As not&iacute;cias de sua aceita&ccedil;&atilde;o do Isl&atilde; alcan&ccedil;aram Querala, onde as pessoas aceitaram o Isl&atilde;.&nbsp; As pessoas de Laquedivas e os habitantes de Calecute, da prov&iacute;ncia de Querala, s&atilde;o convertidos daqueles dias.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">&nbsp;<img style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/articles_pt\/images\/The_Miracles_of_Muhammad_(part_2_of_3)_002.jpg\" alt=\"\" \/><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p class=\"w-caption\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A Mesquita Cheraman Juma, que recebeu seu nome em homenagem ao primeiro mu&ccedil;ulmano convertido da &Iacute;ndia, Cheraman Perumal Chakrawati Farmas, ap&oacute;s reforma.&nbsp; Imagem cortesia de www.indianholiday.com.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O avistamento e o encontro do rei indiano com o Profeta Muhammad tamb&eacute;m &eacute; relatado em fontes isl&acirc;micas.&nbsp; O famoso historiador mu&ccedil;ulmano, Ibn Kathir, menciona a divis&atilde;o da lua da forma como ela foi relatada em partes da &Iacute;ndia.<a title=\" &lsquo;Al-Bidaya wal-Nihaya,&rsquo; de Ibn Kathir, vol 3, p. 130.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftn14117\">[6]<\/a>&nbsp; Os livros de hadith tamb&eacute;m documentaram a chegada do rei indiano e seu encontro com o Profeta.&nbsp; Abu Sa&rsquo;id al-Khudri, um companheiro do Profeta Muhammad, afirma:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-hadeeth-or-bible\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;O rei indiano presenteou o Profeta com um jarro de gengibre.&nbsp; Os companheiros o comeram aos poucos.&nbsp; Eu tamb&eacute;m comi um peda&ccedil;o.&rdquo;<a title=\" Relatado por Hakim em &lsquo;Mustadrik&rsquo; vol 4, p. 150.&nbsp; Coment&aacute;rios de Hakim, &lsquo;Eu n&atilde;o memorizei qualquer outro relato afirmando que o Profeta comeu gengibre.&rsquo;\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftn14118\">[7]<\/a><\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O rei foi ent&atilde;o considerado um &lsquo;companheiro&rsquo; &ndash; um termo usado para uma pessoa que encontrou o Profeta e morreu como mu&ccedil;ulmano &ndash; com o seu nome registrado nos mega-comp&ecirc;ndios que registram os companheiros do Profeta.<a title=\" &lsquo;Al-Isaba&rsquo; de Ibn Hajr, vol 3.&nbsp; p. 279 e &lsquo;Lisan ul-Mizan&rsquo; de Imam al-Dhahabi, vol. 3 p. 10 sob o nome de &lsquo;Sarbanak&rsquo;, com o qual os &aacute;rabes o conheciam.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftn14119\">[8]<\/a><\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A Viagem Noturna e a Ascens&atilde;o aos C&eacute;us<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Poucos meses antes da migra&ccedil;&atilde;o de Meca para Medina, Deus levou Muhammad da Grande Mesquita em Meca para a Mesquita de al-Aqsa em Jerusal&eacute;m durante uma noite, um m&ecirc;s de viagem de 1.230 km para uma caravana.&nbsp; De Jerusal&eacute;m ele ascendeu aos c&eacute;us, passando dos limites do universo f&iacute;sico para estar na presen&ccedil;a divina, encontrar Deus, e testemunhar os Grandes Sinais (<em>al-Ayat ul-Kubra<\/em>).&nbsp; Sua verdade se tornou aparente de duas formas.&nbsp; Primeiro, &lsquo;o Profeta descreveu as caravanas que tinha ultrapassado no caminho para casa, disse onde estavam e quando poderiam ser esperadas em Meca; cada uma chegou conforme previsto, e os detalhes foram como ele havia descrito.&rsquo;<a title=\" &lsquo;Muhammad: His Life Based on the Earliest Sources&rsquo; (Muhammad: Sua Vida Baseada nas Primeiras Fontes, em tradu&ccedil;&atilde;o livre) de Martin Lings, p. 103.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftn14120\">[9]<\/a>&nbsp; Segundo, nunca se soube que ele tivesse estado em Jerusal&eacute;m e ainda assim ele descreveu a Mesquita de al-Aqsa para os c&eacute;ticos como se fosse uma testemunha ocular.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">&nbsp;<img style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/articles_pt\/images\/The_Miracles_of_Muhammad_(part_2_of_3)_003.jpg\" alt=\"\" \/><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A viagem m&iacute;stica &eacute; mencionada no Alcor&atilde;o:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Glorificado seja Aquele que, durante a noite, transportou o Seu servo, tirando-o da Sagrada Mesquita (em Meca) e levando-o &agrave; Mesquita de Al-Aqsa (em Jerusal&eacute;m), cujo recinto bendizemos, para mostrar-lhe alguns dos Nossos sinais. Sabei que Ele &eacute; Oniouvinte, o Onividente.&rdquo; (Alcor&atilde;o 17:1)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Disputareis, acaso, sobre o que ele viu?&nbsp; Realmente o viu, numa Segunda descida, junto ao limite da &aacute;rvore de l&oacute;tus, pr&oacute;xima a qual est&aacute; o jardim da morada (eterna). Quando aquela coisa envolvente cobriu a &aacute;rvore de l&oacute;tus,&nbsp; n&atilde;o desviou o olhar, nem transgrediu.&nbsp; Em verdade, presenciou os maiores sinais do seu Senhor.&rdquo; (Alcor&atilde;o 53:12-18)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O evento tamb&eacute;m &eacute; confirmado por testemunhos oculares transmitidos atrav&eacute;s dos tempos com uma cadeia ininterrupta de eruditos confi&aacute;veis&nbsp;<em>(hadith mutawatir)<\/em>.<a title=\" Quarenta e cinco companheiros do Profeta transmitiram os relatos sobre sua Viagem Noturna e a Ascens&atilde;o aos C&eacute;us.&nbsp; Veja os trabalhos dos mestres em hadith: &lsquo;Azhar al-Mutanathira fi al-Ahadith al-Mutawatira&rsquo; de al-Suyuti p. 263 e &lsquo;Nadhm al-Mutanathira min \" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftn14121\">[10]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">&nbsp;<img style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/articles_pt\/images\/The_Miracles_of_Muhammad_(part_2_of_3)_004.jpg\" alt=\"\" \/><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-caption\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Entrada da Mesquita de Al-Aqsa de onde Muhammad ascendeu aos c&eacute;us.&nbsp; Foto cortesia de Thekra A. Sabri.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<hr size=\"2\" \/>\r\n<\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Footnotes:<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftnref14112\">[1]<\/a>&nbsp;<em>Saheeh Muslim<\/em>.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftnref14113\">[2]<\/a>&nbsp;Ver &lsquo;<em>Nadhm al-Mutanathira min al-Hadith al-Mutawatir<\/em>,&rsquo; de al-Kattani p. 215.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftnref14114\">[3]<\/a>&nbsp;&ldquo;Kerala.&rdquo;&nbsp;Enciclop&eacute;dia Brit&acirc;nica de Encyclop&aelig;dia Britannica Premium Service.&nbsp; (http:\/\/www.britannica.com\/eb\/article-9111226)<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftnref14115\">[4]<\/a>&nbsp;&Eacute; citado no livro &ldquo;Muhammad Rasulullah,&rdquo; de Muhammad Hamidullah: &ldquo;Existe uma antiga tradi&ccedil;&atilde;o em Malabar, costa sudoeste da &Iacute;ndia, que Chakrawati Farmas, um de seus reis, observou a divis&atilde;o da lua, o milagre celebrado do Sagrado Profeta, em Meca, e sabendo que havia uma previs&atilde;o da chegada de um Mensageiro de Deus na Ar&aacute;bia, nomeou seu filho como regente e partiu para encontr&aacute;-lo.&nbsp; Ele abra&ccedil;ou o Isl&atilde; nas m&atilde;os do Profeta e quando voltava para casa, sob orienta&ccedil;&atilde;o do Profeta, morreu no porto de Zafar, I&ecirc;men, onde a tumba do &ldquo;rei indiano&rdquo; foi visitada por muitos s&eacute;culos.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftnref14116\">[5]<\/a>&nbsp;&lsquo;Zafar: b&iacute;blico Sefar, cl&aacute;ssico Safar, antigo lugar &aacute;rabe localizado a sudoeste de Iarim, no sul do I&ecirc;men.&nbsp; Foi a capital dos Himiaritas, uma tribo que governou boa parte do sul da Ar&aacute;bia de 115 BC at&eacute; por volta de 525 AD. At&eacute; a conquista Persa (c. 575 AD) Zafar era uma das mais importantes e celebradas cidades no sul da Ar&aacute;bia &ndash; um fato atestado n&atilde;o somente por ge&oacute;grafos e historiadores &aacute;rabes mas tamb&eacute;m por autores gregos e romanos.&nbsp;Ap&oacute;s a extin&ccedil;&atilde;o do reino de Himiar e o surgimento do Isl&atilde;, Zafar gradualmente decaiu.&rsquo; &ldquo;Zafar.&rdquo; Enciclop&eacute;dia Brit&acirc;nica de Encyclop&aelig;dia Britannica Premium Service. (http:\/\/www.britannica.com\/eb\/article-9078191)<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftnref14117\">[6]<\/a>&nbsp;&lsquo;<em>Al-Bidaya wal-Nihaya<\/em>,&rsquo; de Ibn Kathir, vol 3, p. 130.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftnref14118\">[7]<\/a>&nbsp;Relatado por Hakim em &lsquo;<em>Mustadrik<\/em>&rsquo; vol 4, p. 150.&nbsp; Coment&aacute;rios de<em>&nbsp;<\/em><em>Hakim,<\/em>&nbsp;&lsquo;Eu n&atilde;o memorizei qualquer outro relato afirmando que o Profeta comeu gengibre.&rsquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftnref14119\">[8]<\/a>&nbsp;&lsquo;<em>Al-Isaba<\/em>&rsquo; de Ibn Hajr, vol 3.&nbsp; p. 279 e &lsquo;<em>Lisan ul-Mizan<\/em>&rsquo; de Imam al-Dhahabi, vol. 3 p. 10 sob o nome de &lsquo;Sarbanak&rsquo;, com o qual os &aacute;rabes o conheciam.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftnref14120\">[9]<\/a>&nbsp;&lsquo;Muhammad: His Life Based on the Earliest Sources&rsquo; (<em>Muhammad: Sua Vida Baseada nas Primeiras Fontes<\/em>, em tradu&ccedil;&atilde;o livre) de Martin Lings, p. 103.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/151\/#_ftnref14121\">[10]<\/a>&nbsp;Quarenta e cinco companheiros do Profeta transmitiram os relatos sobre sua Viagem Noturna e a Ascens&atilde;o aos C&eacute;us.&nbsp; Veja os trabalhos dos mestres em hadith: &lsquo;<em>Azhar al-Mutanathira fi al-Ahadith al-Mutawatira<\/em>&rsquo; de al-Suyuti p. 263 e &lsquo;<em>Nadhm al-Mutanathira min al-Hadith al-Mutawatir<\/em>,&rsquo; de al-Kattani p. 207.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Existem muitos outros milagres que o Profeta realizou relatados na Sunnah, ou colet&acirc;nea de ditos, atos, aprova&ccedil;&otilde;es e descri&ccedil;&otilde;es do Profeta.<\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O Tronco da &Aacute;rvore<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Em Medina Muhammad&nbsp;costumava fazer serm&otilde;es apoiado sobre o tronco de uma &aacute;rvore.&nbsp; Quando o n&uacute;mero de adoradores aumentou, algu&eacute;m sugeriu que um p&uacute;lpito fosse constru&iacute;do para que ele pudesse us&aacute;-lo para fazer o serm&atilde;o.&nbsp; Quando o p&uacute;lpito foi constru&iacute;do, ele abandonou o tronco de &aacute;rvore.&nbsp; Abdullah ibn Umar, um dos companheiros, foi testemunha ocular do que aconteceu.&nbsp; Ouviu-se o tronco chorando e o Profeta da Miseric&oacute;rdia foi em sua dire&ccedil;&atilde;o e o confortou com sua m&atilde;o.<a title=\" Saheeh Al-Bukhari.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftn13844\">[1]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O evento tamb&eacute;m &eacute; confirmado por testemunhos oculares transmitidos atrav&eacute;s dos tempos com uma cadeia ininterrupta de eruditos confi&aacute;veis&nbsp;<em>(hadith mutawatir)<\/em>.<a title=\" Mais de dez companheiros do Profeta transmitiram os relatos de ouvirem o choro do tronco de &aacute;rvore. &nbsp;Veja os trabalhos dos mestres em hadith: &lsquo;Azhar al-Mutanathira fi al-Ahadith al-Mutawatira&rsquo; de al-Suyuti p. 267 e &lsquo;Nadhm al-Mutanathira min al-Hadith al-Mutawatir,&rsquo; de al-Kattani p. 209 e &lsquo;Shamail&rsquo; de Ibn Kathir p. 239.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftn13845\">[2]<\/a><\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">&nbsp;A &Aacute;gua Corrente<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Em mais de uma ocasi&atilde;o quando as pessoas estavam em grande necessidade de &aacute;gua, a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o de Muhammad as salvou.&nbsp; No sexto ano ap&oacute;s ter migrado de Meca para Medina, Muhammad foi para Meca para a peregrina&ccedil;&atilde;o.&nbsp; Na longa viagem atrav&eacute;s do deserto as pessoas ficaram sem &aacute;gua, e somente o Profeta tinha um recipiente com o qual ele realizava as ablu&ccedil;&otilde;es para as ora&ccedil;&otilde;es.&nbsp; Ele colocou a sua m&atilde;o no recipiente e a &aacute;gua come&ccedil;ou a fluir entre seus dedos.&nbsp; Jabir bin Abdullah, que testemunhou o milagre, diz sobre os quinze mil homens, &lsquo;N&oacute;s bebemos dela e fizemos ablu&ccedil;&atilde;o.&rsquo;<a title=\" Saheeh Al-Bukhari.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftn13846\">[3]<\/a>&nbsp; Esse milagre foi transmitido por uma cadeia ininterrupta de eruditos confi&aacute;veis (<em>hadith mutawatir<\/em>).<a title=\" Ver &lsquo;Nadhm al-Mutanathira min al-Hadith al-Mutawatir,&rsquo; de al-Kattani p. 212, &lsquo;al-Shifa&rsquo; de Qadhi Iyyad, vol 1, p. 405, e &lsquo;al-&rsquo;Ilaam&rsquo; de al-Qurtubi, p. 352.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftn13847\">[4]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A &aacute;gua brotando de dedos humanos &eacute; semelhante ao milagre de Mois&eacute;s de produzir &aacute;gua de uma rocha.<\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do Alimento<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Em mais de uma ocasi&atilde;o o Profeta aben&ccedil;oou o alimento orando ou tocando-o para que todos os presentes pudessem ter o suficiente.&nbsp; Isso aconteceu nas vezes em que a falta de alimento e &aacute;gua afligiu os mu&ccedil;ulmanos.<a title=\" Saheeh Al-Bukhari. &nbsp;Ver &lsquo;Nadhm al-Mutanathira min al-Hadith al-Mutawatir,&rsquo; de al-Kattani p. 213, &lsquo;al-Shifa&rsquo; de Qadhi Iyyad, vol 1, p. 419.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftn13848\">[5]<\/a>&nbsp; Esses milagres aconteceram na presen&ccedil;a de um grande n&uacute;mero de pessoas e n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel, portanto, neg&aacute;-los.<\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Cura dos Doentes<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-hadeeth-or-bible\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Abdullah ibn Ateek quebrou sua perna e Muhammad a curou passando sua m&atilde;o sobre ela. Abdullah disse que foi como se nada tivesse acontecido!&nbsp; A pessoa que testemunhou o milagre foi outro companheiro, Bara&rsquo; ibn Azib (<em>Saheeh Al-Bukhari<\/em>)<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Durante a expedi&ccedil;&atilde;o de Khaibar, Muhammad curou os olhos doloridos de Ali ibn Abi Talib na frente de todo o ex&eacute;rcito.&nbsp; Ali, muitos anos depois, se tornou o quarto califa dos mu&ccedil;ulmanos.<a title=\" Saheeh Al-Bukhari, Saheeh Muslim\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftn13849\">[6]<\/a><\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Exorcismo de Dem&ocirc;nios<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Muhammad expulsou o dem&ocirc;nio de um menino trazido por sua m&atilde;e para que fosse curado dizendo,&nbsp;<em>&lsquo;Saia!<\/em>&nbsp;<em>Eu sou Muhammad, o Mensageiro de Deus!&rsquo;<\/em>&nbsp; A mulher disse, &lsquo;Por Aquele que o enviou com a verdade, n&oacute;s nunca t&iacute;nhamos visto nada de errado com ele.&rsquo;<a title=\" Musnad de Imam Ahmad, e Sharh&rsquo; al-Sunnah\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftn13850\">[7]<\/a><\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Ora&ccedil;&otilde;es Atendidas<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">(1)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A m&atilde;e de Abu Huraira, um companheiro pr&oacute;ximo de Muhammad, costumava falar mal do Isl&atilde; e seu profeta.&nbsp; Um dia Abu Huraira chegou chorando at&eacute; Muhammad e pediu a ele que orasse para que sua m&atilde;e fosse salva.&nbsp; Muhammad orou e quando Abu Huraira voltou para casa encontrou sua m&atilde;e pronta para aceitar o Isl&atilde;.&nbsp; Ela fez o testemunho de f&eacute; na frente de seu filho e entrou no Isl&atilde;.<a title=\" Saheeh Muslim\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftn13851\">[8]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">(2)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Jarir ibn Abdullah foi incumbido pelo Profeta de livrar a terra de id&oacute;latras, mas ele reclamou que n&atilde;o era capaz de montar bem um cavalo!&nbsp; O Profeta orou por ele, &lsquo;&Oacute; Deus, fa&ccedil;a dele um forte cavaleiro e fa&ccedil;a dele algu&eacute;m que guia e &eacute; guiado.&rsquo; &nbsp;&nbsp;Jarir testemunhou que ele nunca caiu de seu cavalo ap&oacute;s o Profeta orar por ele.<a title=\" Saheeh Muslim\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftn13852\">[9]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">(3)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As pessoas estavam afetadas pela fome durante o tempo de Muhammad.&nbsp; Um homem ficou de p&eacute; quando Muhammad estava fazendo serm&atilde;o semanal na sexta-feira e disse: &lsquo;&Oacute; Mensageiro de Deus, nossa fortuna foi destru&iacute;da e nossos filhos est&atilde;o passando fome. Ore a Deus por n&oacute;s.&rsquo;&nbsp; Muhammad elevou suas m&atilde;os em ora&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Aqueles que estavam presentes testemunharam que no momento que ele baixou suas m&atilde;os as nuvens come&ccedil;aram a se formar como montanhas!<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Quando ele desceu de seu p&uacute;lpito, a chuva estava pingando de sua barba!<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Choveu uma semana inteira at&eacute; a pr&oacute;xima sexta-feira!<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O mesmo homem se levantou novamente e, dessa vez, reclamou: &lsquo;&Oacute; Mensageiro de Deus, nossas edifica&ccedil;&otilde;es est&atilde;o destru&iacute;das e nossa propriedade est&aacute; submersa, ore a Deus por n&oacute;s!&rsquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Muhammad elevou suas m&atilde;os e orou: &lsquo;&Oacute; Deus, permita que chova ao nosso redor, mas n&atilde;o sobre n&oacute;s.&rsquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Aqueles que estavam presentes testemunharam que as nuvens se retiraram na dire&ccedil;&atilde;o que ele apontou, e a cidade de Medina ficou cercada pelas nuvens, mas n&atilde;o tinha nenhuma nuvem sobre ela!<a title=\" Saheeh Al-Bukhar, Saheeh Muslim\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftn13853\">[10]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">(4)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aqui est&aacute; a bela hist&oacute;ria de Jabir.&nbsp; Ele testemunhou que uma vez o camelo no qual ele cavalgava estava exausto e, por causa disso, era usado para carregar &aacute;gua.&nbsp; O camelo mal podia andar.&nbsp; Muhammad lhe perguntou, &lsquo;Qual o problema com seu camelo?&rsquo;&nbsp; Ao descobrir o quanto o pobre camelo estava cansado, Muhammad orou pelo pobre animal e daquele dia em diante, nos conta Jabir, o camelo estava sempre &agrave; frente dos outros!&nbsp; Muhammad perguntou a Jabir, &lsquo;Como est&aacute; seu camelo?&rsquo;&nbsp; Jabir respondeu, &lsquo;Est&aacute; bem, sua b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o o alcan&ccedil;ou!&rsquo;&nbsp; Muhammad comprou o camelo de Jabir na hora pagando com uma moeda de ouro, com a condi&ccedil;&atilde;o de que Jabir o cavalgasse de volta at&eacute; a cidade! Ao chegar a Medina, Jabir disse que levou o camelo para Muhammad na manh&atilde; seguinte.&nbsp; Muhammad deu a ele a moeda de ouro e lhe disse para manter seu camelo!<a title=\" Saheeh Al-Bukhar, Saheeh Muslim\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftn13854\">[11]<\/a><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">N&atilde;o &eacute; de admirar que aqueles &agrave; sua volta que testemunharam esses grandes milagres, realizados na frente de multid&otilde;es, estavam certos de sua autenticidade.<\/span><\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><br \/> \r\n<hr class=\"footnotesep\" \/>\r\n<span style=\"font-size: large;\"> Footnotes: <\/span>\r\n<div>\r\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftnref13844\">[1]<\/a>&nbsp;<em>Saheeh Al-Bukhari<\/em>.<\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftnref13845\">[2]<\/a>&nbsp;Mais de dez companheiros do Profeta transmitiram os relatos de ouvirem o choro do tronco de &aacute;rvore.&nbsp;&nbsp;Veja os trabalhos dos mestres em hadith: &lsquo;<em>Azhar al-Mutanathira fi al-Ahadith al-Mutawatira<\/em>&rsquo; de al-Suyuti p. 267 e&nbsp;<em>&lsquo;Nadhm al-Mutanathira min al-Hadith al-Mutawatir,&rsquo;<\/em>&nbsp;de al-Kattani p. 209 e&nbsp;<em>&lsquo;Shamail&rsquo;<\/em>&nbsp;de Ibn Kathir p. 239.<\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftnref13846\">[3]<\/a>&nbsp;<em>Saheeh Al-Bukhari.<\/em><\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftnref13847\">[4]<\/a>&nbsp;Ver&nbsp;<em>&lsquo;Nadhm al-Mutanathira min al-Hadith al-Mutawatir,&rsquo;<\/em>&nbsp;de al-Kattani p. 212, &lsquo;<em>al-Shifa<\/em>&rsquo; de Qadhi Iyyad, vol 1, p. 405, e &lsquo;<em>al-&rsquo;Ilaam<\/em>&rsquo; de al-Qurtubi, p. 352.<\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftnref13848\">[5]<\/a>&nbsp;<em>Saheeh Al-Bukhari<\/em>.&nbsp;&nbsp;Ver&nbsp;<em>&lsquo;Nadhm al-Mutanathira min al-Hadith al-Mutawatir,&rsquo;<\/em>&nbsp;de al-Kattani p. 213,&nbsp;<em>&lsquo;al-Shifa&rsquo;<\/em>&nbsp;de Qadhi Iyyad, vol 1, p. 419.<\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftnref13849\">[6]<\/a>&nbsp;<em>Saheeh Al-Bukhari<\/em>,&nbsp;<em>Saheeh Muslim<\/em><\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftnref13850\">[7]<\/a>&nbsp;<em>Musnad de Imam Ahmad<\/em>, e&nbsp;<em>Sharh&rsquo; al-Sunnah<\/em><\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n<p class=\"w-footnote-text\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftnref13851\">[8]<\/a>&nbsp;<em>Saheeh Muslim<\/em><\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftnref13852\">[9]<\/a>&nbsp;<em>Saheeh Muslim<\/em><\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftnref13853\">[10]<\/a>&nbsp;<em>Saheeh Al-Bukhar<\/em>,&nbsp;<em>Saheeh Muslim<\/em><\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/152\/#_ftnref13854\">[11]<\/a>&nbsp;<em>Saheeh Al-Bukhar<\/em>,&nbsp;<em>Saheeh Muslim<\/em><\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><\/h1>","excerpt":"","terms":null,"visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":19680,"lft":302,"rght":303,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2014-07-27T19:19:00.000000Z","updated_at":"2026-04-05T15:54:32.000000Z","language_id":15,"user_id":7,"author_id":97,"publisher_id":0,"category_id":2,"parent_id":263,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"www.islamreligion.com - Islam Religion Website","category_name":"Muhammad (PBUH)","category_slug":"Muhammad-(PBUH)","get_date":"2014-07-27","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pr-The Miracles of Muhammad.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pr-The Miracles of Muhammad.docx"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/index.php\/div\/api\/articles\/os-milagres-de-muhammad"}