{"article":{"id":4520,"title":"A morte","slug":"a-morte","word":"\/uploads\/articles\/pt_A_morte.docx","pdf":"\/uploads\/articles\/pt_A_morte.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/node\/type:node\/slug:a-morte","hint":"<p dir=\"rtl\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\">\u0627\u0633\u0645 \u0627\u0644\u0645\u0642\u0627\u0644: \u0627\u0644\u0645\u0648\u062a<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<hr \/>\r\n<p dir=\"rtl\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><span class=\"divx1\">\u0627\u0644\u0644\u063a\u0629: <\/span>\u0628\u0631\u062a\u063a\u0627\u0644\u064a<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<hr \/>\r\n<p dir=\"rtl\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\">\u062a\u0623\u0644\u064a\u0641: \u0623\u0645\u064a\u0646 \u0627\u0644\u062f\u064a\u0646 \u0645\u062d\u0645\u062f \u0625\u0628\u0631\u0627\u0647\u064a\u0645<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<hr \/>\r\n<div dir=\"rtl\">\r\n<div><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><span class=\"divx1\">\u0627\u0644\u0646\u0627\u0634\u0631: <\/span>\u0627\u0644\u0645\u0643\u062a\u0628 \u0627\u0644\u062a\u0639\u0627\u0648\u0646\u064a \u0644\u0644\u062f\u0639\u0648\u0629 \u0648\u062a\u0648\u0639\u064a\u0629 \u0627\u0644\u062c\u0627\u0644\u064a\u0627\u062a \u0628\u0627\u0644\u0631\u0628\u0648\u0629<\/span><\/span><\/div>\r\n\r\n<hr \/>\r\n<p><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><span class=\"divx1\">\u0646\u0628\u0630\u0629 \u0645\u062e\u062a\u0635\u0631\u0629: <\/span>\u0645\u0642\u0627\u0644\u0629 \u0628\u0627\u0644\u0644\u063a\u0629 \u0627\u0644\u0628\u0631\u062a\u063a\u0627\u0644\u064a\u0629 \u062a\u0628\u064a\u0646 \u0623\u0647\u0645\u064a\u0629 \u0630\u0643\u0631 \u0627\u0644\u0645\u0648\u062a \u0648\u0627\u0644\u0627\u0633\u062a\u0639\u062f\u0627\u062f \u0644\u0644\u0622\u062e\u0631\u0629\u060c \u0648\u0639\u062f\u0645 \u0627\u0644\u0627\u063a\u062a\u0631\u0627\u0631 \u0628\u0647\u0630\u0647 \u0627\u0644\u062d\u064a\u0627\u0629 \u0627\u0644\u0641\u0627\u0646\u064a\u0629.<\/span><\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n","body":"<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color:#FF0000;\"><span style=\"font-size: 16px;\"><span style=\"font-size: 20px;\">A morte<\/span><\/span><\/span><\/strong><br \/>\r\n<span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">\u0627\u0644\u0645\u0648\u062a<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">&lt; \u0627\u0644\u0628\u0631\u062a\u063a\u0627\u0644\u064a\u0629 &gt;<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<br \/>\r\nPor: Sheikh Aminuddin Mohamad<br \/>\r\n\u0623\u0645\u064a\u0646 \u0627\u0644\u062f\u064a\u0646 \u0645\u062d\u0645\u062f<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><br \/>\r\n<span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">\uf097\uf099<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><br \/>\r\n<span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Nome do revisor:<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">\u0645\u0631\u0627\u062c\u0639\u0629: \u0627\u0644\u0634\u064a\u062e\/\u0645\u062d\u0645\u062f \u0625\u0628\u0631\u0627\u0647\u064a\u0645 \u0641\u0642\u064a\u0631<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">A morte<br \/>\r\n&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">&Eacute; um facto, que o materialismo que dominou e ainda domina a vida de muitos de entre n&oacute;s, desempenhou&nbsp; e desempenha um grande papel no desvio da Humanidade no que toca &agrave; sua rela&ccedil;&atilde;o para com o seu Criador. O efeito do materialismo foi t&atilde;o pernicioso que muita gente deixou de pensar no seu destino final e, consequentemente no seu fim iminente.<br \/>\r\nA morte &eacute; um fen&oacute;meno assustador e horrendo, que afronta a todos os seres vivos. Ningu&eacute;m pode resistir a esse fen&oacute;meno. Ainda que todos os cientistas do Mundo se juntem &agrave; volta de um moribundo nada podem fazer.<br \/>\r\n&Eacute; uma ocorr&ecirc;ncia repetida, que ataca em todos os momentos e em todas as idades, tanto a jovens como a velhos, a ricos e a pobres, a fortes e a fracos, a saud&aacute;veis e a doentes.<br \/>\r\nO fim da vida &eacute; igual para todos, pois todos t&ecirc;m que morrer. Todavia, o destino depois da morte n&atilde;o &eacute; igual para todos, pois uns ir&atilde;o para o Para&iacute;so enquanto outros ir&atilde;o para o Inferno.<br \/>\r\nDeus criou a vida e a morte para testar cada um de n&oacute;s. Da agonia da morte, certamente existe uma grande li&ccedil;&atilde;o a aprender. Esta constitui um grande aviso, e suficiente como um admoestador.<br \/>\r\nA morte ser&aacute; para cada um de n&oacute;s um acontecimento duro, um incidente horr&iacute;fico, comparando-se a uma ch&aacute;vena cheia de bebida amarga e sem sabor, que teremos que beber.<br \/>\r\n&Eacute; uma ocorr&ecirc;ncia que acabar&aacute; com a nossa ambi&ccedil;&atilde;o e cobi&ccedil;a, que cortar&aacute; o conforto e trar-nos-&aacute; todas as coisas odiosas. Desintegrar&aacute; totalmente o nosso corpo. Portanto, o dia em que morrermos ser&aacute; um incidente tremendo e uma ocasi&atilde;o grave.<br \/>\r\nContudo, a tend&ecirc;ncia &eacute; de nos esquecermos, ou fingirmos que nos esquecemos desse dia. Detestamos recordar e encontrar a morte, apesar de sabermos da infalibilidade da sua vinda, e de que n&atilde;o h&aacute; maneira de evit&aacute;-la.<br \/>\r\nQu&atilde;o estranho &eacute; vermos pessoas inteligentes a ver como a morte leva consigo gente da sua gera&ccedil;&atilde;o, seus vizinhos, seus amigos, etc., e mesmo assim v&atilde;o continuando a viver confortavelmente, apesar de estarem a envelhecer de forma r&aacute;pida e irrevers&iacute;vel!<br \/>\r\nQu&atilde;o estranho se torna um homem ver uma cobra a aproximar-se de si, mas mesmo assim n&atilde;o se sente assustado! Ser&aacute; que o velho n&atilde;o v&ecirc; que a morte est&aacute; gradualmente aproximando-se de si? Ser&aacute; que n&atilde;o v&ecirc; que est&aacute; gradualmente a enfraquecer? N&atilde;o reparou ainda que o seu cabelo que outrora foi preto, j&aacute; se tornou branco com o passar do tempo? Por que raz&atilde;o tenta fingir, pintando o seu cabelo, tudo para dar a entender que nada aconteceu e que continua jovem?<br \/>\r\nPor mais que tentemos fugir da morte, por mais que evitemos falar dela, ela vir&aacute; ao nosso encontro.<br \/>\r\nPortanto, o inteligente &eacute; aquele que se prepara de antem&atilde;o para encar&aacute;-la, a fim de ir ao encontro do seu Criador em estado puro.<br \/>\r\nPor mais fortes que se sejamos, por muito poderosos que possamos ser, por muito abundante que seja a nossa riqueza, a morte dos outros torna aparente a imin&ecirc;ncia da nossa morte. A campa dos outros torna aparente a nossa campa, mesmo antes de a morte se aproximar de n&oacute;s.<br \/>\r\nDiariamente ouve-se falar da morte de algu&eacute;m, mas esquecemo-nos. Vemos gente a chorar devido &agrave; morte de algum ente-querido, mas n&atilde;o tomamos qualquer li&ccedil;&atilde;o.<br \/>\r\nChegamos a insurgir-nos contra algu&eacute;m que ouse falar-nos da morte. Ficamos irasc&iacute;veis quando a morte de algu&eacute;m nos &eacute; anunciada, pois achamos que tal cria mal-estar. Por&eacute;m, se n&atilde;o nos lembrarmos da morte, ela surpreender-nos-&aacute; enquanto estamos ocupados com outros assuntos, pois n&atilde;o h&aacute; coisa mais certa que a morte, e todos os seres vivos ter&atilde;o que a saborear, porque Deus f&ecirc;-la destino de todos os seus servos, e o fim de todos.<br \/>\r\nS&oacute; nos lembramos da morte quando ela nos atinge e a afli&ccedil;&atilde;o nos chega, e quando a morte de algu&eacute;m nos &eacute; anunciada. Mas mesmo assim pensamos tratar-se do caminho dessa pessoa e n&atilde;o nosso. Por isso choramos a perda da pessoa que se apartou de n&oacute;s, mas n&atilde;o nos apercebemos que o mesmo poder&aacute; vir a acontecer-nos logo a seguir.<br \/>\r\nLogo, n&atilde;o sejamos iguais &agrave;quele cujo mau legado &eacute; anunciado no dia em que morre, e cujas m&aacute;s ac&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o expostas na balan&ccedil;a no Dia da Ressurrei&ccedil;&atilde;o.<br \/>\r\nQuando nascemos est&aacute;vamos a chorar, e os que estavam &agrave; nossa volta estavam a rir de satisfa&ccedil;&atilde;o. Devemos fazer com que o cen&aacute;rio seja o oposto no dia da nossa morte, isto &eacute;, sairmos a rir e em satisfa&ccedil;&atilde;o, e os que est&atilde;o &agrave; nossa volta, a chorar.<br \/>\r\nUm dos momentos &iacute;mpares ocorre quando o moribundo se apercebe de repente, que est&aacute; quase a morrer. A&iacute; ent&atilde;o ele fica muito preocupado e ansioso com a sua vida passada. Nesse momento ele deseja que lhe seja concedido mais tempo, para conseguir recuperar e fazer o que n&atilde;o fez durante a sua vida, e arrepender-se sinceramente, sendo j&aacute; demasiado tarde.<br \/>\r\nHoje transportamos o cad&aacute;ver daquele que j&aacute; morreu, mas amanh&atilde; seremos n&oacute;s transportados das nossas casas para o cemit&eacute;rio. Hoje regressamos do cemit&eacute;rio para as nossas casas depois de termos sepultado algu&eacute;m, mas amanh&atilde; seremos n&oacute;s, transportados das nossas casas para o cemit&eacute;rio. Mesmo assim s&atilde;o poucos os que tiram li&ccedil;&atilde;o disso!<br \/>\r\nLembremo-nos da morte, ainda que tal crie des&acirc;nimo em n&oacute;s, ainda que dissipe os nossos sonhos, pois isso recordarmo-nos de um facto inequ&iacute;voco como &eacute; a morte, e ajudar-nos-&aacute; a prepararmo-nos para encar&aacute;-la. Tal levar-nos-&aacute; &agrave; pr&aacute;tica de boas ac&ccedil;&otilde;es, bem como a evitar as m&aacute;s ac&ccedil;&otilde;es.<br \/>\r\nRecordar a morte &eacute; uma forma de implantar as sementes da sinceridade dentro de n&oacute;s com boas ac&ccedil;&otilde;es, como sendo fruto disso. E isso acabar&aacute; com a gan&acirc;ncia sem fim das nossas riquezas, do ouro, das mob&iacute;lias, das camas e das casas.<br \/>\r\n&Eacute; bom que comecemos a nos preparar para essa viagem longa, em que estaremos sozinhos nas nossas campas, e onde ningu&eacute;m, nem os nossos mais queridos nos poder&atilde;o fazer companhia.<br \/>\r\nPortanto, esses a quem Deus prolongou as suas vidas at&eacute; verem os seus cabelos e barbas a ficarem brancos, devem estar gratos ao Criador. Devem praticar boas ac&ccedil;&otilde;es, pois muitos dos que pertenceram &agrave;s nossas gera&ccedil;&otilde;es j&aacute; morreram h&aacute; bastante tempo, tendo sido depositados nas suas campas, enquanto que a n&oacute;s, Deus ainda nos concedeu mais algum tempo.<br \/>\r\nDepois desta vida, a campa ser&aacute; a nossa segunda resid&ecirc;ncia. Temos que nos preocupar com essa nossa pr&oacute;xima resid&ecirc;ncia, pois o que nos separa da morte e dessa resid&ecirc;ncia, &eacute; apenas a seguinte frase dita por algu&eacute;m que tr&aacute;s a not&iacute;cia: &ldquo;Fulano j&aacute; morreu&rdquo;.&nbsp; &nbsp;<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><br \/>\r\n<span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">&nbsp;&nbsp; &nbsp;<br \/>\r\n&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<br \/>\r\n&nbsp;&nbsp; &nbsp;<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n","excerpt":"","terms":"","visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":14306,"lft":8813,"rght":8814,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2016-08-02T02:17:46.000000Z","updated_at":"2026-04-04T09:33:21.000000Z","language_id":15,"user_id":2,"author_id":763,"publisher_id":41,"category_id":19,"parent_id":null,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"\u0623\u0645\u064a\u0646 \u0627\u0644\u062f\u064a\u0646 \u0645\u062d\u0645\u062f \u0625\u0628\u0631\u0627\u0647\u064a\u0645","category_name":"Hereafter","category_slug":"Hereafter","get_date":"2016-08-02","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt_A_morte.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt_A_morte.docx"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/por\/api\/articles\/a-morte"}