{"article":{"id":3448,"title":"Influ\u00eancia Governamental e o Judici\u00e1rio","slug":"influncia-governamental-e-o-judicirio","word":"\/uploads\/articles\/pt-Government Influence and the Judiciary.docx","pdf":"\/uploads\/articles\/pt-Government Influence and the Judiciary.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/nodes\/view\/type:article\/slug:influncia-governamental-e-o-judicirio","hint":"","body":"<h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: xx-large;\"><strong><strong><strong><strong>Influ&ecirc;ncia Governamental e o Judici&aacute;rio<\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/span><\/h1>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><img style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/articles_es\/images\/Government_Influence_and_the_Judiciary_part1_of_2_001.jpg\" alt=\"\" \/><br \/><\/span><\/h1>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">The Editorial Team of Dr. Abd Arrahman al-Muala&nbsp;(translated by islamtoday.com)<\/span><\/h1>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>(parte 1 de 2)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A Independ&ecirc;ncia do Judici&aacute;rio<\/span><\/h2>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A Lei Isl&acirc;mica, atrav&eacute;s dos textos sagrados e de seus princ&iacute;pios b&aacute;sicos, pro&iacute;be representantes do governo de interferirem ou influenciarem de alguma forma nas decis&otilde;es da corte.&nbsp; A Lei Isl&acirc;mica, em seus princ&iacute;pios gerais e estatutos individuais, procura alcan&ccedil;ar seu objetivo prim&aacute;rio de estabelecer justi&ccedil;a na funda&ccedil;&atilde;o do monote&iacute;smo.&nbsp; O monote&iacute;smo n&atilde;o &eacute; apenas da boca para fora.&nbsp; &Eacute; concretizado atrav&eacute;s de a&ccedil;&otilde;es que verificam a profiss&atilde;o de f&eacute;.&nbsp; Essas a&ccedil;&otilde;es devem incluir implementar os mandamentos de Deus e prevenir o que Deus proibiu.&nbsp; Essa &eacute; uma responsabilidade coletiva da sociedade mu&ccedil;ulmana.&nbsp; Requer que os mandamentos e proibi&ccedil;&otilde;es de Deus sejam aplicados como padr&otilde;es de verdade e justi&ccedil;a.&nbsp; O que quer que Deus tenha ordenado &eacute; verdade e justi&ccedil;a e o que quer que Ele tenha proibido &eacute; falsidade e opress&atilde;o.&nbsp; Consequentemente, proibir o que Deus proibiu &eacute; verdade e justi&ccedil;a.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Existem v&aacute;rios vers&iacute;culos no Alcor&atilde;o que ordenam justi&ccedil;a e pro&iacute;bem opress&atilde;o.&nbsp; Deus diz:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Deus ordena a justi&ccedil;a, a caridade, o aux&iacute;lio aos parentes, e veda a obscenidade, o il&iacute;cito e a iniquidade. Ele vos exorta a que mediteis.&rdquo; (Alcor&atilde;o 16:90)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">E Deus diz:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;...que o &oacute;dio aos demais n&atilde;o vos impulsione a serdes injustos para com eles. Sede justos, porque isso est&aacute; mais pr&oacute;ximo da piedade, e temei a Deus. Ele est&aacute; bem inteirado de tudo quanto fazeis.&rdquo; (Alcor&atilde;o 5:8)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">E Deus diz:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;...Se julgas (&Oacute; Muhammad), julga entre eles com justi&ccedil;a. Deus ama os que s&atilde;o justos.&rdquo; (Alcor&atilde;o 5:42)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">E Deus diz:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Aqueles que ao julgarem, conforme o que Deus tem revelado, ser&atilde;o descrentes.&rdquo; (Alcor&atilde;o 5:44)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">No hadith o Mensageiro de Deus relata:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-hadeeth-or-bible\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Deus diz: &lsquo;&Oacute; Meus servos, proibi a Mim mesmo a opress&atilde;o e a tornei proibida entre v&oacute;s. Ent&atilde;o, n&atilde;o oprimais uns aos outros.&rsquo;&rdquo; (<em>Saheeh Muslim<\/em>)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Esses s&atilde;o apenas alguns dos textos sagrados que mostram a natureza obrigat&oacute;ria de julgar com justi&ccedil;a e com o que Deus revelou.&nbsp; &Eacute; um mandamento geral, igualmente aplic&aacute;vel ao que governa e ao que &eacute; governado.&nbsp; O poder pol&iacute;tico no Isl&atilde; est&aacute; vinculado a Lei de Deus.&nbsp; N&atilde;o existe obedi&ecirc;ncia a um governo se isso exigir desobedi&ecirc;ncia &agrave; Lei de Deus.&nbsp; Essa foi a maneira como nossos predecessores virtuosos agiram sob a Lei Isl&acirc;mica.&nbsp; Os l&iacute;deres pol&iacute;ticos s&atilde;o meramente designados para cuidar dos assuntos do estado.&nbsp; O verdadeiro governante &eacute; Deus.&nbsp; O Califa ou l&iacute;der &eacute; apenas um dos mu&ccedil;ulmanos, igual aos outros.&nbsp; Os mu&ccedil;ulmanos s&atilde;o os que o selecionam e o colocam em autoridade.&nbsp; Podem monitorar suas atividades.&nbsp; Ele deve consult&aacute;-los.&nbsp; Se ele violar a Lei Isl&acirc;mica e agir contra o bem-estar do povo, podem remov&ecirc;-lo de seu cargo.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">No passado, os l&iacute;deres pol&iacute;ticos do estado isl&acirc;mico entendiam que justi&ccedil;a &ndash; pela qual os c&eacute;us e a Terra s&atilde;o mantidos &ndash; &eacute; a base para governar no Isl&atilde;.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Amr b. al-As disse: &ldquo;N&atilde;o existe lideran&ccedil;a pol&iacute;tica sem homens. N&atilde;o existem homens dispon&iacute;veis sem riqueza. N&atilde;o pode haver riqueza sem uma civiliza&ccedil;&atilde;o pr&oacute;spera. A civiliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode prosperar sem justi&ccedil;a.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O Califa<a title=\" Califa: da palavra &aacute;rabe Khaleefah, ou Sucessor. Um termo usado para denotar o l&iacute;der pol&iacute;tico da na&ccedil;&atilde;o isl&acirc;mica.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/271\/#_ftn16009\">[1]<\/a>&nbsp;Umar b. Abdulaziz escreveu a um de seus funcion&aacute;rios que queria permiss&atilde;o para fortificar sua cidade: &ldquo;Sua fortifica&ccedil;&atilde;o &eacute; alcan&ccedil;ada atrav&eacute;s de justi&ccedil;a e pela remo&ccedil;&atilde;o da opress&atilde;o de suas ruas.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Saeed b. Suwayd disse em um de seus discursos na cidade de Homs: &ldquo;&Oacute; povo, o Isl&atilde; tem um muro impenetr&aacute;vel com um port&atilde;o seguro. Seu muro &eacute; a verdade e seu port&atilde;o &eacute; a justi&ccedil;a. O Isl&atilde; continuar&aacute; inviol&aacute;vel enquanto a autoridade pol&iacute;tica for r&iacute;gida. Essa rigidez n&atilde;o &eacute; pela chibata ou espada, mas por julgar com verdade e aplicar justi&ccedil;a.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<hr size=\"2\" \/>\r\n<\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Footnotes:<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-footnote-text\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/271\/#_ftnref16009\">[1]<\/a>&nbsp;Califa: da palavra &aacute;rabe&nbsp;<em>Khaleefah<\/em>, ou Sucessor. Um termo usado para denotar o l&iacute;der pol&iacute;tico da na&ccedil;&atilde;o isl&acirc;mica.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>(parte 2 de 2)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Por essa raz&atilde;o os Califas Sabiamente Guiados e os l&iacute;deres do estado isl&acirc;mico trabalharam duro para conceder toda dignidade e honra poss&iacute;veis ao judici&aacute;rio e se empenharam para proteg&ecirc;-lo de toda interfer&ecirc;ncia externa.&nbsp; Fizeram isso para assegurar verdade e justi&ccedil;a.&nbsp; Consequentemente, n&atilde;o tentaram alterar os veredictos das cortes a seu favor ou a favor daqueles que amavam.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Eles pr&oacute;prios aderiram a essas decis&otilde;es do judici&aacute;rio, as respeitaram e implementaram.&nbsp; Aceitaram os veredictos do juiz.&nbsp; Mesmo quando eram contra eles pr&oacute;prios, os executavam obedientemente.&nbsp; Os livros de hist&oacute;ria est&atilde;o cheios de narrativas em que os Califas Sabiamente Guiados e os governantes mu&ccedil;ulmanos posteriores estavam envolvidos em lit&iacute;gios com outros e os ju&iacute;zes que eles pr&oacute;prios designarem julgaram contra eles.&nbsp; Em alguns casos, o Califa sabia qual seria o resultado verdadeiro, mas permitia que o caso fosse a julgamento para estabelecer um exemplo de conduta para aqueles que viriam depois dele.&nbsp; Tamb&eacute;m faziam isso para testar a for&ccedil;a dos ju&iacute;zes designados em face de uma situa&ccedil;&atilde;o em que seus advers&aacute;rios pudessem ser um judeu ou outro n&atilde;o-mu&ccedil;ulmano.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Os pr&oacute;prios ju&iacute;zes se preocupavam tanto com essas coisas quanto os governantes.&nbsp; O juiz em sua corte era uma figura imponente e bem respeitada.&nbsp; N&atilde;o se afastava da verdade por conta de cr&iacute;ticas.&nbsp; Tratava o pr&iacute;ncipe e o pobre da mesma forma.&nbsp; Os livros de hist&oacute;ria nos d&atilde;o alguns exemplos disso.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Al-Ashath b. Qays come&ccedil;ou uma conversa com o juiz Shurayh enquanto ele estava em seu tribunal.&nbsp; Shurayh o saudou e o convidou para se sentar pr&oacute;ximo dele.&nbsp; Nessa hora uma pessoa entrou com um caso contra al-Ashath. Shurayh ent&atilde;o disse: &ldquo;Levante-se, tome o assento do r&eacute;u e dirija-se ao outro.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Al-Ashath disse: &ldquo;Ao contr&aacute;rio, falarei com ele daqui.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Shurayh ent&atilde;o disse: &lsquo;Voc&ecirc; se levantar&aacute; por conta pr&oacute;pria ou devo trazer algu&eacute;m que o far&aacute; levantar?&rsquo; Nesse ponto ele se levantou e tomou seu lugar como lhe foi ordenado.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Abu Yusuf &ndash; um dos ju&iacute;zes mais extraordin&aacute;rios da hist&oacute;ria &ndash; teve um caso trazido perante ele em que um homem alegava ser o dono de um jardim que estava em posse do Califa.&nbsp; Abu Yusuf fez o Califa comparecer na corte e ent&atilde;o exigiu que o queixoso trouxesse sua prova.&nbsp; O queixoso disse: &ldquo;O califa o desapropriou de mim, mas n&atilde;o tenho prova. Ent&atilde;o, que o Califa fa&ccedil;a um juramento solene.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O Califa ent&atilde;o disse: &ldquo;O jardim &eacute; meu. Al-Mahdi o comprou para mim, mas n&atilde;o encontrou contrato.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Abu Yusuf fez o Califa testemunhar tr&ecirc;s vezes sob juramento, mas o Califa n&atilde;o o fez.&nbsp; Nesse ponto Abu Yusuf julgou a favor do queixoso.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O Califa, Abu Jafar al-Mansoor, escreveu uma vez para Siwar b. Abdullah, o juiz provincial em Basra: &ldquo;Procure a terra que fulano, o general, e fulano, o mercador, est&atilde;o disputando e d&ecirc; a terra ao general.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Siwar escreveu de volta: &ldquo;A prova me foi apresentada e a terra pertence ao mercador. N&atilde;o a tirarei dele sem prova.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Abo Mansoor escreveu de volta: &ldquo;Por Deus, Que n&atilde;o tem parceiros, n&atilde;o a tirarei do mercador sem direito.&rdquo; Quando a carta do juiz o alcan&ccedil;ou, ele disse: &ldquo;Eu a preenchi, por Deus, com justi&ccedil;a e meus ju&iacute;zes come&ccedil;aram a me recusar com a verdade.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O Isl&atilde; n&atilde;o parou na proibi&ccedil;&atilde;o de lideran&ccedil;a pol&iacute;tica interferir com as decis&otilde;es do juiz.&nbsp; Foi al&eacute;m, fornecendo outras garantias para assegurar que o judici&aacute;rio permaneceria forte e independente.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Uma vez que o juiz ocupa uma posi&ccedil;&atilde;o proeminente e s&eacute;ria na sociedade &ndash; j&aacute; que ele &eacute; quem decide entre outros em suas disputas &ndash; &eacute; necess&aacute;rio que ele desfrute de respeito e confian&ccedil;a das pessoas para que aceitem seus julgamentos como justos.&nbsp; Um juiz n&atilde;o ser&aacute; capaz de alcan&ccedil;ar essa estima p&uacute;blica se n&atilde;o existirem provas concretas de seu car&aacute;ter.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Ele fornece essa prova atrav&eacute;s de sua boa conduta, que deve ser livre de excentricidades, e atrav&eacute;s de sua ader&ecirc;ncia inflex&iacute;vel &agrave; justi&ccedil;a ao julgar.&nbsp; Os juristas enfatizam esse ponto e discutem os tipos de comportamento e trabalho dos quais um juiz deve se afastar.&nbsp; Sem d&uacute;vida, as coisas que mencionam n&atilde;o s&atilde;o exaustivas, mas s&atilde;o meramente fornecidas a t&iacute;tulo de exemplo.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","excerpt":"","terms":null,"visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":12149,"lft":6736,"rght":6737,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2014-12-25T22:48:00.000000Z","updated_at":"2026-05-31T01:35:18.000000Z","language_id":15,"user_id":13,"author_id":398,"publisher_id":0,"category_id":21,"parent_id":3443,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"www.islamtoday.net - Islam Today Website","category_name":"Transactions and Worship","category_slug":"Transactions-Worship","get_date":"2014-12-25","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt-Government Influence and the Judiciary.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt-Government Influence and the Judiciary.docx"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/index.php\/ing\/api\/articles\/influncia-governamental-e-o-judicirio"}