{"article":{"id":4583,"title":"\u00bfComo abracei o Islam?","slug":"como-abracei-o-islam","word":"\/uploads\/articles\/pt_Como_abracei_o_Islam.doc","pdf":"\/uploads\/articles\/pt_Como_abracei_o_Islam.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/node\/type:node\/slug:como-abracei-o-islam","hint":"","body":"<p style=\"text-align: center;\"><br \/>\r\n<strong><span style=\"color:#FF0000;\"><span style=\"font-size: 16px;\"><span style=\"font-size: 20px;\">&iquest;Como abracei o Islam?<br \/>\r\nLaura (Aishah) Andr&eacute;s Rossi Gougeon<br \/>\r\nDe: Goiania, Goais, Brasil<\/span><\/span><\/span><\/strong><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">\ufd3f \u0643\u064a\u0641 \u062f\u062e\u0644\u062a \u0641\u064a \u0627\u0644\u0625\u0633\u0644\u0627\u0645\u061f \ufd3e<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">\u0628\u0631\u062a\u063a\u0627\u0644\u064a&nbsp; Portugu&ecirc;s &ndash; Portugees &ndash;<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><br \/>\r\n<span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Revis&atilde;o: Lic. Muhammad Isa Garc&iacute;a<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><br \/>\r\n<span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">2010 - 1431<br \/>\r\n&nbsp;<br \/>\r\n&nbsp;<br \/>\r\n\ufd3f \u0643\u064a\u0641 \u062f\u062e\u0644\u062a \u0641\u064a \u0627\u0644\u0625\u0633\u0644\u0627\u0645\u061f \ufd3e<br \/>\r\n&laquo; \u0628\u0627\u0644\u0644\u063a\u0629 \u0627\u0644\u0628\u0631\u062a\u063a\u0627\u0644\u064a\u0629 &raquo;<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">\u0645\u0631\u0627\u062c\u0639\u0629: \u0645\u062d\u0645\u062f \u0639\u064a\u0633\u0649 \u063a\u0627\u0631\u0633\u064a\u0627<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><br \/>\r\n<span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">2010 - 1431<br \/>\r\n&nbsp;<br \/>\r\n&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><br \/>\r\n<span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Tudo come&ccedil;ou com uma inocente viagem a Foz do Igua&ccedil;u (Paran&aacute;, Brasil) em janeiro de 2005. Meus pais estavam desistindo da viagem, pois achavam que nada de muito diferente haveria por l&aacute;. Comecei a buscar &ldquo;atra&ccedil;&otilde;es tur&iacute;sticas&rdquo; e descobri que, al&eacute;m da bel&iacute;ssima Cataratas de Foz do Igua&ccedil;u, h&aacute;, tamb&eacute;m, passeio safari, compras no Paraguai, templo budista e mesquita. De tanto falar, acabamos indo.<br \/>\r\nEu gostei muito quando soube que l&aacute; tinha um templo budista e mesquitas, pois sempre gostei de tudo que &eacute; diferente! De conhecer novas culturas! E, al&eacute;m disso, estava sempre em busca de algo que me reconfortasse espiritualmente... o que nunca havia encontrado.<br \/>\r\nBom, fomos a Foz do Igua&ccedil;u. Ao chegarmos, a primeira coisa que vi de diferente (ao menos era pra mim) era um monte de mulheres de hijab. Para todo o lado que olhava, elas estavam l&aacute;! E as achava lindas! Femininas! Mas ao mesmo tempo impunham respeito! Inicialmente apenas achei lindo, nada mais! E estaria mentindo se dissesse que sabia do que se tratava. Na minha cabe&ccedil;a (de ocidental dominada pela m&iacute;dia em massa) eram apenas &aacute;rabes e pronto!<br \/>\r\nE todos os dias eu enchia a paci&ecirc;ncia dos meus pais para irmos ao templo budista e &agrave; mesquita. Ao templo eu queria visitar para conhecer o que diz a filosofia mais exatamente. Sempre senti atra&ccedil;&atilde;o pelo budismo por ach&aacute;-lo desprendido de bens materiais, lux&uacute;ria e ostenta&ccedil;&atilde;o. E queria ir &agrave; mesquita apenas para tirar umas inocentes fotos...<br \/>\r\nUm dia de muita chuva fomos ao tal templo (depois de tanto alugar o pessoal). Ao chegarmos l&aacute; comecei me decepcionando... Particularmente nunca gostei de imagens e &iacute;dolos... E bem na entrada tinha um Buda de 3m de altura!!! E mais um monte de est&aacute;tuas que n&atilde;o fazia a menor id&eacute;ia do que significavam... Ent&atilde;o, como sou curiosa, comecei a buscar pessoas ali que pudessem me explicar afinal sobre a filosofia e as est&aacute;tuas... A &uacute;nica que encontrei era um coreano que n&atilde;o falava absolutamente nada de portugu&ecirc;s. Nisso, chegou mais uma fam&iacute;lia. Como estava chovendo forte e quer&iacute;amos todos conhecer o templo, o homem nos levou at&eacute; o segundo andar, que era onde faziam os rituais. E l&aacute; estavam 4 Budas (todos pintados em dourado-ouro): um bem simples que ia &ldquo;evoluindo&rdquo; at&eacute; um com cedro e coroa. E v&aacute;rias oferendas de frutas e gr&atilde;os, velas e diversas est&aacute;tuas nos cantos da sala... Aquilo n&atilde;o me agradou em nada, espiritual e visualmente falando. Achei o dourado dos Budas muita ostenta&ccedil;&atilde;o de riqueza, sobretudo no &uacute;ltimo Buda, que lembrava um rei poderoso (at&eacute; mesmo pelo tamanho da est&aacute;tua).<br \/>\r\nSa&iacute; de l&aacute; um tanto decepcionada... Queria saber mais, mas sa&iacute; de l&aacute; sabendo menos ainda! Porque se acrescentou novas perguntas &agrave;s que j&aacute; existiam e todas acabaram ficando sem resposta...<br \/>\r\nFomos embora. Aproveitamos e passamos na mesquita. Mas era final de tarde e estavam rezando. Portanto, n&atilde;o pod&iacute;amos visitar naquele hor&aacute;rio. Combinamos de voltar outro dia.<br \/>\r\nEnfim, no &uacute;ltimo dia de passeio, antes de pegarmos a estrada para virmos embora, torrei de novo a paci&ecirc;ncia do pessoal para passarmos na tal mesquita! Eu me negava a ir embora sem ir &agrave; mesquita! Ent&atilde;o, fomos... Visitamos. O que mais me deixou intrigada &eacute; que nada havia para saber o que louvavam!! No templo budista tinha v&aacute;rios Budas, na cat&oacute;lica v&ecirc;-se imagens de santos para todos os lados, nas evang&eacute;licas o pr&oacute;prio nome muitas vezes j&aacute; diz (&ldquo;Jesus Cristo &eacute; o Senhor&rdquo;)... Mas na mesquita n&atilde;o havia nada al&eacute;m de um p&uacute;lpito e o carpete!! E uma d&uacute;vida latejante come&ccedil;ou a surgir: &ldquo;Mas afinal, no que eles acreditam?&rdquo;. E como l&aacute; n&atilde;o havia nenhum mu&ccedil;ulmano para esclarecer minhas d&uacute;vidas, peguei diversos panfletos que disponibilizavam na mesquita sobre diferentes assuntos. Li-os durante a viagem e comecei a me encantar pela religi&atilde;o!<br \/>\r\nCheguei na minha cidade decidida a estudar mais sobre o que &eacute; o Islaam. Escrevi para sociedades e um Sheikh do Rio de Janeiro me ajudou muito. Tirava minhas d&uacute;vidas via &aacute;udio na Internet, enviou-me livros e textos. Durante quase um m&ecirc;s, tudo o que eu fazia era estudar o Islaam. E sempre que lia coisas novas sentia paz e tranq&uuml;ilidade! Via l&oacute;gica e raz&atilde;o em tudo! Finalmente tudo se encaixava e tudo fazia sentido! Descobri finalmente que glorificam a Deus! S&oacute; e exclusivamente a Ele!! Mas que a cren&ccedil;a &eacute; completada pelos Livros por Ele enviado, em todos os Profetas, sem distin&ccedil;&atilde;o, nos Anjos, no Dia do Julgamento e na Predestina&ccedil;&atilde;o. E tudo tinha l&oacute;gica, tudo se explicava!! E finalmente comecei a crer em Deus como eu jamais cri. Comecei a &ldquo;senti-lo&rdquo; como jamais havia sentido!! E hoje, quando me lembro, a vontade de chorar pela emo&ccedil;&atilde;o dos sentimentos &eacute; enorme.<br \/>\r\nEnt&atilde;o, depois de menos de um m&ecirc;s, em 13 de fevereiro de 2005, decidi abra&ccedil;ar o Islaam e ser submissa &agrave; vontade de Allah Subhana wa ta&rsquo;aalaa! E o Islaam foi a minha paz, o meu sossego (de corpo e alma). Eu, que sempre fui &ldquo;rebelde sem causa&rdquo;, passei a me amar e valorizar mais, bem como &agrave;s outras pessoas.<br \/>\r\nE hoje eu digo: Yaa Allah!! Qu&atilde;o Grandioso e Misericordioso &eacute; Tu, &oacute; Senhor dos Mundos, que guia a quem quer e desencaminha quem quer. Louvado e Glorificado sejas Tu, Senhor do Universo, &Uacute;nico digno de louvor e adora&ccedil;&atilde;o, pela gra&ccedil;a do Islaam. Subhana Rabbial&rsquo;Allah! Allahu Akbar!<br \/>\r\n&nbsp;Atualmente pratico e vivo o Islam quase que sozinha, pois onde moro, apesar dos mais de um milh&atilde;o de habitantes e de ser uma capital, n&atilde;o h&aacute; comunidade isl&acirc;mica, mesquita ou qualquer coisa do g&ecirc;nero. Somos eu e mais cinco irm&atilde;os, mas o Islam mant&eacute;m-se aceso em nossos cora&ccedil;&otilde;es e em nossas pr&aacute;ticas, apesar de toda dificuldade, pois Allahu ta&rsquo;aalaa nos basta.<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n","excerpt":"","terms":"","visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":21847,"lft":8933,"rght":8934,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2016-08-16T21:03:10.000000Z","updated_at":"2026-04-04T09:31:05.000000Z","language_id":15,"user_id":2,"author_id":41,"publisher_id":41,"category_id":10,"parent_id":null,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"www.islamhouse.com","category_name":"Why I became a Muslim!","category_slug":"Why-I-became-a-Muslim!","get_date":"2016-08-16","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt_Como_abracei_o_Islam.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt_Como_abracei_o_Islam.doc"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/index.php\/jol\/api\/articles\/como-abracei-o-islam"}