{"article":{"id":4492,"title":"O terrorismo e a media","slug":"o-terrorismo-e-a-media","word":"\/uploads\/articles\/pt_terrorismo_e_midia.doc","pdf":"\/uploads\/articles\/pt_terrorismo_e_midia.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/node\/type:node\/slug:o-terrorismo-e-a-media","hint":"<p dir=\"rtl\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\">\u0627\u0633\u0645 \u0627\u0644\u0645\u0642\u0627\u0644: \u0627\u0644\u0625\u0631\u0647\u0627\u0628 \u0648\u0648\u0633\u0627\u0626\u0644 \u0627\u0644\u0625\u0639\u0644\u0627\u0645<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<hr \/>\r\n<p dir=\"rtl\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><span class=\"divx1\">\u0627\u0644\u0644\u063a\u0629: <\/span>\u0628\u0631\u062a\u063a\u0627\u0644\u064a<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<hr \/>\r\n<div dir=\"rtl\">\r\n<p><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><span class=\"divx1\">\u0627\u0644\u0643\u0627\u062a\u0628: <\/span>\u0623\u0645\u064a\u0646 \u0627\u0644\u062f\u064a\u0646 \u0645\u062d\u0645\u062f \u0625\u0628\u0631\u0627\u0647\u064a\u0645<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<hr \/>\r\n<p><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><span class=\"divx1\">\u0646\u0628\u0630\u0629 \u0645\u062e\u062a\u0635\u0631\u0629: <\/span>\u0645\u0642\u0627\u0644\u0629 \u0645\u062a\u0631\u062c\u0645\u0629 \u0625\u0644\u0649 \u0627\u0644\u0644\u063a\u0629 \u0627\u0644\u0628\u0631\u062a\u063a\u0627\u0644\u064a\u0629\u060c \u062a\u062a\u062d\u062f\u062b \u0639\u0646 \u0627\u0644\u0625\u0631\u0647\u0627\u0628 \u0648\u0648\u0633\u0627\u0626\u0644 \u0627\u0644\u0625\u0639\u0644\u0627\u0645\u060c \u0623\u062b\u0631\u0647 \u0648\u0633\u0644\u0628\u064a\u0627\u062a\u0647.<\/span><\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n","body":"<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">O TERRORISMO E A &ldquo;MEDIA&rdquo;<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">\u0627\u0644\u0625\u0631\u0647\u0627\u0628 \u0648\u0648\u0633\u0627\u0626\u0644 \u0627\u0644\u0625\u0639\u0644\u0627\u0645<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">[portugu&ecirc;s - portuguese &ndash; \u0628\u0631\u062a\u063a\u0627\u0644\u064a]<br \/>\r\n&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<br \/>\r\nAuthor&#39; name<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Aminuddin Muhammad<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">\uf097\uf099<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Revis&atilde;o: Mubin Fakir<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Cr&oacute;nica Semanal<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">O TERRORISMO E A &ldquo;MEDIA&rdquo;<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">O terrorismo, e antes disso, o fundamentalismo, s&atilde;o mitos criados de forma sistem&aacute;tica por alguns intelectuais ocidentais, com o objectivo de pintar os mu&ccedil;ulmanos, transmitindo assim uma imagem de gente violenta e primitiva, que n&atilde;o se ajusta no desempenho de qualquer papel na arena mundial. Estes intelectuais t&ecirc;m na &ldquo;media&rdquo; um agente instrumental para as suas pol&iacute;ticas.<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">E &eacute; este agente que se esfor&ccedil;a por projectar os mu&ccedil;ulmanos e o Isslam como uma religi&atilde;o violenta, tudo isto na tentativa de reduzir o interesse no Isslam por parte da sociedade ocidental que actualmente conhece uma acentuada decad&ecirc;ncia moral.<br \/>\r\nTenta projectar o ate&iacute;smo, o laicismo e a concorr&ecirc;ncia como um sistema de vida nas sociedades issl&acirc;micas, isto para levar os mu&ccedil;ulmanos a adoptarem o materialismo com todos os seus atributos de agressividade e competi&ccedil;&atilde;o. E enquanto por um lado denuncia o terrorismo por outro vai-o incitando, como um sistema e motivo real do comportamento pol&iacute;tico no mundo issl&acirc;mico.<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Devemos compreender o real papel e os objectivos actuais da &ldquo;media&rdquo;. Ela &eacute; uma institui&ccedil;&atilde;o bem integrada nos interesses nacionais das sociedades democr&aacute;ticas ocidentais.<br \/>\r\nA &ldquo;media&rdquo; colhe as suas normas dessas institui&ccedil;&otilde;es, que s&atilde;o respons&aacute;veis principalmente na montagem da agenda e mecanismos de controlo do processo de forma&ccedil;&atilde;o do programa pol&iacute;tico.<br \/>\r\nO que eles agora conseguem alcan&ccedil;ar atrav&eacute;s da &ldquo;media&rdquo;, nas d&eacute;cadas primitivas era feito atrav&eacute;s de interven&ccedil;&otilde;es militares e engajamento nos campos de batalha tradicionais. Portanto, o objectivo pol&iacute;tico &eacute; o mesmo, a t&aacute;ctica de dom&iacute;nio &eacute; que mudou.<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">A &ldquo;media&rdquo; internacional selecciona eventos invulgares das sociedades issl&acirc;micas sob v&aacute;rias formas, e tira-os do seu contexto, apresentando-os de uma forma que os menos atentos se conven&ccedil;am que est&atilde;o perante a mais absoluta verdade.<br \/>\r\n&Eacute; muito comum ouvir os agentes influentes da &ldquo;media&rdquo; a aplicarem as suas pr&eacute;-concebidas no&ccedil;&otilde;es sem considera&ccedil;&atilde;o aos valores issl&acirc;micos, para interpretarem os eventos e as imagens de forma a enquadrarem-nos no seu programa pol&iacute;tico.<br \/>\r\nDotados de uma habilidade invulgar, a maior parte dos peritos na &ldquo;media&rdquo; apelidam o Isslam e os mu&ccedil;ulmanos de terroristas e fundamentalistas. Mas se formos ver na pr&aacute;tica e historicamente, esses t&iacute;tulos aplicam-se aos outros, que n&atilde;o s&atilde;o mu&ccedil;ulmanos. E exemplos disso, h&aacute;-os, e muitos.<br \/>\r\nPor exemplo, depois do colapso da Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica e dos regimes comunistas, os mitologistas ocidentais precisavam obsessivamente de inventar uma nova &ldquo;amea&ccedil;a&rdquo;, para garantir a sobreviv&ecirc;ncia do seu sistema pol&iacute;tico de vida e do sistema econ&oacute;mico. Assombrosamente suficiente,<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">os fazedores do programa pol&iacute;tico ocidental e a &ldquo;media&rdquo; encontraram o Isslam e os mu&ccedil;ulmanos como um &ldquo;stock&rdquo; pronto e dispon&iacute;vel para o seu consumo.<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Mas porqu&ecirc; os mu&ccedil;ulmanos terroristas? Ser&aacute; que o terrorismo e o Isslam se correlacionam?<br \/>\r\nCom no&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-concebidas, alguns jornais trazem t&iacute;tulos descrevendo hist&oacute;rias sobre gente que ostenta nomes &aacute;rabes. Reportam alegados casos de alguma viol&ecirc;ncia por eles praticados, e logo apelidam tais pr&aacute;ticas de &ldquo;terrorismo issl&acirc;mico&rdquo;. Por&eacute;m, na realidade os mu&ccedil;ulmanos &eacute; que s&atilde;o as v&iacute;timas do terrorismo organizado por essas organiza&ccedil;&otilde;es, e at&eacute; mesmo por Estados, mas mesmo assim os planeadores estrat&eacute;gicos consideram-nos &ldquo;amea&ccedil;a&rdquo; &agrave; ordem mundial.<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Quem ganha com tudo isso? S&oacute; podem ser algumas economias e sistemas pol&iacute;ticos, pois com isso avolumou-se nos seus cofres a receita da venda de armas.<br \/>\r\nMostram alguns locais seleccionados no mundo issl&acirc;mico, como mesquitas e madrassas, onde os crentes reavivam as pr&aacute;ticas morais e espirituais da f&eacute; issl&acirc;mica. Enquanto uns v&atilde;o perdendo os seus valores estando as suas sociedades em decad&ecirc;ncia, desconsideram e desrespeitam a religi&atilde;o issl&acirc;mica, em contrapartida os crentes mu&ccedil;ulmanos, nas suas ora&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias enviam b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os de Deus para o Profeta Abra&atilde;o, cr&ecirc;em e t&ecirc;m um respeito profundo para com Mois&eacute;s e Jesus (que a paz esteja com todos eles).<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Os fazedores do programa pol&iacute;tico ocidental n&atilde;o desejam ver os valores issl&acirc;micos como um sistema de vida a ser introduzidos em qualquer parte do Globo, at&eacute; mesmo nos pa&iacute;ses predominantemente&nbsp; issl&acirc;micos.<br \/>\r\nEles orgulham-se pelos seus sistemas pol&iacute;ticos, econ&oacute;micos e culturais, e querem imp&ocirc;-los aos outros. Apesar de n&atilde;o serem praticantes da sua religi&atilde;o, defendem a sua f&eacute; e seus interesses.<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">A &ldquo;media&rdquo; moderna protege os seus objectivos pol&iacute;ticos, sociais e econ&oacute;micos. E considera o sistema de vida dos mu&ccedil;ulmanos como uma fraude, tomando isso como objectivo para a zombaria e a caricaturiza&ccedil;&atilde;o.<br \/>\r\nA &ldquo;media&rdquo; &eacute; um grande poder nos assuntos mundanos, esperando de todos a ader&ecirc;ncia aos seus padr&otilde;es e regras de jogo. E quando os mu&ccedil;ulmanos n&atilde;o aderem ao seu jogo, s&atilde;o conotados de radicais, terroristas, b&aacute;rbaros, gente n&atilde;o-civilizada e muitos outros nomes que s&oacute; existem nos seus dicion&aacute;rios.<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Ao utilizarem esses termos, o seu objectivo &eacute; distrair as pessoas dos verdadeiros problemas enfrentados pelas suas sociedades, criando problemas fict&iacute;cios para ocupar as massas em assuntos de pouca import&acirc;ncia &agrave;s pol&iacute;ticas dom&eacute;sticas.<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Nelson Mandela, o preso pol&iacute;tico mais famoso dos &uacute;ltimos tempos, que veio mais tarde a ser Presidente da RSA, durante o tempo em que lutava pela igualdade racial no ent&atilde;o Pa&iacute;s do Apartheid,<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">foi colocado na lista de terroristas, mas mais tarde atribui-se-lhe o Pr&eacute;mio Nobel da Paz devido &agrave; sua luta.<br \/>\r\nSe analisarmos os padr&otilde;es pr&oacute;prios da &ldquo;media&rdquo; no desenvolvimento da fantasia e cen&aacute;rios imagin&aacute;rios, descobriremos discrep&acirc;ncias fundamentais em situa&ccedil;&otilde;es reais.<br \/>\r\nAo longo dos anos, protestantes e cat&oacute;licos digladiaram-se na Irlanda do Norte, mas alguma vez se ouviu chamar a estes activistas crist&atilde;os, de terroristas? N&atilde;o! Mas aos mu&ccedil;ulmanos que praticam qualquer acto violento, apelidam-nos logo de &ldquo;terroristas issl&acirc;micos&rdquo;, e hoje as pessoas acreditam mais na &ldquo;media&rdquo; do que na religi&atilde;o.<br \/>\r\nOs mu&ccedil;ulmanos n&atilde;o s&atilde;o terroristas, e o terrorismo n&atilde;o tem religi&atilde;o. O Isslam condena terminantemente todos os actos de terrorismo, de matan&ccedil;a de inocentes, de velhos, e crian&ccedil;as, e recomenda que se protejam os locais de culto.<br \/>\r\nPeritos internacionais da &ldquo;media&rdquo; gozam da liberdade de express&atilde;o e integridade profissional em assuntos que eles reivindicam ter superioridade, O que claramente lhes falta s&atilde;o os padr&otilde;es do bem e o trabalho num crit&eacute;rio preciso para avaliar o julgamento e a responsabilidade profissional.<br \/>\r\nQuando os jornalistas ocidentais querem reflectir sobre o Isslam, as suas discuss&otilde;es est&atilde;o confinadas &agrave;s suas no&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-concebidas, pois para eles os mu&ccedil;ulmanos devem ser encarados como radicais, extremistas e terroristas, e n&atilde;o gente de conhecimento, paz e compreens&atilde;o. Eles gostam de discutir assuntos acerca dos quais t&ecirc;m pouca compreens&atilde;o ou nem t&ecirc;m conhecimento.<br \/>\r\nEm assuntos de vital import&acirc;ncia dos mu&ccedil;ulmanos a &ldquo;media&rdquo; deve consultar te&oacute;logos issl&acirc;micos, e da&iacute; aprenderem mais sobre o Isslam, a partir de fontes aut&ecirc;nticas.<br \/>\r\nDevemos desenvolver a coexist&ecirc;ncia e a toler&acirc;ncia, reconhecendo que apesar das diferen&ccedil;as religiosas e culturais, e das heran&ccedil;as tradicionais, cada um de n&oacute;s &eacute; antes de mais nada, um membro da fam&iacute;lia humana, e por isso deve gozar dos mesmos direitos fundamentais.<br \/>\r\nOs que praticam o terrorismo, seja qual for a sua religi&atilde;o, s&atilde;o criminosos, pelo que devem ser presos e severamente punidos, assim como consta no Al-Qur&rsquo;&aacute;n.<br \/>\r\nA melhor forma de combater o terrorismo, &eacute; respeitar as liberdades fundamentais e aplicar a justi&ccedil;a no Mundo.<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\">[Shk. Aminuddin Muhammad, aos 17 de Dezembro de 2015]<br \/>\r\n&nbsp;<br \/>\r\n&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<\/span><\/span><\/p>\r\n\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n","excerpt":"","terms":"","visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":20067,"lft":8757,"rght":8758,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2016-07-30T19:50:56.000000Z","updated_at":"2026-05-07T04:13:37.000000Z","language_id":15,"user_id":2,"author_id":763,"publisher_id":41,"category_id":4,"parent_id":null,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"\u0623\u0645\u064a\u0646 \u0627\u0644\u062f\u064a\u0646 \u0645\u062d\u0645\u062f \u0625\u0628\u0631\u0627\u0647\u064a\u0645","category_name":"Misconceptions","category_slug":"Misconceptions","get_date":"2016-07-30","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt_terrorismo_e_midia.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt_terrorismo_e_midia.doc"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/por\/api\/articles\/o-terrorismo-e-a-media"}