{"article":{"id":545,"title":"Isl\u00e3, uma Civiliza\u00e7\u00e3o Profunda","slug":"isl-uma-civilizao-profunda","word":"\/uploads\/articles\/pt-Islam, a Profound Civilization.docx","pdf":"\/uploads\/articles\/pt-Islam, a Profound Civilization.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/nodes\/view\/type:article\/slug:isl-uma-civilizao-profunda","hint":"","body":"<h1 style=\"text-align: center;\"><span>Isl&atilde;, uma Civiliza&ccedil;&atilde;o Profunda<\/span><\/h1>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><br \/><img style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/articles\/images\/Islam__a_Profound_Civilization_(part_1_of_2)_001.jpg\" alt=\"\" \/><\/span><\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">&nbsp;<\/span><\/h1>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">&nbsp;(parte 2 de 2): Mais Declara&ccedil;&otilde;es<\/span><\/h1>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O Isl&atilde; que foi revelado a Muhammad, que Deus o exalte, &eacute; a continua&ccedil;&atilde;o e culmina&ccedil;&atilde;o de todas as religi&otilde;es reveladas precedentes e, portanto, &eacute; para todas as &eacute;pocas e todos os povos.&nbsp; Esse status do Isl&atilde; &eacute; sustentado por fatos &oacute;bvios.&nbsp; Em primeiro lugar, n&atilde;o existe outro livro revelado existente na mesma forma e conte&uacute;do em que foi revelado.&nbsp; Em segundo lugar, nenhuma outra religi&atilde;o revelada tem qualquer alega&ccedil;&atilde;o convincente para prover orienta&ccedil;&atilde;o em todos os segmentos da vida humana para todas as &eacute;pocas.&nbsp; Mas o Isl&atilde; se dirige &agrave; humanidade como um todo e oferece orienta&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica em rela&ccedil;&atilde;o a todos os problemas humanos.&nbsp; Al&eacute;m disso, tem resistido ao teste de mil e quatrocentos anos e tem todas as potencialidades para estabelecer uma sociedade ideal como foi sob a lideran&ccedil;a do &uacute;ltimo Profeta Muhammad.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Foi um milagre que o Profeta Muhammad pudesse trazer at&eacute; os seus inimigos mais ferrenhos para o Isl&atilde; sem recursos materiais adequados.&nbsp; Adoradores de &iacute;dolos, seguidores cegos do estilo de vida de seus antepassados, promotores de feudos tribais, e ofensores do sangue e dignidade humana se tornaram a na&ccedil;&atilde;o mais disciplinada sob a orienta&ccedil;&atilde;o do Isl&atilde; e seu Profeta.&nbsp; &nbsp;&nbsp;O Isl&atilde; abriu diante deles vis&otilde;es de eleva&ccedil;&atilde;o espiritual e dignidade humana declarando que apenas a retid&atilde;o era crit&eacute;rio de m&eacute;rito e honra.&nbsp; O Isl&atilde; moldou sua vida social, cultura, moral e comercial com leis e princ&iacute;pios b&aacute;sicos que est&atilde;o em conformidade com a natureza humana e, portanto, s&atilde;o aplic&aacute;veis em todas as &eacute;pocas, j&aacute; que a natureza humana n&atilde;o muda.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">&Eacute; t&atilde;o infeliz que o Ocidente crist&atilde;o ao inv&eacute;s de sinceramente tentar compreender o sucesso fenomenal do Isl&atilde; durante o seu per&iacute;odo inicial, o considere como uma religi&atilde;o rival.&nbsp; Durante os s&eacute;culos das Cruzadas, essa tend&ecirc;ncia ganhou muita for&ccedil;a e &iacute;mpeto e muita literatura foi produzida para manchar a imagem do Isl&atilde;.&nbsp; Mas o Isl&atilde; come&ccedil;ou a revelar sua autenticidade para os eruditos modernos cujas observa&ccedil;&otilde;es corajosas e objetivas sobre o Isl&atilde; desmentem todas as acusa&ccedil;&otilde;es feitas pelos orientalistas supostamente n&atilde;o tendenciosos.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Aqui n&oacute;s coletamos algumas observa&ccedil;&otilde;es sobre o Isl&atilde; feitas por renomados eruditos n&atilde;o-mu&ccedil;ulmanos dos tempos modernos. A verdade n&atilde;o precisa de advogados para advogarem em seu nome, mas a prolongada propaganda maliciosa contra o Isl&atilde; criou uma grande confus&atilde;o at&eacute; mesmo em mentes de pensadores livres e objetivos.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">N&oacute;s esperamos que as observa&ccedil;&otilde;es seguintes contribuam para iniciar uma avalia&ccedil;&atilde;o objetiva do Isl&atilde;.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Canon Taylor, trabalho lido no Congresso da Igreja em Walverhamton, 7 de outubro de 1887, citado por Arnond em&nbsp;<em>The Preaching&nbsp;of Islam<\/em>, pp. 71-72:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-hadeeth-or-bible\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;O Isl&atilde; substituiu o ascetismo pela determina&ccedil;&atilde;o.&nbsp; D&aacute; esperan&ccedil;a ao escravo, irmandade &agrave; humanidade, e reconhecimento de fatos fundamentais da natureza humana.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Sarojini Naidu, Li&ccedil;&otilde;es sobre &ldquo;The Ideals of Islam&rdquo;, ver Speeches and Writings of Sarojini Naidu, Madras, 1918, p. 167:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-hadeeth-or-bible\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;O senso de justi&ccedil;a &eacute; um dos ideais mais maravilhosos do Isl&atilde;, porque enquanto eu lia o Alcor&atilde;o eu encontrei princ&iacute;pios din&acirc;micos da vida, n&atilde;o &eacute;tica m&iacute;stica mas pr&aacute;tica, para a conduta di&aacute;ria da vida, adequada para o mundo todo.\"<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">De Lacy O&rsquo;Leary, Islam at the&nbsp;<em>Crossroads<\/em>, Londres, 1923, p.8:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-hadeeth-or-bible\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;A hist&oacute;ria deixa claro, entretanto, que a lenda de mu&ccedil;ulmanos fan&aacute;ticos varrendo o mundo e for&ccedil;ando o Isl&atilde; pela espada sobre os povos conquistados &eacute; um dos mitos mais fantasticamente absurdos que os historiados jamais repetiram.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">H.A.R. Gibb, Whither Islam, Londres, 1932, p. 379:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-hadeeth-or-bible\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Mas o Isl&atilde; tem um servi&ccedil;o adicional a prover para a causa da humanidade.&nbsp; Est&aacute; mais pr&oacute;ximo do verdadeiro Oriente do que a Europa, e possui uma magn&iacute;fica tradi&ccedil;&atilde;o de compreens&atilde;o e coopera&ccedil;&atilde;o inter-racial.&nbsp; Nenhuma outra sociedade tem esse registro de sucesso em unir em uma igualdade de status, oportunidade e dedica&ccedil;&atilde;o tantos e tantas ra&ccedil;as da humanidade...&nbsp; O Isl&atilde; ainda tem o poder de reconciliar elementos aparentemente irreconcili&aacute;veis de ra&ccedil;a e tradi&ccedil;&atilde;o.&nbsp; Se algum dia a oposi&ccedil;&atilde;o das grandes sociedades do Oriente e Ocidente for substitu&iacute;da pela coopera&ccedil;&atilde;o, a media&ccedil;&atilde;o do Isl&atilde; &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o indispens&aacute;vel.&nbsp; Em suas m&atilde;os reside em grande parte a solu&ccedil;&atilde;o do problema com o qual a Europa &eacute; confrontada em rela&ccedil;&atilde;o ao Oriente.&nbsp; Se se unirem, a esperan&ccedil;a de uma quest&atilde;o pac&iacute;fica &eacute; imensuravelmente aumentada.&nbsp; Mas se a Europa, ao rejeitar a coopera&ccedil;&atilde;o do Isl&atilde;, jog&aacute;-lo nos bra&ccedil;os de seus rivais, a quest&atilde;o s&oacute; pode ser desastrosa para ambos.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">G.B. Shaw, The Genuine Islam, Vol. 1, No. 81936:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-hadeeth-or-bible\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Eu sempre tive a religi&atilde;o de Muhammad em alta estima por causa de sua maravilhosa vitalidade.&nbsp; &Eacute; a &uacute;nica religi&atilde;o que me parece possuir a capacidade de assimila&ccedil;&atilde;o para a constante fase de mudan&ccedil;a da exist&ecirc;ncia que apela para todas as &eacute;pocas.&nbsp; Eu o tenho estudado &ndash; o homem maravilhoso e em minha opini&atilde;o longe de ser um anticristo, ele deve ser chamado de Salvador da Humanidade.&nbsp; Eu acredito que se um homem como ele assumisse a ditadura do mundo moderno, seria bem-sucedido em resolver seus problemas de uma forma que traria a paz e a felicidade muito necess&aacute;rias: &nbsp;eu profetizei sobre a f&eacute; de Muhammad que ela seria aceit&aacute;vel para a Europa de amanh&atilde; com est&aacute; come&ccedil;ando a ser aceit&aacute;vel para a Europa de hoje.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">(parte 2 de 2): Mais Declara&ccedil;&otilde;es<\/span><\/h1>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A.J. Toynbee,&nbsp;<em>Civilization on Trial<\/em>, Nova Iorque, 1948, p. 205:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>A extin&ccedil;&atilde;o da consci&ecirc;ncia de ra&ccedil;a como acontece entre mu&ccedil;ulmanos &eacute; uma das realiza&ccedil;&otilde;es de destaque do Isl&atilde; no mundo contempor&acirc;neo. &nbsp;&nbsp;Existe uma necessidade urgente da propaga&ccedil;&atilde;o dessa virtude isl&acirc;mica.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A.M.L. Stoddard, citado em&nbsp;<em>Islam &ndash; The Religion of All Prophets<\/em>, Begum Bawani Waqf, Karachi, Pakistan, p. 56:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;O surgimento do Isl&atilde; &eacute; talvez o evento mais surpreendente na hist&oacute;ria humana.&nbsp; Surgindo de uma terra e de um povo anteriormente negligenciados, o Isl&atilde; se propagou dentro de um s&eacute;culo para metade da terra,&nbsp; esmagando grandes imp&eacute;rios, superando religi&otilde;es estabelecidas h&aacute; muito tempo, remodelando as almas de ra&ccedil;as, e construindo um mundo todo novo &ndash; o mundo do Isl&atilde;.<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Quanto mais de perto n&oacute;s examinamos esse desenvolvimento mais extraordin&aacute;rio ele parece.&nbsp; As outras grandes religi&otilde;es conquistaram seu espa&ccedil;o lentamente, atrav&eacute;s de luta dolorosa, e finalmente triunfaram com a ajuda de monarcas poderosos convertidos &agrave; nova f&eacute;.&nbsp; O Cristianismo teve seu Constantino, o Budismo seu Asoka e o Zoroastrismo seu Ciro, cada um emprestando ao seu culto escolhido a for&ccedil;a poderosa de sua autoridade secular.&nbsp; Isso n&atilde;o aconteceu com o Isl&atilde;.&nbsp; Surgindo em uma terra deserta escassamente habitada por uma ra&ccedil;a n&ocirc;made que n&atilde;o era distinguida anteriormente nos anais humanos, o Isl&atilde; se lan&ccedil;ou em sua grande aventura com o m&iacute;nimo suporte humano e contra as mais pesadas dificuldades materiais.&nbsp; Ainda assim o Isl&atilde; triunfou com uma facilidade aparentemente milagrosa, e algumas gera&ccedil;&otilde;es viram o Crescente Vibrante surgir vitorioso dos Pirineus ao Himalaia e do deserto da &Aacute;sia Central aos desertos da &Aacute;frica Central.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Edward Montet, &ldquo;La Propaganda Chretienne it Adversaries Musulmans&rdquo;, Paris, 1890, citado por T.W. Arnold em&nbsp;<em>The Preaching&nbsp;of Islam<\/em>, Londres, 1913, pp. 413-414:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;O Isl&atilde; &eacute; uma religi&atilde;o que &eacute; essencialmente racionalista no sentido mais amplo desse termo considerado etimol&oacute;gica e historicamente.&nbsp; A defini&ccedil;&atilde;o de racionalismo como um sistema que baseia cren&ccedil;a religiosa em princ&iacute;pios estabelecidos pela raz&atilde;o&nbsp; se aplicam a ele de forma precisa... N&atilde;o se pode negar que muitas doutrinas e sistemas de teologia e tamb&eacute;m muitas supersti&ccedil;&otilde;es, da adora&ccedil;&atilde;o de santos ao uso de ros&aacute;rios e amuletos, se inseriram no ramo principal da cren&ccedil;a mu&ccedil;ulmana.&nbsp; Mas apesar do rico desenvolvimento, em todo o sentido do termo, dos ensinamentos do profeta, o Alcor&atilde;o manteve seu lugar como ponto de partida fundamental, e o dogma da unicidade de Deus tem sido sempre proclamado nele com uma pureza invari&aacute;vel, uma majestade, grandeza e com uma nota de pura convic&ccedil;&atilde;o, que &eacute; dif&iacute;cil encontrar fora do Isl&atilde;.&nbsp; Essa fidelidade ao dogma fundamental da religi&atilde;o, a simplicidade elementar da f&oacute;rmula na qual ele &eacute; enunciado, a prova que obt&eacute;m da convic&ccedil;&atilde;o determinada dos mission&aacute;rios que o propagam, s&atilde;o muitas causas para explicar o sucesso dos esfor&ccedil;os mission&aacute;rios maometanos<a title=\" N.T: O termo &ldquo;maometano&rdquo; n&atilde;o &eacute; empregado pelos mu&ccedil;ulmanos e &eacute; considerado errado por eles, por passar a impress&atilde;o de que o profeta Muhammad &eacute; o centro de sua f&eacute;. Os mu&ccedil;ulmanos adoram a Deus e a Deus somente. O termo s&oacute; foi mantido por fidelidade ao texto\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/192\/#_ftn13620\">[1]<\/a>.&nbsp; Deve-se esperar que um credo t&atilde;o preciso, t&atilde;o destitu&iacute;do de complexidades teol&oacute;gicas e conseq&uuml;entemente t&atilde;o acess&iacute;vel ao entendimento comum possua e, de fato, possui, um poder maravilhoso de abrir seu caminho at&eacute; as consci&ecirc;ncias dos homens.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">W. Montgomery Watt,&nbsp;<em>Islam and Christianity Today<\/em>, Londres, 1983, p.IX:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Eu n&atilde;o sou um mu&ccedil;ulmano no sentido usual, embora eu espero ser um &ldquo;mu&ccedil;ulmano&rdquo; como &ldquo;aquele que se submete a Deus&rdquo;, mas eu acredito que embutido no Alcor&atilde;o e outras express&otilde;es da vis&atilde;o isl&acirc;mica est&atilde;o vastos estoques da verdade divina da qual eu e outros ocidentais temos muito que aprender, e &lsquo;o Isl&atilde; &eacute; certamente um grande contendor para o suprimento da estrutura b&aacute;sica de uma religi&atilde;o do futuro.&rsquo;&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Paul Varo Martinson (editor),&nbsp;<em>ISLAM, An Introduction for Christians<\/em>, Augsburg, Mine&aacute;polis, 1994, p. 205:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;O Isl&atilde; &eacute; uma f&eacute; aut&ecirc;ntica que molda o &iacute;ntimo dos&nbsp; nossos vizinhos mu&ccedil;ulmanos e determina suas atitudes na vida.&nbsp; E a f&eacute; isl&acirc;mica &eacute; geralmente mais voltada para a tradi&ccedil;&atilde;o do que a forma ocidental recente da f&eacute; crist&atilde;, que experimentou consider&aacute;vel seculariza&ccedil;&atilde;o.&nbsp; N&oacute;s s&oacute; seremos justos com a popula&ccedil;&atilde;o isl&acirc;mica quando os compreendermos a partir de seu centro religioso e os respeitarmos como uma comunidade de f&eacute;.&nbsp; Os mu&ccedil;ulmanos se tornaram parceiros importantes no di&aacute;logo sobre a f&eacute;.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">John Alden Williams (editor),&nbsp;<em>ISLAM<\/em>, George Braziller, Nova Iorque, 1962, na parte de dentro da capa:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;O Isl&atilde; &eacute; muito mais que uma religi&atilde;o formal: &eacute; um modo de vida completo.&nbsp; De muitas formas &eacute; um fator mais determinante na experi&ecirc;ncia de seus seguidores do que qualquer outra religi&atilde;o.&nbsp; O mu&ccedil;ulmano (&ldquo;Aquele que se submete\") vive face a face com Deus em todos os momentos, e n&atilde;o far&aacute; separa&ccedil;&atilde;o entre sua vida e a sua religi&atilde;o, sua pol&iacute;tica e sua f&eacute;.&nbsp; Com sua forte &ecirc;nfase na irmandade dos homens cooperando para cumprir a vontade de Deus, o Isl&atilde; se tornou uma das religi&otilde;es mais influentes no mundo hoje.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">John L. Esposito,&nbsp;<em>ISLAM, The Straight Path<\/em>, Oxford University Press, Nova Iorque, 1988, pp. 3-4:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;O Isl&atilde; se encaixa em uma longa linha semita de tradi&ccedil;&otilde;es religiosas prof&eacute;ticas, que compartilham um monote&iacute;smo determinado, cren&ccedil;a na revela&ccedil;&atilde;o de Deus, Seus profetas, responsabilidade &eacute;tica e presta&ccedil;&atilde;o de contas, e o Dia do Ju&iacute;zo. &nbsp;&nbsp;De fato, os mu&ccedil;ulmanos, como os crist&atilde;os e os judeus, s&atilde;o os Filhos de Abra&atilde;o, uma vez que todos remontam suas comunidades a ele.&nbsp; A rela&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, religiosa e hist&oacute;rica do Isl&atilde; com o Cristianismo e o Juda&iacute;smo se manteve forte ao longo da hist&oacute;ria.&nbsp; Essa intera&ccedil;&atilde;o tem sido a fonte de benef&iacute;cio e empr&eacute;stimo m&uacute;tuo e tamb&eacute;m de mal-entendidos e conflito.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<hr size=\"2\" \/>\r\n<\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Footnotes:<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><a title=\"Back to the refrence of this footnote\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/192\/#_ftnref13620\">[1]<\/a>&nbsp;N.T: O termo &ldquo;maometano&rdquo; n&atilde;o &eacute; empregado pelos mu&ccedil;ulmanos e &eacute; considerado errado por eles, por passar a impress&atilde;o de que o profeta Muhammad &eacute; o centro de sua f&eacute;. Os mu&ccedil;ulmanos adoram a Deus e a Deus somente. O termo s&oacute; foi mantido por fidelidade ao texto original do autor citado.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","excerpt":"","terms":null,"visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":16446,"lft":860,"rght":861,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2014-08-05T00:16:00.000000Z","updated_at":"2026-06-07T15:32:03.000000Z","language_id":15,"user_id":7,"author_id":2082,"publisher_id":0,"category_id":1,"parent_id":540,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"iiie.net","category_name":"Introducing Islam","category_slug":"Introducing-islam","get_date":"2014-08-05","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt-Islam, a Profound Civilization.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt-Islam, a Profound Civilization.docx"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/index.php\/ing\/api\/articles\/isl-uma-civilizao-profunda"}