{"article":{"id":2998,"title":"A Beleza e Eloqu\u00eancia do Alcor\u00e3o","slug":"a-beleza-e-eloquncia-do-alcoro","word":"\/uploads\/articles\/pt-The Beauty and Eloquence of the Quran.docx","pdf":"\/uploads\/articles\/pt-The Beauty and Eloquence of the Quran.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/nodes\/view\/type:article\/slug:a-beleza-e-eloquncia-do-alcoro","hint":"","body":"<h1 style=\"text-align: center;\"><span>A Beleza e Eloqu&ecirc;ncia do Alcor&atilde;o<\/span><\/h1>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><img style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/articles\/images\/The_Beauty_and_Eloquence_of_the_Quran_(part_1_of_2)_001.jpg\" alt=\"\" \/><\/span><\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">(parte 1 de 2)<\/span><\/h1>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">As primeiras audi&ecirc;ncias do Alcor&atilde;o eram habitantes do deserto da Ar&aacute;bia, orgulhosos das habilidades de seu idioma.&nbsp;&nbsp;Seus bens materiais eram ex&iacute;guos, mas seu idioma era muito mais avan&ccedil;ado que sua cultura.&nbsp; Ganhavam a vida atrav&eacute;s do com&eacute;rcio e empreendiam muitas viagens para comprar e vender produtos.&nbsp;&nbsp; Suas longas viagens pelo deserto lhes dava tempo para meditarem sobre a natureza e a ordem da natureza das coisas.&nbsp; Eram muito meticulosos em suas escolhas de palavras e muito espec&iacute;ficos em seus discursos.&nbsp; Adoravam a orat&oacute;ria e dic&ccedil;&atilde;o e a comunica&ccedil;&atilde;o eficiente.&nbsp; Eram muito habilidosos na articula&ccedil;&atilde;o de pensamentos mais delicados e muito refinados na express&atilde;o de ideias.&nbsp; As palavras eram suas mercadorias e a eloqu&ecirc;ncia sua obsess&atilde;o e ponto forte.&nbsp; Comunicar pensamentos mais delicados na forma mais sofisticada era suas obsess&otilde;es.&nbsp; Compor poesia e prosa era suas paix&otilde;es.&nbsp; Competiam entre si na habilidade de serem fluentes e eloquentes.&nbsp; Produziam literatura elegante de alta qualidade, mesmo se os temas escolhidos fossem os mais insignificantes e profanos.&nbsp; Desperdi&ccedil;avam suas habilidades embelezando as hist&oacute;rias de seus encontros, explora&ccedil;&otilde;es e aventuras amorosas, relatos exagerados de seu valor na guerra e as virtudes de seu vinho e suas mulheres.&nbsp; Sua literatura escrita era escassa, mas tinham uma mem&oacute;ria prol&iacute;fica e memorizavam milhares de cita&ccedil;&otilde;es, anedotas e poemas.&nbsp; Sua literatura era passada adiante para as gera&ccedil;&otilde;es seguintes atrav&eacute;s de tradi&ccedil;&otilde;es orais.&nbsp; Tinham tanto orgulho de sua dic&ccedil;&atilde;o e eloqu&ecirc;ncia que se declaravam os mestres da linguagem e que os outros tinham sido privados da faculdade da palavra.&nbsp; Comparadas &agrave; deles, as outras l&iacute;nguas eram meramente as comunica&ccedil;&otilde;es cruas de homens mudos e inarticulados.&nbsp;&nbsp; Referiam-se aos n&atilde;o &aacute;rabes como &ldquo;Ajums&rdquo;, aqueles que sofrem de impedimentos da fala.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Quando os &aacute;rabes ouviram o Alcor&atilde;o pela primeira vez, ficaram assombrados com sua eloqu&ecirc;ncia e ouviram com admira&ccedil;&atilde;o.&nbsp; Nunca tinham ouvido antes na vida um serm&atilde;o t&atilde;o impactante e majestoso.&nbsp; Seus instintos os convenceram de que um discurso t&atilde;o impressionante e nobre s&oacute; podia ser divino, n&atilde;o uma cria&ccedil;&atilde;o humana.&nbsp; Era muito mais sublime e solene que toda a sua literatura junta.&nbsp; O Alcor&atilde;o proclamou que n&atilde;o era uma composi&ccedil;&atilde;o feita pelo homem e desafiou sua audi&ecirc;ncia a apresentar qualquer composi&ccedil;&atilde;o que se equiparasse ao seu estilo e eleg&acirc;ncia.&nbsp; Declarou que os humanos n&atilde;o conseguiriam produzir uma &uacute;nica composi&ccedil;&atilde;o que se equiparasse ao seu calibre, mesmo que se unissem e coordenassem seus esfor&ccedil;os.&nbsp; Lan&ccedil;ou o desafio:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;E se estais em d&uacute;vida acerca do que fizemos descer sobre Nosso servo, fazei vir uma surata igual &agrave; dele, e convocai vossas testemunhas, ao inv&eacute;s de Deus, se sois ver&iacute;dicos&rdquo;. (Alcor&atilde;o 2:23)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Os compositores especialistas da Ar&aacute;bia ouviram o desafio, mas n&atilde;o puderam apresentar uma resposta.&nbsp;&nbsp;&nbsp;Comparados ao Alcor&atilde;o seus esfor&ccedil;os liter&aacute;rios pareciam desajeitados e infantis.&nbsp; Sentiam como se fossem novatos inexperientes.&nbsp; Os poetas prol&iacute;ficos e eminentes pareciam imaturos. Os oradores entusi&aacute;sticos viram-se sem palavras.&nbsp; Foram humilhados pelas palavras do Alcor&atilde;o.&nbsp; Os mestres da l&iacute;ngua &aacute;rabe n&atilde;o conseguiram encontrar nenhuma falha ou lapso na linguagem do Alcor&atilde;o.&nbsp; Reconheceram a derrota e expressaram sua incapacidade de equipar&aacute;-lo.&nbsp; Muitos ficaram t&atilde;o hipnotizados por sua mensagem que abra&ccedil;aram o Isl&atilde; na hora.&nbsp; A evid&ecirc;ncia interna do Alcor&atilde;o &eacute; suficiente para dissipar d&uacute;vidas.&nbsp; Quando &eacute; lido, fica claro que nenhum homem poderia t&ecirc;-lo escrito.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O homem &eacute; o tema do Alcor&atilde;o.&nbsp; Narra a hist&oacute;ria do homem como um todo e descreve todos os est&aacute;gios da jornada do homem para seu &uacute;ltimo destino - nascimento, vida, morte, ressurrei&ccedil;&atilde;o e o julgamento de seus atos e, dependendo do julgamento, para&iacute;so ou inferno.&nbsp; Nesse mundo temporal e f&iacute;sico, a observa&ccedil;&atilde;o e experi&ecirc;ncia do homem s&atilde;o restritas ao seu nascimento, os testes e tribula&ccedil;&otilde;es de sua vida e morte.&nbsp; Seus cinco sentidos n&atilde;o o capacitam a perceber uma exist&ecirc;ncia al&eacute;m dos confins do mundo f&iacute;sico.&nbsp;&nbsp; Os olhos n&atilde;o veem a&nbsp; luz emanando do outro mundo e os ouvidos n&atilde;o detectam os sons do outro lado.&nbsp;&nbsp; As m&atilde;os n&atilde;o podem sentir, o nariz n&atilde;o pode cheirar e a l&iacute;ngua n&atilde;o pode sentir o gosto do que n&atilde;o &eacute; desse mundo.&nbsp; A mente, portanto, n&atilde;o consegue perceber a presen&ccedil;a do mundo mais al&eacute;m.&nbsp;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O grande al&eacute;m reside depois das fronteiras da morte.&nbsp;&nbsp;A ressurrei&ccedil;&atilde;o, o julgamento dos atos e para&iacute;so e inferno s&atilde;o eventos programados para ocorrer l&aacute;.&nbsp; De forma fluente e comovente e com uma aura de confian&ccedil;a, o Alcor&atilde;o descreve esses eventos em detalhes.&nbsp; Narra com o conhecimento da certeza.&nbsp; Discute os eventos do outro mundo com a mesma facilidade e eloqu&ecirc;ncia que os eventos desse mundo.&nbsp; Desde que foi revelado seu discurso e eloqu&ecirc;ncia n&atilde;o foram superados, n&atilde;o somente em &aacute;rabe, mas tamb&eacute;m em todos os idiomas do mundo.&nbsp;&nbsp; O desafio continua de p&eacute;.&nbsp; O homem nunca ser&aacute; capaz de equiparar sua qualidade liter&aacute;ria.&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">(parte 2 de 2)<\/span><\/h1>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A poesia deve sua atra&ccedil;&atilde;o e brilho a mentiras e fic&ccedil;&atilde;o.&nbsp;&nbsp;O poeta deixa sua imagina&ccedil;&atilde;o solta, que vagueia desenfreada para al&eacute;m do reino da realidade.&nbsp; Quanto mais ele se deixa levar por sua imagina&ccedil;&atilde;o, mais belo &eacute; seu poema.&nbsp; Quanto mais ele voa para o territ&oacute;rio da fantasia, mais fantasiosa e fabulosa &eacute; sua fic&ccedil;&atilde;o.&nbsp; A verdade &eacute; a primeira v&iacute;tima de sua excurs&atilde;o para o territ&oacute;rio da fantasia.&nbsp; As frases s&atilde;o seus brinquedos e a fic&ccedil;&atilde;o &eacute; seu lugar de brincadeiras.&nbsp; As palavras s&atilde;o suas ferramentas e sua oficina o sal&atilde;o de beleza, onde o que &eacute; simples torna-se sensual e sensacional e os fatos simples s&atilde;o vestidos para parecerem bonitos e apresent&aacute;veis.&nbsp; Palavras belas e apropriadas s&atilde;o sua profiss&atilde;o e seu objetivo &eacute; provocar a imagina&ccedil;&atilde;o de sua audi&ecirc;ncia.&nbsp; Planeja mergulhar seus ouvintes em uma arena de ilus&atilde;o, o mundo irreal e et&eacute;reo.&nbsp;<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O exagero &eacute; a especialidade do poeta, seu chamado especial.&nbsp;&nbsp;At&eacute; um simples sorriso &eacute; um voo de fantasia para um poeta.&nbsp; Estica a verdade at&eacute; o limite, at&eacute; que se torne uma mentira.&nbsp; Com um pouco de embelezamento transforma um evento brando em um conto tentador.&nbsp; Se a verdade n&atilde;o lhe agrada, segue adiante para diluir o efeito do fato.&nbsp; Se o fato n&atilde;o se adequa &agrave; sua fantasia e o mistura com uma dose de mito, tirando o fato de foco.&nbsp; Com palavras, pode tricotar um escudo para desviar o fato.&nbsp; Assim, ele trivializa a verdade.&nbsp; Torcer&aacute; e distorcer&aacute; as palavras e atacar&aacute; a verdade at&eacute; que produza o significado que deseja.&nbsp; Cobre a verdade com camadas de interpreta&ccedil;&otilde;es at&eacute; que a verdade torne-se uma estranha.&nbsp; Com o uso h&aacute;bil de palavras, pode batizar uma fic&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m ficcionalizar um fato.&nbsp;&nbsp; Circula mentiras ao envolv&ecirc;-las com camadas de fatos conhecidos e irrefut&aacute;veis.&nbsp; Empresta credibilidade e respeito a suposi&ccedil;&otilde;es infundadas ao cerc&aacute;-las de fatos respeitados.&nbsp; A falsidade, assim, &eacute; fortalecida. &nbsp;O texto po&eacute;tico &eacute; a prioridade de um poeta e seu talento consiste de frases fantasiosas, n&atilde;o de verdade.&nbsp; A poesia agrada a est&eacute;tica e o intelecto, mas n&atilde;o &eacute; verdade.&nbsp; Sobre os poetas, o Alcor&atilde;o diz:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>\" E os poetas que seguem os insensatos. N&atilde;o tens reparado em como se confundem quanto a todos os vales? E em que dizem o que n&atilde;o fazem?&rdquo; (Alcor&atilde;o 26:<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><strong>224-226)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>\" E n&atilde;o instru&iacute;mos (o Mensageiro) na poesia, porque n&atilde;o &eacute; pr&oacute;pria dele.&nbsp; <\/strong><strong>O que lhe revelamos n&atilde;o &eacute; sen&atilde;o uma Mensagem e um Alcor&atilde;o l&uacute;cido.&rdquo; (Alcor&atilde;o 36:<\/strong>&nbsp;<strong>69)<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Que este (Alcor&atilde;o) &eacute; a palavra do Mensageiro honor&aacute;vel.<\/strong>&nbsp;&nbsp;<strong>E n&atilde;o a palavra de um poeta. - Qu&atilde;o pouco credes-<\/strong>&nbsp;&nbsp;<strong>Nem tampouco &eacute; a palavra de um adivinho. Qu&atilde;o pouco meditais! (Esta) &eacute; uma revela&ccedil;&atilde;o do Senhor do Universo.<\/strong>&nbsp; (Alcor&atilde;o 69: 40-43)<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A diferen&ccedil;a entre ele e o trabalho dos poetas, escritores e fil&oacute;sofos n&atilde;o &eacute; apenas de grau ou qualidade, mas tamb&eacute;m de car&aacute;ter e classe.&nbsp;&nbsp;N&atilde;o se rebaixou ao modelo terreno de distor&ccedil;&atilde;o e desonestidade.&nbsp; Ao contr&aacute;rio, engrandeceu e higienizou os padr&otilde;es de literatura e a introduziu em um novo patamar.&nbsp; Imp&ocirc;s um requisito mais dif&iacute;cil para o padr&atilde;o liter&aacute;rio e exigiu honestidade e precis&atilde;o absolutas.&nbsp; Recusou-se a unir-se &agrave; fic&ccedil;&atilde;o e &agrave; arte de ficcionaliza&ccedil;&atilde;o de fatos e desdenhou o exagero.&nbsp; N&atilde;o ganhou fazendo uso das formas e meios dos outros trabalhos liter&aacute;rios.&nbsp;<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Os gigantes liter&aacute;rios conhecem as normas de gram&aacute;tica e dic&ccedil;&atilde;o.&nbsp;&nbsp;Ainda assim, n&atilde;o podem atender &agrave; regra estabelecida pelo Alcor&atilde;o.&nbsp; Est&atilde;o em desvantagem porque sua compet&ecirc;ncia n&atilde;o tem valia sem falsidade e fic&ccedil;&atilde;o.&nbsp; Se o exagero fosse removido de seus trabalhos, n&atilde;o sobraria muito.&nbsp; N&atilde;o conseguem imaginar a poesia sem um grau de mentiras e embelezamentos.&nbsp; Assim, o Alcor&atilde;o tirou as restri&ccedil;&otilde;es dos fatos e liberou a verdade das garras de seus captores - os poetas, escritores e fil&oacute;sofos do passado, presente e futuro.&nbsp; Exp&ocirc;s suas espertezas.&nbsp; Quando se trata de assuntos que pertencem a esse mundo, conhecem os fatos, mas nem sempre escolhem ser honestos e precisos.&nbsp; Entretanto, quando se trata de assuntos do al&eacute;m t&uacute;mulo, s&atilde;o de fato charlat&atilde;es que se apoiam em suposi&ccedil;&otilde;es e conjecturas.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Sua maioria n&atilde;o faz mais do que conjecturar,<\/strong>&nbsp;&nbsp;<strong>e a conjectura jamais prevalecer&aacute; sobre a verdade;<\/strong>&nbsp;&nbsp;<strong>&nbsp;Deus bem sabe tudo quanto fazem!<\/strong>&nbsp;&nbsp;<strong>(Alcor&atilde;o 10:<\/strong>&nbsp;<strong>36)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>\"Se obedeceres &agrave; maioria dos seres da terra, eles desviar-te-&atilde;o da senda de Deus,<\/strong>&nbsp;&nbsp;<strong>porque n&atilde;o professam mais do que a conjectura e n&atilde;o fazem mais do que inventar mentiras.\u02ee (Alcor&atilde;o 6: 116)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O Alcor&atilde;o desafiou as normas aceitas de literatura e alcan&ccedil;ou a eloqu&ecirc;ncia e emin&ecirc;ncia sem recorrer a qualquer tipo de exagero.&nbsp;&nbsp;Por causa disso, cada cl&aacute;ssico liter&aacute;rio criado em qualquer per&iacute;odo da hist&oacute;ria e em qualquer idioma do mundo, recairia em uma classe inferior &agrave;quela do Alcor&atilde;o.&nbsp; Tem um car&aacute;ter &uacute;nico que &eacute; todo seu.&nbsp; Apresenta os fatos de forma clara e meticulosamente adere &agrave; narra&ccedil;&atilde;o precisa.&nbsp; Mesmo quando cita uma par&aacute;bola, a compara&ccedil;&atilde;o nunca &eacute; enganosa e n&atilde;o distorce a verdade.&nbsp; As palavras e frases que usa trazem a verdade inalterada.&nbsp; Jura dizer nada al&eacute;m da verdade.&nbsp; A precis&atilde;o &eacute; sua prioridade e todo o seu texto pode ser aceito literalmente.&nbsp; O tratado cient&iacute;fico deve igualmente exato.&nbsp; Sua ades&atilde;o &agrave; precis&atilde;o quando se trata de assuntos que pertencem a esse mundo, infunde f&eacute; e confian&ccedil;a nos crentes.&nbsp; S&atilde;o convencidos de que os eventos programados para ocorrer al&eacute;m da morte tamb&eacute;m s&atilde;o retratados com a mesma exatid&atilde;o e precis&atilde;o e sem exageros.&nbsp; A raz&atilde;o pela qual o Alcor&atilde;o permaneceu incompar&aacute;vel em subst&acirc;ncia e estilo &eacute; tratar-se da absoluta verdade.&nbsp; Diz a seu pr&oacute;prio respeito:<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Tais s&atilde;o os vers&iacute;culos de Deus que realmente te ditamos,<\/strong><strong>&nbsp; porque &eacute;s um dos mensageiros.&rdquo; (Alcor&atilde;o 2:252)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Ele te revelou (&oacute; Muhammad) o Livro (paulatinamente) com a verdade corroborante dos anteriores,<\/strong>&nbsp;&nbsp;<strong>&nbsp;assim como havia revelado a Tora e Evangelho.<\/strong>&nbsp;&nbsp;<strong>(Alcor&atilde;o 3:3)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>\"Alif, Lam, Meem, Ra.<\/strong>&nbsp;&nbsp;<strong>Estes s&atilde;o os vers&iacute;culos do Livro. O que te foi revelado por teu Senhor &eacute; a pura verdade; por&eacute;m, a maioria dos humanos n&atilde;o cr&ecirc; nisso.\u02ee (Alcor&atilde;o 13:1)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><\/h1>","excerpt":"","terms":null,"visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":10700,"lft":5818,"rght":5819,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2014-12-09T23:18:00.000000Z","updated_at":"2026-04-06T07:09:55.000000Z","language_id":15,"user_id":13,"author_id":3412,"publisher_id":0,"category_id":15,"parent_id":2996,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"Munir Munshey","category_name":"About Qur'an & Hadith","category_slug":"About-Quran-and-Hadith","get_date":"2014-12-09","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt-The Beauty and Eloquence of the Quran.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt-The Beauty and Eloquence of the Quran.docx"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/ita\/api\/articles\/a-beleza-e-eloquncia-do-alcoro"}