{"article":{"id":790,"title":"As Grandes Perguntas","slug":"as-grandes-perguntas","word":"\/uploads\/articles\/pt-The Big Questions.docx","pdf":"\/uploads\/articles\/pt-The Big Questions.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/nodes\/view\/type:article\/slug:as-grandes-perguntas","hint":"","body":"<h1 style=\"text-align: center;\"><span>As Grandes Perguntas<\/span><\/h1>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><img style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/articles\/images\/The_Big_Questions_(part_1_of_3)_001.jpg\" alt=\"\" \/><\/span><\/h1>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">&nbsp;(parte 1 de 3): Quem Nos Fez?<\/span><\/h1>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Em algum ponto de nossas vidas, todos fazemos as grandes perguntas: &ldquo;Quem nos fez,&rdquo; e &ldquo;Por que estamos aqui?&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Ent&atilde;o quem nos fez? &nbsp;Os ateus falam do Big Bang e da evolu&ccedil;&atilde;o, enquanto todos os outros falam de Deus.&nbsp; Aqueles que respondem &ldquo;eu n&atilde;o sei&rdquo; s&atilde;o ateus para todas as inten&ccedil;&otilde;es e prop&oacute;sitos, n&atilde;o porque negam a exist&ecirc;ncia de Deus, mas porque n&atilde;o a afirmam.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O Big Bang pode explicar a origem do universo, mas n&atilde;o explica a origem da nuvem de poeira primordial.&nbsp; Essa nuvem de poeira (que, de acordo com a teoria, se contraiu, compactou e ent&atilde;o explodiu) tinha de vir de algum lugar.&nbsp; Afinal, continha mat&eacute;ria suficiente para formar n&atilde;o apenas a nossa gal&aacute;xia, mas bilh&otilde;es de outras gal&aacute;xias no universo conhecido.&nbsp; De onde&nbsp;<em>aquilo<\/em>&nbsp;veio? &nbsp;Quem, ou o que, criou a nuvem de poeira primordial?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">De forma semelhante, a evolu&ccedil;&atilde;o pode explicar o registro f&oacute;ssil, mas n&atilde;o consegue explicar a quintess&ecirc;ncia da vida humana &ndash; a alma.&nbsp; Todos n&oacute;s temos uma.&nbsp; Sentimos sua presen&ccedil;a, falamos de sua exist&ecirc;ncia e &agrave;s vezes oramos por sua salva&ccedil;&atilde;o.&nbsp; Mas apenas os religiosos podem explicar de onde ela vem.&nbsp; A teoria da sele&ccedil;&atilde;o natural pode explicar muitos dos aspectos materiais dos seres vivos, mas n&atilde;o consegue explicar a alma humana.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Al&eacute;m disso, qualquer um que estude as complexidades da vida e do universo n&atilde;o pode deixar de testemunhar a assinatura do Criador.<a title=\"Para esse fim, e deixando de lado as inclina&ccedil;&otilde;es religiosas do autor, eu recomendo a leitura de &ldquo;A Short History of Nearly Everything&rdquo;, de Bill Bryson.\" href=\"http:\/\/www.islamreligion.com\/pt\/articles\/524\/#_ftn13756\">[1]<\/a>&nbsp;&nbsp;Se as pessoas reconhecem ou n&atilde;o esses sinais &eacute; outra quest&atilde;o. O ponto &eacute; que se vemos uma pintura, sabemos que existe um pintor.&nbsp;&nbsp;Se vemos uma escultura, sabemos que existe um escultor; um c&acirc;ntaro, um oleiro.&nbsp; Ent&atilde;o quando vemos a cria&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o devemos saber que existe um Criador?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O conceito de que o universo explodiu e ent&atilde;o se desenvolveu em uma perfei&ccedil;&atilde;o equilibrada atrav&eacute;s de eventos aleat&oacute;rios e sele&ccedil;&atilde;o natural &eacute; pouco diferente da proposta de que, ao jogar bombas em um ferro velho, mais cedo ou mais tarde um deles explodir&aacute; e formar&aacute; um perfeito Mercedes.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Se existe algo que sabemos com certeza, &eacute; que sem uma influ&ecirc;ncia controladora, todos os sistemas degeneram em caos.&nbsp; As teorias do Big Bang e da evolu&ccedil;&atilde;o prop&otilde;em o exato oposto, entretanto &ndash; que o caos promoveu perfei&ccedil;&atilde;o.&nbsp; N&atilde;o seria mais razo&aacute;vel concluir que o Big Bang e a evolu&ccedil;&atilde;o foram eventos controlados? &nbsp;Controlados pelo Criador?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Os &aacute;rabes contam a hist&oacute;ria de um n&ocirc;made que encontra um pal&aacute;cio maravilhoso em um o&aacute;sis no meio de um deserto est&eacute;ril.&nbsp; Quando ele pergunta como foi constru&iacute;do, o dono diz que ele foi formado pelas for&ccedil;as da natureza.&nbsp; O vento formou as rochas e as soprou para esse o&aacute;sis, e ent&atilde;o as derrubou e arrumou na forma do pal&aacute;cio.&nbsp; Ent&atilde;o ele soprou fios de l&atilde; e formou tapetes e tape&ccedil;arias, pegou peda&ccedil;os de madeira e os reuniu fazendo os m&oacute;veis, portas, peitoris e soleiras, e os posicionou no pal&aacute;cio nos locais corretos.&nbsp; Raios derreteram a areia em folhas de vidro fazendo os vidros da janela, e fundiram areia negra transformando em a&ccedil;o, que foi moldado para formar a cerca e port&atilde;o com alinhamento e simetria perfeitos.&nbsp; O processo levou bilh&otilde;es de anos e aconteceu apenas nesse lugar na terra &ndash; por pura coincid&ecirc;ncia.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Quando paramos de revirar os olhos, n&oacute;s entendemos onde se quer chegar.&nbsp; Obviamente, o pal&aacute;cio foi constru&iacute;do a partir de um projeto, n&atilde;o por acaso.&nbsp; A que (ou mais exatamente, a Quem), ent&atilde;o, devemos atribuir a origem de itens de complexidade infinitamente maiores, como o nosso universo e nossas vidas?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Um outro argumento cl&aacute;ssico para o ate&iacute;smo foca no que as pessoas percebem como imperfei&ccedil;&otilde;es da cria&ccedil;&atilde;o.&nbsp; Esses s&atilde;o os argumentos &ldquo;Como pode haver um Deus se isso e aquilo aconteceu?&rdquo; &nbsp;&nbsp;A quest&atilde;o sob discuss&atilde;o pode ser qualquer coisa desde um desastre natural a defeitos cong&ecirc;nitos, de genoc&iacute;dio ao c&acirc;ncer da av&oacute;.&nbsp; Esse n&atilde;o &eacute; o ponto.&nbsp; O ponto &eacute; que negar Deus baseado no que percebemos como injusti&ccedil;as da vida presume que um ser divino n&atilde;o teria projetado nossas vidas para qualquer outra coisa al&eacute;m do perfeito, e que teria estabelecido justi&ccedil;a na Terra.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Hummm... n&atilde;o existe nenhuma outra op&ccedil;&atilde;o?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">N&oacute;s podemos facilmente propor que Deus n&atilde;o projetou a vida na Terra para ser um para&iacute;so, mas sim um teste, cujas puni&ccedil;&otilde;es ou recompensas ser&atilde;o recebidas na outra vida, que &eacute; onde Deus estabeleceu Sua justi&ccedil;a suprema.&nbsp; Em apoio a esse conceito n&oacute;s podemos perguntar quem sofreu mais injusti&ccedil;as nessa vida terrena do que os favoritos de Deus, que s&atilde;o os profetas? &nbsp;E quem n&oacute;s esperamos que ocupe as mais altas posi&ccedil;&otilde;es no para&iacute;so, se n&atilde;o aqueles que mant&ecirc;m f&eacute; verdadeira em face da adversidade terrena?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Eu espero que, atrav&eacute;s dessa linha de racioc&iacute;nio, n&oacute;s possamos concordar sobre a resposta da primeira &ldquo;grande pergunta.&rdquo;&nbsp; Quem nos fez? &nbsp;Podemos concordar que se somos a cria&ccedil;&atilde;o, Deus &eacute; o Criador?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Se n&atilde;o pudermos concordar nesse ponto, provavelmente n&atilde;o faz muito sentido continuar.&nbsp; Entretanto, para aqueles que concordam, vamos prosseguir para a &ldquo;grande pergunta&rdquo; n&uacute;mero dois &ndash; por que estamos aqui? &nbsp;Qual, em outras palavras, &eacute; o prop&oacute;sito da vida?<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Footnotes:<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Para esse fim, e deixando de lado as inclina&ccedil;&otilde;es religiosas do autor, eu recomendo a leitura de &ldquo;A Short History of Nearly Everything&rdquo;, de Bill Bryson.<\/span><\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">(parte 2 de 3): O Prop&oacute;sito da Vida<\/span><\/h1>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A primeira das duas grandes perguntas na vida &eacute;, &ldquo;Quem nos fez?&rdquo; &nbsp;N&oacute;s tratamos dessa quest&atilde;o no artigo anterior e (esperamos) termos concordado que &ldquo;Deus&rdquo; &eacute; a resposta. &nbsp;Como somos a cria&ccedil;&atilde;o, Deus &eacute; o Criador.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Agora, vamos nos voltar para a segunda &ldquo;grande pergunta,&rdquo; que &eacute;, &ldquo;Por que estamos aqui?&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Bem, por que estamos aqui? &nbsp;Para conquistar fama e fortuna? &nbsp;Para fazer m&uacute;sica e beb&ecirc;s? &nbsp;Para sermos o homem ou mulher mais ricos no cemit&eacute;rio para, como se diz brincando, &ldquo;Aquele que morrer com mais brinquedos ganha?&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">N&atilde;o, deve haver mais na vida do que isso, ent&atilde;o vamos pensar a respeito. &nbsp;Para come&ccedil;ar, olhe &agrave; sua volta. &nbsp;A menos que voc&ecirc; viva numa caverna, voc&ecirc; est&aacute; cercado de coisas que n&oacute;s humanos fazemos com as nossas pr&oacute;prias m&atilde;os. &nbsp;Por que fazemos essas coisas? &nbsp;A resposta, claro, &eacute; que fazemos coisas para executarem algumas fun&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas para n&oacute;s. &nbsp;Resumindo, n&oacute;s fazemos coisas para nos servirem. &nbsp;Ent&atilde;o, por extens&atilde;o, por que Deus nos fez, sen&atilde;o para servi-Lo?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O nosso prop&oacute;sito, ent&atilde;o, &eacute; servir a Deus. &nbsp;N&oacute;s recebemos essa mensagem dos profetas, e tamb&eacute;m das escrituras, mas em nenhum outro lugar est&aacute; mais claro do que no Alcor&atilde;o, o livro sagrado do Isl&atilde;:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;E Eu [Deus] n&atilde;o criei os jinns e a humanidade exceto para Me adorarem.&rdquo; (Alcor&atilde;o 51:56)<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O que nos traz para o pr&oacute;ximo ponto. &nbsp;Se reconhecemos o nosso Criador, e que Ele criou a humanidade para servi-Lo, a pr&oacute;xima quest&atilde;o &eacute;, &ldquo;Como? &nbsp;Como n&oacute;s O servimos?&rdquo; &nbsp;Sem d&uacute;vida, essa&nbsp; pergunta &eacute; melhor respondida por Aquele que nos fez. &nbsp;Se Ele nos criou para servi-Lo, ent&atilde;o Ele espera que funcionemos de uma forma particular, se tivermos que alcan&ccedil;ar o nosso prop&oacute;sito. &nbsp;Mas como podemos saber qual maneira &eacute; essa? &nbsp;Como podemos saber o que Deus espera de n&oacute;s?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Bem, considere isso: Deus nos deu luz, atrav&eacute;s da qual podemos encontrar o nosso caminho. &nbsp;Mesmo &agrave; noite, n&oacute;s temos a lua para iluminar e as estrelas para navegar. &nbsp;Deus deu a outros animais sistemas de orienta&ccedil;&atilde;o mais adequados &agrave;s suas condi&ccedil;&otilde;es e necessidades. &nbsp;&nbsp;P&aacute;ssaros migrat&oacute;rios podem navegar, mesmo em dias nublados, pela polariza&ccedil;&atilde;o da luz. &nbsp;As baleias migram atrav&eacute;s da &ldquo;leitura&rdquo; dos campos magn&eacute;ticos da Terra. &nbsp;Os salm&otilde;es retornam a mar aberto para desovar no local exato de seu nascimento atrav&eacute;s do&nbsp;<em>olfato<\/em>, algo dif&iacute;cil de imaginar. &nbsp;Os peixes sentem movimentos distantes atrav&eacute;s dos receptores de press&atilde;o que alinham seus corpos. &nbsp;Morcegos e golfinhos de rio cegos &ldquo;v&ecirc;em&rdquo; atrav&eacute;s de sonares. &nbsp;&nbsp;Certos organismos marinhos (a enguia el&eacute;trica &eacute; um exemplo de alta voltagem) geram e sentem campos magn&eacute;ticos, permitindo-lhes &ldquo;ver&rdquo; em &aacute;guas lodosas, ou nas trevas das profundezas do oceano. &nbsp;Os insetos se comunicam pelos ferom&ocirc;nios, a trilha que os guia at&eacute; o alimento, e de volta para casa. &nbsp;As plantas sentem a luz solar e crescem em sua dire&ccedil;&atilde;o (fototropismo); as suas ra&iacute;zes sentem a gravidade e crescem para dentro da terra (geotropismo). &nbsp;Resumindo, Deus concedeu orienta&ccedil;&atilde;o a cada elemento de Sua cria&ccedil;&atilde;o. &nbsp;N&oacute;s podemos acreditar seriamente que Ele n&atilde;o nos daria orienta&ccedil;&atilde;o no aspecto mais importante de nossa exist&ecirc;ncia, a raz&atilde;o de existirmos? &nbsp;Que Ele n&atilde;o nos daria as ferramentas atrav&eacute;s das quais alcan&ccedil;ar&iacute;amos a salva&ccedil;&atilde;o?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Claro que n&atilde;o. &nbsp;Portanto, a revela&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Pense dessa forma: cada produto tem especifica&ccedil;&otilde;es e normas. &nbsp;Para produtos mais complexos, cujas especifica&ccedil;&otilde;es e normas n&atilde;o s&atilde;o intuitivas, s&atilde;o fornecidos os manuais do propriet&aacute;rios. &nbsp;Esses manuais s&atilde;o escritos por aquele que conhece melhor o produto, que &eacute; o fabricante. &nbsp;Um t&iacute;pico manual do propriet&aacute;rio come&ccedil;a com alertas sobre uso impr&oacute;prio e os riscos conseq&uuml;entes desse mau uso, prossegue para uma descri&ccedil;&atilde;o de como usar o produto adequadamente e os benef&iacute;cios a serem alcan&ccedil;ados, fornece especifica&ccedil;&otilde;es do produto e um guia de solu&ccedil;&atilde;o de problemas onde podemos corrigir mau funcionamentos do produto.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">No que isso &eacute; diferente da revela&ccedil;&atilde;o?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">A revela&ccedil;&atilde;o nos diz o que fazer, o que n&atilde;o fazer e por que, nos diz o que Deus espera de n&oacute;s, e nos mostra como corrigir nossas defici&ecirc;ncias. &nbsp;A revela&ccedil;&atilde;o &eacute; o manual supremo do usu&aacute;rio, fornecido como orienta&ccedil;&atilde;o para aquele que nos usar&aacute; &ndash; n&oacute;s mesmos.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">No mundo que conhecemos, os produtos que atendem ou superam especifica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o considerados sucessos enquanto aqueles que n&atilde;o o fazem...hummm...vamos pensar sobre isso. &nbsp;Qualquer produto que n&atilde;o atende as especifica&ccedil;&otilde;es da f&aacute;brica ou &eacute; consertado ou, se n&atilde;o tiver solu&ccedil;&atilde;o, reciclado. &nbsp;Em outras palavras, destru&iacute;do.&nbsp;De repente essa discuss&atilde;o se tornou assustadoramente s&eacute;ria.&nbsp;&nbsp;Porque nessa discuss&atilde;o&nbsp;<em>n&oacute;s<\/em>&nbsp;somos o produto &ndash; o produto da cria&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Mas paremos por um momento e consideremos como n&oacute;s interagimos com os v&aacute;rios itens que preenchem nossas vidas. &nbsp;Enquanto eles fazem o que queremos, estamos felizes com eles. &nbsp;Mas quando eles nos decepcionam, nos livramos deles. &nbsp;Alguns s&atilde;o devolvidos &agrave; loja, alguns doados para caridade, mas eventualmente todos terminam no lixo, que &eacute;... enterrado ou queimado. &nbsp;Da mesma forma, um funcion&aacute;rio que fica abaixo das expectativas &eacute;...demitido.&nbsp;&nbsp;Agora, pare por um minuto e pense sobre aquela palavra. &nbsp;De onde veio&nbsp;<em>aquele<\/em>&nbsp;eufemismo para puni&ccedil;&atilde;o devido a n&atilde;o execu&ccedil;&atilde;o adequada de certas responsabilidades?&nbsp;&nbsp;Hummm...a pessoa que acredita que as li&ccedil;&otilde;es desta vida se traduzem em li&ccedil;&otilde;es sobre religi&atilde;o pode ter um dia cheio com isso.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Mas isso n&atilde;o significa que essas analogias seja inv&aacute;lidas. &nbsp;Muito pelo contr&aacute;rio, n&oacute;s devemos lembrar que tanto o Velho quanto o Novo Testamento est&atilde;o cheios de analogias, e que Jesus Cristo ensinou usando par&aacute;bolas.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Ent&atilde;o, talvez, n&oacute;s dev&ecirc;ssemos levar isso a s&eacute;rio.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">N&atilde;o, eu corrijo. &nbsp;<em>Definitivamente<\/em>&nbsp;n&oacute;s devemos levar isso a s&eacute;rio. &nbsp;Ningu&eacute;m jamais considerou a diferen&ccedil;a entre as del&iacute;cias celestiais e as torturas do inferno uma quest&atilde;o de brincadeira.<\/span><\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">(Parte 3 de 3): A Necessidade de Revela&ccedil;&atilde;o<\/span><\/h1>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Nas duas partes anteriores dessa s&eacute;rie, n&oacute;s respondemos &agrave;s duas &ldquo;grandes perguntas.&rdquo; &nbsp;Quem nos fez?&nbsp;Deus.&nbsp;Por que estamos aqui?&nbsp;&nbsp;Para servi-Lo e ador&aacute;-Lo. Uma terceira pergunta surge naturalmente: &ldquo;Se nosso Criador nos fez para servi-Lo e ador&aacute;-Lo, como n&oacute;s fazemos isso?&rdquo; &nbsp;No artigo anterior eu sugeri que a &uacute;nica forma atrav&eacute;s da qual podemos servir o nosso Criador &eacute; obedecendo Seus comandos, como transmitidos atrav&eacute;s de revela&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Mas muitas pessoas questionariam minha afirma&ccedil;&atilde;o: por que a humanidade precisa de revela&ccedil;&atilde;o? &nbsp;N&atilde;o &eacute; suficiente ser bom? &nbsp;N&atilde;o &eacute; suficiente para cada um de n&oacute;s adorar a Deus a nossa pr&oacute;pria maneira?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; necessidade de revela&ccedil;&atilde;o, eu apresentaria os seguintes pontos: no primeiro artigo dessa s&eacute;rie eu destaquei que a vida &eacute; cheia de injusti&ccedil;as, mas o nosso Criador &eacute; justo, e Ele estabelece justi&ccedil;a n&atilde;o nessa vida, mas na vida futura.&nbsp; Entretanto, a justi&ccedil;a n&atilde;o pode ser estabelecida sem quatro coisas &ndash; uma corte (ou seja, o Dia do Ju&iacute;zo); um juiz (ou seja, o Criador); testemunhas (ou seja, homens e mulheres, anjos, elementos da cria&ccedil;&atilde;o); e&nbsp;<em>um livro de leis a partir do qual se faz o julgamento<\/em>&nbsp;(ou seja, revela&ccedil;&atilde;o).&nbsp; Como o nosso Criador estabeleceria justi&ccedil;a se Ele n&atilde;o vinculasse a humanidade a certas leis durante suas vidas? &nbsp;N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel.&nbsp; Nesse cen&aacute;rio, ao inv&eacute;s de justi&ccedil;a, Deus estaria provendo&nbsp;<em>in<\/em>justi&ccedil;a, porque Ele estaria punindo pessoas por transgress&otilde;es que elas n&atilde;o tinham meio de saber que eram crimes.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Para o que mais precisamos de revela&ccedil;&atilde;o? &nbsp;Para come&ccedil;ar, sem orienta&ccedil;&atilde;o a humanidade n&atilde;o consegue nem chegar a um acordo sobre quest&otilde;es sociais e econ&ocirc;micas, pol&iacute;tica, leis, etc.&nbsp; Ent&atilde;o como pode chegar a um acordo sobre Deus? &nbsp;Segundo, ningu&eacute;m escreve o manual do usu&aacute;rio melhor que aquele que fez o produto.&nbsp; Deus &eacute; o Criador, n&oacute;s somos a cria&ccedil;&atilde;o, e ningu&eacute;m conhece o esquema geral da cria&ccedil;&atilde;o melhor que o Criador.&nbsp; Os funcion&aacute;rios t&ecirc;m permiss&atilde;o para elaborar suas pr&oacute;prias atribui&ccedil;&otilde;es, deveres e remunera&ccedil;&otilde;es no trabalho de acordo com seus pr&oacute;prios desejos? &nbsp;Os cidad&atilde;os t&ecirc;m permiss&atilde;o para escrever suas pr&oacute;prias leis? &nbsp;N&atilde;o? &nbsp;Bem, ent&atilde;o, por que n&oacute;s ter&iacute;amos permiss&atilde;o para escrever nossas pr&oacute;prias religi&otilde;es? &nbsp;Se a hist&oacute;ria nos ensinou alguma coisa, foram as trag&eacute;dias que resultaram da humanidade seguir seus caprichos.&nbsp; Quantos que clamaram carregar o estandarte do pensamento livre elaboraram religi&otilde;es que levaram a eles e seus seguidores a pesadelos na Terra e dana&ccedil;&atilde;o na outra vida?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Ent&atilde;o por que n&atilde;o &eacute; suficiente ser bom? &nbsp;E por que n&atilde;o &eacute; suficiente para cada um de n&oacute;s adorar a Deus a nossa pr&oacute;pria maneira? &nbsp;Para come&ccedil;ar, as defini&ccedil;&otilde;es das pessoas do que &eacute; ser &ldquo;bom&rdquo; diferem. &nbsp;Para alguns &eacute; ter moral elevada e vida limpa, para outros &eacute; loucura e desordem. &nbsp;Da mesma forma, os conceitos de como servir e adorar o nosso Criador diferem. &nbsp;&nbsp;O que &eacute; mais importante e direto ao ponto, &eacute; que ningu&eacute;m pode entrar em uma loja ou um restaurante e pagar com uma moeda diferente daquela que o estabelecimento aceita. &nbsp;O mesmo acontece com a religi&atilde;o. &nbsp;Se as pessoas querem que Deus aceite sua servid&atilde;o e adora&ccedil;&atilde;o, elas t&ecirc;m que pagar na moeda que Deus exige. &nbsp;E essa moeda &eacute; obedi&ecirc;ncia &agrave; Sua revela&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Imagine educar crian&ccedil;as em uma casa na qual voc&ecirc; estabeleceu as &ldquo;normas da casa.&rdquo; &nbsp;Ent&atilde;o, um dia, uma das suas crian&ccedil;as diz a voc&ecirc; que ela mudou as normas, e vai fazer as coisas de outro modo. &nbsp;Como voc&ecirc; responderia? &nbsp;&Eacute; muito prov&aacute;vel que com as palavras, &ldquo;Pegue as suas novas normas e v&aacute; para o Inferno!&rdquo; &nbsp;Bem, pense a respeito. &nbsp;N&oacute;s somos cria&ccedil;&atilde;o de Deus, vivendo em Seu universo sob Suas normas, e &eacute; muito prov&aacute;vel que &ldquo;v&aacute; para o Inferno&rdquo; seja o que Deus dir&aacute; para qualquer um que pretender substituir Suas leis com as suas pr&oacute;prias.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Sinceridade &eacute; um ponto importante. &nbsp;Devemos reconhecer que todos os prazeres s&atilde;o uma d&aacute;diva de nosso Criador, merecedor de gratid&atilde;o.&nbsp; Quando algu&eacute;m recebe um presente, o usa antes de agradecer? &nbsp;Ainda assim, muitos de n&oacute;s desfrutamos das d&aacute;divas de Deus por uma vida inteira e&nbsp;<em>nunca<\/em>&nbsp;agradecemos. &nbsp;Ou o agradecemos tarde. &nbsp;A poetisa inglesa, Elizabeth Barrett Browning, falou da ironia do aflito apelo humano em&nbsp;<em>The Cry&nbsp;of the Human (O Lamento do Homem):<\/em><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">E os l&aacute;bios dizem &ldquo;Deus &eacute; compassivo,&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">De quem nunca disse, &ldquo;Deus seja louvado.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">N&atilde;o devemos mostrar boas maneiras e agradecer ao nosso Criador por suas d&aacute;divas&nbsp;<em>agora<\/em>, e subseq&uuml;entemente pelo resto de nossas vidas? &nbsp;N&oacute;s n&atilde;o devemos isso a Ele?<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Voc&ecirc; respondeu &ldquo;Sim.&rdquo; &nbsp;Voc&ecirc; deve ter respondido.&nbsp; Ningu&eacute;m teria lido tanto sem estar de acordo, mas aqui est&aacute; o problema: muitos de voc&ecirc;s responderam&nbsp;<em>Sim<\/em>, sabendo bem que seu cora&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute; na B&iacute;blia.&nbsp; Ou talvez esteja na B&iacute;blia, mas n&atilde;o inteiramente.&nbsp; Voc&ecirc; concorda que fomos criados por um Criador.&nbsp; Voc&ecirc; se esfor&ccedil;a para entend&ecirc;-Lo.&nbsp; E voc&ecirc; aspira servi-Lo e ador&aacute;-Lo na forma que Ele prescreve.&nbsp; Mas voc&ecirc; n&atilde;o sabe como, e voc&ecirc; n&atilde;o sabe onde procurar as respostas.&nbsp; E isso, infelizmente, n&atilde;o &eacute; um assunto que possa ser respondido em um artigo.&nbsp; Infelizmente, essa quest&atilde;o tem que ser enfocada em um livro.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Por outro lado, a boa not&iacute;cia &eacute; que eu escrevi esse livro, e seu t&iacute;tulo &eacute;&nbsp;<em>The First and Final Commandment (O Primeiro e &Uacute;ltimo Mandamento) &nbsp;<\/em>(a ser republicado em breve sob o t&iacute;tulo,&nbsp;<em>MisGod&rsquo;ed<\/em>).&nbsp; Ent&atilde;o, se voc&ecirc; gostou do que leu aqui, eu convido voc&ecirc; a ler o que eu escrevi l&aacute;.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><\/h1>","excerpt":"","terms":null,"visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":20182,"lft":1358,"rght":1359,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2014-08-10T00:08:00.000000Z","updated_at":"2026-04-18T08:23:43.000000Z","language_id":15,"user_id":7,"author_id":102,"publisher_id":0,"category_id":13,"parent_id":785,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"Laurence B. Brown MD","category_name":"Purpose of Life","category_slug":"Purpose-of-Life","get_date":"2014-08-10","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt-The Big Questions.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt-The Big Questions.docx"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/sam\/api\/articles\/as-grandes-perguntas"}