{"article":{"id":1779,"title":"Sana, ex-crist\u00e3, Egito","slug":"sana-ex-crist-egito","word":"\/uploads\/articles\/pt-Sana, Ex-Christian, Egypt.docx","pdf":"\/uploads\/articles\/pt-Sana, Ex-Christian, Egypt.pdf","mime_type":null,"type":"node","path":"\/nodes\/view\/type:article\/slug:sana-ex-crist-egito","hint":"","body":"<h1 style=\"text-align: center;\"><span>Sana, ex-crist&atilde;, Egito<\/span><\/h1>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><img style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"https:\/\/encrypted-tbn1.gstatic.com\/images?q=tbn:ANd9GcS_ancPH7UsOfPApD7WheUAsLUf2H55xtpcd96MjoD_xUuo8BWR\" alt=\"\" \/><\/span><\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">(parte 1 de 2): Perguntas de inf&acirc;ncia<\/span><\/h1>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Sana &eacute; uma mo&ccedil;a eg&iacute;pcia crist&atilde; que Deus guiou para a religi&atilde;o verdadeira depois de uma longa jornada de d&uacute;vida e fadiga.&nbsp;&nbsp;Ela narra sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Cresci como qualquer menina eg&iacute;pcia crist&atilde;... uma crist&atilde; fan&aacute;tica.&nbsp; Meus pais se preocupavam muito com minha vida religiosa.&nbsp; Costumavam me levar com eles todas as manh&atilde;s de domingo para a igreja, para beijar a m&atilde;o do padre e fazer as ora&ccedil;&otilde;es com ele.&nbsp; Com frequ&ecirc;ncia o ouvir ensinar a congrega&ccedil;&atilde;o o credo da trindade e assegurar de todas as maneiras que se uma pessoa n&atilde;o fosse crist&atilde;, nunca seria aceita por Deus, porque, como alegado pelo padre, seria considerada infiel e ateia.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Como muitas outras crian&ccedil;as, costumava ouvir ao padre sem compreens&atilde;o plena e assim que sa&iacute;a da igreja corria para brincar com minha amiga mu&ccedil;ulmana.&nbsp; A inf&acirc;ncia desconhece o &oacute;dio que sacerdotes implantam nos cora&ccedil;&otilde;es das pessoas.&nbsp; Depois que cresci um pouco mais, fui para a escola prim&aacute;ria.&nbsp; Comecei a fazer mais amigos entre meus colegas de classe.&nbsp; Na escola observava de perto os bons m&eacute;ritos de meus colegas mu&ccedil;ulmanos.&nbsp; Tratavam-me como uma irm&atilde;.&nbsp; Nunca consideraram a diferen&ccedil;a entre n&oacute;s na religi&atilde;o.&nbsp; Posteriormente, entendi que o Nobre Alcor&atilde;o exorta os mu&ccedil;ulmanos a tratar os n&atilde;o mu&ccedil;ulmanos que n&atilde;o os combatem gentilmente, para que talvez se convertam ao Isl&atilde; e se salvem da infidelidade.&nbsp; Deus, o Todo-Poderoso, afirmou no Alcor&atilde;o Sagrado:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;Deus nada vos pro&iacute;be, quanto &agrave;queles que n&atilde;o nos combateram pela causa da religi&atilde;o e n&atilde;o vos expulsaram dos vossos lares, nem que lideis com eles com gentileza e equidade, porque Deus aprecia os equitativos.&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Tinha uma amizade particularmente forte com uma das minhas amigas mu&ccedil;ulmanas.&nbsp;&nbsp;Est&aacute;vamos juntas o tempo todo, exceto na aula de religi&atilde;o, quando eu e outros alunos crist&atilde;os estud&aacute;vamos os princ&iacute;pios do Cristianismo.&nbsp; Queria fazer essa pergunta &agrave; minha professora: Como os mu&ccedil;ulmanos s&atilde;o considerados descrentes, de acordo com a cren&ccedil;a crist&atilde;, se possuem um car&aacute;ter t&atilde;o bom e s&atilde;o tranquilos?&nbsp; Mas n&atilde;o ousei pergunt&aacute;-la para n&atilde;o invocar sua raiva.&nbsp; At&eacute; que um dia finalmente perguntei.&nbsp; Minha pergunta a surpreendeu, mas ela tentou suprimir a raiva, deu um sorriso falso e disse: &ldquo;Voc&ecirc; ainda &eacute; jovem. N&atilde;o entendeu a vida. N&atilde;o deve se deixar enganar por quest&otilde;es simples que ocultam a verdadeira natureza mal&eacute;fica dos mu&ccedil;ulmanos. N&oacute;s, mais velhos, os conhecemos melhor.&rdquo; Fiquei quieta, mas n&atilde;o estava convencida com a resposta dela que n&atilde;o era nem subjetiva e nem l&oacute;gica.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">O tempo passou e a fam&iacute;lia de minha amiga mais querida teve que se mudar de nossa cidade, Suez, para o Cairo.&nbsp; Naquele dia choramos muito ao termos que nos separar e trocamos presentes.&nbsp; Minha amiga n&atilde;o conseguiu encontrar um presente para expressar os fortes sentimentos que tinha por mim do que uma c&oacute;pia do Nobre Alcor&atilde;o, mantido em uma caixa luxuosamente decorada.&nbsp; Ela disse: &ldquo;Pensei em um presente precioso como um s&iacute;mbolo de nossa amizade e um lembrete de nossos dias juntas. N&atilde;o encontrei nada melhor do que esse Alcor&atilde;o Sagrado, que cont&eacute;m as palavras de Deus.&rdquo; Aceitei o presente dela com gratid&atilde;o e alegria.&nbsp; Escondi de minha fam&iacute;lia, que n&atilde;o aceitaria que sua filha mantivesse tal livro.&nbsp; Depois que minha amiga mu&ccedil;ulmana partiu, levava o Alcor&atilde;o Sagrado para fora e o beijava toda vez que ouvia o chamado para as ora&ccedil;&otilde;es dos mu&ccedil;ulmanos.&nbsp; Costumava faz&ecirc;-lo olhando ao redor, com medo de ser observada por algum membro de minha fam&iacute;lia e, consequentemente, enfrentar problemas.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Mais tempo passou e me casei com um di&aacute;cono que trabalhava na igreja de Virgem Maria.&nbsp; Levei meus pertences comigo, incluindo meu Alcor&atilde;o Sagrado, claro.&nbsp; Eu o mantinha escondido dos olhos de meu marido.&nbsp; Vivia com ele como qualquer outra esposa leal e sincera do Oriente.&nbsp; Tinha tr&ecirc;s filhos e um emprego no Escrit&oacute;rio geral da cidade.&nbsp; L&aacute; encontrei algumas colegas mu&ccedil;ulmanas que usavam o v&eacute;u que me lembraram de minha melhor amiga.&nbsp; Toda vez que ouvia a voz do chamador para as ora&ccedil;&otilde;es da mesquita pr&oacute;xima, sentia um sentimento profundo e inexplic&aacute;vel em meu cora&ccedil;&atilde;o em uma &eacute;poca que ainda n&atilde;o era mu&ccedil;ulmana e esposa de uma pessoa que trabalhava na igreja.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Os dias passaram e como vizinha e colega de mu&ccedil;ulmanas devotas de car&aacute;ter soberbo, comecei a pensar sobre a verdade do Isl&atilde;.&nbsp; Comparei com o que ouvia na igreja sobre o Isl&atilde; e os mu&ccedil;ulmanos com o que eu mesma via e sentia.&nbsp; Comecei a reconhecer a verdade do Isl&atilde;.&nbsp; Aproveitei a aus&ecirc;ncia de meu marido para ouvir alguns programas de r&aacute;dio e TV sobre o Isl&atilde;, em uma tentativa de encontrar respostas para muitas perguntas que cansavam minha mente.&nbsp; Era fascinada pela recita&ccedil;&atilde;o do Nobre Alcor&atilde;o pelos sheiks Mohammed Rifat e Abdul Basit Abdul-Samad.&nbsp; Quando ouvia a recita&ccedil;&atilde;o deles, sentia que n&atilde;o podia ser a fala de um ser humano; ao contr&aacute;rio, devia ser revela&ccedil;&atilde;o divina.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Um dia, quando meu marido estava no trabalho, abri meu closet e com m&atilde;os tr&ecirc;mulas retirei meu tesouro precioso, o Nobre Alcor&atilde;o.&nbsp; Assim que o abri, meus olhos foram atra&iacute;dos pelo vers&iacute;culo no qual Deus, Todo-Poderoso, diz:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;De fato, a semelhan&ccedil;a de Jesus perante Deus &eacute; como a de Ad&atilde;o.&nbsp;<\/strong><strong>Ele o criou do p&oacute;, e em seguida disse-lhe:<\/strong>&nbsp;<strong>&lsquo;S&ecirc;!&rsquo; e ele foi.&rsquo;&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">(parte 2 de 2): O poder do Alcor&atilde;o<\/span><\/h1>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Minhas m&atilde;os tremeram mais ainda e meu rosto ficou suado.&nbsp; Senti um arrepio em todo o meu corpo.&nbsp; Estava surpresa com essa sensa&ccedil;&atilde;o. Tinha ouvido o Nobre Alcor&atilde;o com frequ&ecirc;ncia nas ruas, na TV, no r&aacute;dio e na casa de meus amigos mu&ccedil;ulmanos, mas nunca tinha tido esse sentimento antes.&nbsp; Queria continuar lendo, mas parei ao ouvir o som da chave de meu marido abrindo a porta do apartamento.&nbsp; Rapidamente escondi o Alcor&atilde;o Sagrado e corri para encontrar meu marido.&nbsp; No dia seguinte fui para o trabalho com um n&uacute;mero enorme de perguntas em minha mente.&nbsp; O vers&iacute;culo que li colocava um fim &agrave; d&uacute;vida inquietante sobre a natureza de Jesus, que a paz esteja sobre ele.&nbsp; Ele &eacute; filho de Deus, como alegado pelos padres?!! - glorificado seja Deus, Que est&aacute; acima de todo o mal que associam a Ele! - ou um profeta digno como descrito no Alcor&atilde;o?&nbsp;&nbsp;O vers&iacute;culo removeu o nevoeiro que declara que Jesus, que a paz esteja sobre ele, &eacute; um ser humano.&nbsp; Portanto, ele n&atilde;o &eacute; filho de Deus, porque Deus, o Todo-Poderoso:<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-quran\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>&ldquo;N&atilde;o gerou e nem foi gerado.<\/strong>&nbsp;<strong>E ningu&eacute;m &eacute; compar&aacute;vel a Ele!&rdquo;<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Pensei profundamente sobre uma sa&iacute;da depois de conhecer a verdade eterna de que n&atilde;o existe divindade merecedora de adora&ccedil;&atilde;o exceto Deus e que Muhammad &eacute; Seu mensageiro.&nbsp;&nbsp;Podia declarar minha ado&ccedil;&atilde;o do Isl&atilde;?&nbsp; Qual seria a rea&ccedil;&atilde;o e atitude de meus parentes e marido?&nbsp; Al&eacute;m disso, qual seria o futuro dos meus filhos?&nbsp; Essas perguntas preocupavam tanto minha mente que eu mal conseguia fazer meu trabalho.&nbsp; Dar o primeiro passo talvez me expusesse a grandes perigos, o menor deles ser morta por meus parentes, marido ou igreja.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Por semanas, me mantive afastada das pessoas.&nbsp; Meus colegas costumavam me ver como uma funcion&aacute;ria ativa.&nbsp; Desde o dia em que abri o Nobre Alcor&atilde;o, mal podia fazer meu trabalho.&nbsp; Por fim, chegou o dia esperado.&nbsp; Naquele dia me livrei de todas as d&uacute;vidas e temores e fui das trevas da descren&ccedil;a para a luz da f&eacute;.&nbsp; Enquanto estava sentada no trabalho aquele dia pensando sobre o que tinha me determinado a fazer, ouvi o chamador para a ora&ccedil;&atilde;o convidando os mu&ccedil;ulmanos a encontrar seu Senhor e fazer a ora&ccedil;&atilde;o de Dhuhr.&nbsp; A voz do chamador penetrou em toda a minha alma.&nbsp; Senti o al&iacute;vio espiritual que buscava.&nbsp; Naquele momento percebi a gravidade de meu pecado da descren&ccedil;a, ignorando o grande chamado de Iman (f&eacute;) dentro de mim.&nbsp; E, assim, sem hesita&ccedil;&atilde;o, me levantei e declarei: &ldquo;Testemunho que n&atilde;o existe divindade merecedora de adora&ccedil;&atilde;o exceto Deus e que Muhammad &eacute; Seu mensageiro.&rdquo;<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Completamente at&ocirc;nitos, meus colegas correram para mim com l&aacute;grimas de felicidade em seus rostos, para me parabenizar.&nbsp; Minha resposta foi cair no choro, pedindo a Deus para me perdoar e ficar satisfeito comigo.&nbsp; As not&iacute;cias se espalharam em todos os cantos do Escrit&oacute;rio geral da cidade.&nbsp; Quando meus colegas crist&atilde;os ouviram as not&iacute;cias, voluntariamente informaram minha fam&iacute;lia e marido.&nbsp; Tamb&eacute;m come&ccedil;aram a espalhar boatos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s raz&otilde;es diretas de minha decis&atilde;o.&nbsp; N&atilde;o prestei aten&ccedil;&atilde;o a isso.&nbsp; A coisa mais importante para mim era anunciar meu Isl&atilde; oficialmente.&nbsp; Fui para a sede central da pol&iacute;cia e conclu&iacute; o assunto oficialmente (como faz algu&eacute;m que se converte ao Isl&atilde; no Egito).&nbsp; Voltei para casa para descobrir que assim que meu marido ouviu a not&iacute;cia, reuniu os parentes dele, queimou todas as minhas roupas e pegou todo o dinheiro, joias e mobili&aacute;rio que eu tinha.&nbsp; Aquilo me magoou.&nbsp; Mas o que me magoou mais foi ele manter meus filhos longe de mim.&nbsp; Fez isso para me for&ccedil;ar a voltar para as trevas da infidelidade.&nbsp; Senti muito pelos meus filhos e temia que se crescessem dentro das igrejas, acreditando na trindade, terminariam no inferno com o pai.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Supliquei a Deus para devolver meus filhos para mim, para que eu pudesse educ&aacute;-los islamicamente.&nbsp; Deus me atendeu.&nbsp; Um senhor mu&ccedil;ulmano me mostrou como reivindicar a cust&oacute;dia de meus filhos.&nbsp; Fui ao tribunal apresentar o caso perante o juiz e introduzir meu certificado de declara&ccedil;&atilde;o do Isl&atilde;.&nbsp; A corte apoiou a verdade.&nbsp; O juiz convidou meu marido oficialmente e deu a ele essas duas escolhas: Aceitar o Isl&atilde; ou os la&ccedil;os matrimoniais entre n&oacute;s terminariam de acordo com a legisla&ccedil;&atilde;o isl&acirc;mica: N&atilde;o &eacute; permitido que uma mu&ccedil;ulmana se case com um n&atilde;o mu&ccedil;ulmano.&nbsp; Meu marido arrogantemente escolheu n&atilde;o aceitar a verdadeira religi&atilde;o.&nbsp; Como resultado, o juiz declarou nossa separa&ccedil;&atilde;o e me deu o direito de cust&oacute;dia sobre os meus filhos.&nbsp; Nesse caso, quando as crian&ccedil;as n&atilde;o atingiram a idade da raz&atilde;o, a lei designa o pai ou m&atilde;e mu&ccedil;ulmano como custodiante.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Pensei que meus problemas tivessem acabado.&nbsp; Ainda assim, estava incomodada com os maus tratos de meu ex-marido e seus familiares.&nbsp; Come&ccedil;aram a espalhar boatos para destruir minha autoconfian&ccedil;a e a me difamar.&nbsp; Tamb&eacute;m tentaram convencer outras fam&iacute;lias mu&ccedil;ulmanas de n&atilde;o me ajudarem ou socializarem comigo.&nbsp; Apesar de todas essas circunst&acirc;ncias desagrad&aacute;veis, permaneci forte, aderindo &agrave; minha f&eacute; e superando cada tribula&ccedil;&atilde;o para me afastar da verdadeira religi&atilde;o.&nbsp; Elevei minhas m&atilde;os em s&uacute;plica a Deus, o Dono da terra e dos c&eacute;us, para me conceder o poder de enfrentar essa dificuldade e facilitar minha vida.&nbsp; Deus, o Pr&oacute;ximo, o Mais Generoso, me atendeu.&nbsp; Uma mu&ccedil;ulmana vi&uacute;va que tinha quatro filhas e um filho simpatizou comigo e admirou minha atitude corajosa.&nbsp; Embora ela fosse pobre, tinha um grande car&aacute;ter e me ofereceu seu filho &uacute;nico, Muhammad, que ficou vi&uacute;vo ap&oacute;s a morte da esposa.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Vivo feliz hoje com meu marido mu&ccedil;ulmano, sua fam&iacute;lia e meus filhos.&nbsp; Apesar da vida dura que levamos, me sinto contente, satisfeita e feliz.&nbsp; O ressentimento do meu ex-marido e a hostilidade de minha fam&iacute;lia crist&atilde; n&atilde;o me impediram de fazer s&uacute;plicas cont&iacute;nuas a Deus para gui&aacute;-los para a religi&atilde;o correta e cobri-los com Sua miseric&oacute;rdia, assim como Ele, o Todo-Poderoso, fez comigo.<\/span><\/p>\r\n<p class=\"w-body-text-1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: large;\">Para Deus nada &eacute; dif&iacute;cil.<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\r\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><\/h1>","excerpt":"","terms":null,"visibility_roles":"","comment_status":1,"comment_count":0,"read_counter":11824,"lft":3332,"rght":3333,"promote":1,"sticky":0,"status":1,"publish_start":null,"publish_end":null,"created_at":"2014-09-03T02:43:00.000000Z","updated_at":"2026-05-03T04:11:23.000000Z","language_id":15,"user_id":7,"author_id":2436,"publisher_id":0,"category_id":10,"parent_id":1775,"books":[],"fatawas":[],"videos":[],"audios":[],"author_name":"Sana","category_name":"Why I became a Muslim!","category_slug":"Why-I-became-a-Muslim!","get_date":"2014-09-03","pdf_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt-Sana, Ex-Christian, Egypt.pdf","word_asset":"http:\/\/www.islamland.com\/uploads\/articles\/pt-Sana, Ex-Christian, Egypt.docx"},"translations":[],"article_books":[],"article_fatawas":[],"article_videos":[],"article_audios":[],"url":"http:\/\/www.islamland.com\/sin\/api\/articles\/sana-ex-crist-egito"}